4 de maio de 2026

ANAIS - CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE ARTE DE UBERABA E MICRO REGIÃO

 No ano de 2007, foi realizado o 2º CONAPAR com o tema EDUCAR COM ARTE.

Deixo aqui o registro do ANAIS registrado com o ISBN 978-85-60052-01



2o Congresso da Associação dos Professores de Arte de Uberaba e Micro Região - CONAPAR

5 o Encontro de Arte Educação em Uberaba - ENARTE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANAIS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Curso de Educação Artística /Artes Visuais

Centro de Ensino Superior de Uberaba — CESUBE

Associação dos Professores de Arte de Uberaba e Microrregião - APAR

 

Outubro 2007

Uberaba-MG

 

Organização do ANAIS

 

Elisa Muniz Barretto de Carvalho

Mônica Prata Fernandes

Teresa Maria Machado Borges

 

 

Revisão

 

Andréa de Castro Ralize

 

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

Congresso da Associação dos Professores de             Arte de Uberaba e Micro Região – CONAPAR

C749a           (2 : 2007 :  Uberaba-MG)

Anais... / 2º Congresso da Associação dos Professores de Arte de Uberaba e Micro Região; CONAPAR; 5º Encontro de Arte Educação em Uberaba – ENARTE;

Organização: Elisa Muniz Barretto de Carvalho, Mônica Prata Fernandes; Teresa Maria Machado Borges. Uberaba: CESUBE/APAR, 2007.

                      73 p. : il.

 

            ISBN  978-85-60052-01-1

 

         1. Arte. 2. Arte e Educação. 3. Arte – estudo e ensino. 4. Professores de Artes - Formação. 5.Encontro de Arte Educação em Uberaba – ENARTE (5. : 2007 : Uberaba-MG)

 

             CDD 700

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


DIRETORIA DA APAR

 

Segunda Diretoria

Gestão 2007-2008

Eleita em 06/2007

 

Diretora Presidente:

Elisa Muniz Barretto de Carvalho

 

Vice-diretora Presidente:

Maria Helena Dias e Silva

 

Diretora Tesoureira e de Patrimônio:

Wanice Alves Facure Locci

 

Vice-diretor Tesoureiro e de Patrimônio:

Daniel Gonçalves Moreira

 

Diretora Secretária:

Cátia Queiroz Fernandes

 

Vice-diretora Secretária:

Clésia Ângela e Silva


COMISSÃO DE ORGANIZAÇÃO DO EVENTO

 

Cátia Queiroz Fernandes

Clésia Ângela e Silva

Daniel Gonçalves Moreira

Elisa Muniz Barretto de Carvalho

Luciana de Lima Costa

Maria Helena Dias e Silva

Mizac Limírio da Silva

Mônica Prata Fernandes

Teresa Maria Machado Borges

 

Terezilda Barreira Portilho

Thiago Caetano de Freitas Neto

 

Wanice Alves Facure Locci

Yarnel de Oliveira Campos

 

 

 

 

 


CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE UBERABA – CESUBE

 

DIRETOR ACADÊMICO

Neivaldo Carneiro MIranda

VICE-DIRETORA ACADÊMICA

Renata Teixeira Junqueira

COORDENADORA DO CURSO DE EDUCAÇAO ARTÍSTICA/ARTES VISUAIS

Elisa Muniz Barretto de Carvalho


APRESENTAÇÃO

 

A Associação de Professores de Arte de Uberaba e Microrregião (APAR) ao realizar, no ano de 2007, o 5º Encontro de Arte-educação de Uberaba (ENARTE) e o 2º Congresso da Associação de Professores de Arte de Uberaba e Microrregião (CONAPAR) inclui, mais uma vez, dentre as ações voltadas para a ampliação do diálogo sobre o ensino de Arte, a publicação destes ANAIS, contendo as comunicações científicas apresentadas nesse evento.

Qual o valor desses registros, no plano individual e coletivo, quando um congresso tem como tema Educar com Arte?

Para Vygotsky, “uma palavra desprovida de pensamento é uma coisa morta, e um pensamento não expresso em palavras permanece uma sombra”.

Expressar o pensamento, registrar a ação e a reflexão sobre a prática educativa, ousar tirar da sombra a riqueza do processo de despertar e aprimorar a linguagem artística em diferentes sujeitos, dentro e fora do ensino regular, permite que cada educador em particular tome consciência de sua ação, como uma fonte de energia para prosseguir na busca de novos espaços nos quais a arte esteja presente. No plano coletivo, a socialização de experiências e projetos de pesquisa possibilita que esses sujeitos se percebam inseridos em um amplo movimento em prol da Arte Educação ou, como afirma Madalena Freire, “na medida em que me aproprio de minha fala sobre um determinado objeto estou no caminho para apropriar-me do sentido de minha prática sobre esse objeto” – o que ajuda a compreender como as comunicações orais e os registros escritos de pesquisas e experiências apresentadas nesse Congresso consolidam e mantêm o processo permanente de construção de conhecimentos acerca do ensino de Arte.

Na diversidade das comunicações registradas nestes Anais, o leitor irá encontrar aquelas voltadas para o trabalho com a Arte na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e Médio, bem como outras que mostram a Arte na educação não-formal, ora integrando diferentes linguagens artísticas, tais como o teatro, a música, a dança, ora mostrando a arte na construção da cidadania e o seu valor em diferentes projetos sociais, incluindo aqueles direcionados à educação de sujeitos com necessidades especiais, além de outros, mostrando o caráter interdisciplinar da Arte com diferentes áreas do conhecimento.

Neste sentido, é importante lembrar que as certezas de que um educador necessita são mais numerosas do que as que encontra à sua disposição, o que justifica o investimento em projetos que possam, a exemplo do CONAPAR, possibilitar que profissionais, doutorandos, mestrandos e especialistas se encontrem com alunos do Curso de Educação Artística/Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE, além de estudantes de graduação e professores da comunidade e de outros locais, criando um espaço fértil de reflexão e troca de experiências, no qual teoria e prática, pensamento e realidade, pesquisa e ação pedagógicas se articulam no que, sabiamente se denominou, “Educar com Arte”.

 

 

Teresa Maria Machado Borges

Prof.a do Curso de Educação Artística/Artes Visuais do CESUBE

Membro da Comissão Científica do CONAPAR

 

 

 


 

Associação dos Professores de Arte de Uberaba e Microrregião - APAR

e o Curso de Educação Artística / Artes Visuais do CESUBE

 

realiza:

 

2º CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE ARTE

 DE UBERABA E MICRORREGIÃO -  CONAPAR

 e

5° Encontro de Arte Educação em Uberaba - ENARTE

 

PROGRAMAÇÃO

 

 

 

Dia 05 de outubro – sexta-feira

18h30:

Credenciamento

19 h:

Abertura com show musical Banda Municipal de Uberaba/Projeto Jovem Músico

Exposição de Artes Plásticas: Marcos Cezar Jammal

19h30:

Oficinas de arte

 

Dia 06 de outubro – sábado

 8h30:

Credenciamento e show musical: Coral do Colégio Cenesista Dr. José Ferreira

 9 h:

Mesa sobre o ensino de arte: “Educar com Arte”

Adriana Valéria Pessoa – AMARTE – Belo Horizonte

Teresa Cristina Melo da Silveira – UFU -  Uberlândia

Maria Auxiliadora Gontijo Lopes – Smed – Uberaba

12 h:

Intervalo para o almoço

14 h:

Comunicações científicas e relatos de experiências

17 h:

Mostra de Teatro

Grupo Pose – “Um mundo sem adultos”

Grupo Teatral do Colégio Apoio – “Anjos Partidos”

Cia Hebeas Corpus – “A caixa dos sonhos”

18 h:

Encerramento: entrega de certificados e CD com Anais

19 h:

Confraternização

 

LOCAL

 

Colégio Nossa Senhora das Dores – Uberaba – Minas Gerais

Rua Madre Maria José, 75

Uberaba - MG


SUMÁRIO

 

 

Apresentação

06

 

Educar com Arte – mesa de debates

10

 

Ensino de Arte na rede municipal de Uberlândia: considerações acerca de seu percurso histórico

12

 

Educar com Arte

18

 

Comunicações e Relatos de Experiência

28

 

Seqüência das Apresentações

57

 

Oficinas

61

 

Apresentações Artísticas

65

 

Exposição de Artes Plásticas

68

 

Breve Histórico da APAR

72

 

Agradecimentos

73

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

EDUCAR COM ARTE

MESA DE DEBATES


 

 

 

 

 

Jammal

Tapeçaria do Nicolas I

Óleo sobre tela 80X120


Ensino de Arte na Rede Municipal de Uberlândia: Considerações acerca de seu percurso histórico.

 

Prof.a  Ms. Teresa Cristina Melo da Silveira*

teca.ensinodearte@centershop.com.br

 

 

A nossa pesquisa de Mestrado refere-se à constituição de saberes e práticas docentes em e sobre um grupo de professores de Arte, abordando em um dos capítulos algumas considerações sobre o seu percurso histórico .

O grupo investigado caracteriza-se como um espaço de dedicação ao desenvolvimento profissional dos educadores, configurando-se como uma resposta à necessidade crescente de se investir na sua formação continuada e buscando condições para a realização de reflexões e discussões sobre as teorias, os métodos educacionais, a realidade histórica e sociocultural e a própria ação docente.

Oficialmente, o Ensino de Arte foi instituído na Rede Municipal em 1989, a partir de um Projeto de Arte Educação do Departamento de Projetos Especiais da Secretaria Municipal de Educação, uma das Divisões de Ensino existentes na época, a partir de um Projeto de Arte Educação.

Em 1990, iniciou-se então as ações do referido Projeto sob a forma de oficinas pedagógicas trabalhadas no extraturno que, desse modo, não se constituíam uma disciplina regular presente na grade curricular da escola.

Ao final de 1990, o Projeto de Arte Educação passa por uma primeira reformulação e é proposto à SME como uma componente curricular a ser instituído nas escolas municipais. Contudo, devido ao pequeno número de professores de Arte na Rede, o Ensino de Arte continuava sendo oferecido somente como atividades extracurriculares nas escolas.

Em 1991, com a contratação de mais professores e com o aumento do número de escolas da Rede Municipal, houve uma ampliação das aulas de Artes e a implantação dessa disciplina nas instituições escolares, bem como a sistematização de reuniões, objetivando o estudo e a troca de experiências entre os docentes da área.

Em dezembro de 1991, o Projeto de Arte Educação passa por sua segunda reformulação, realizada pelo grupo de professores de Arte, levando-se em conta as suas experiências vividas em sala de aula e buscando um aprofundamento teórico a partir de leituras diversas, no sentido de assegurar o Ensino de Arte em todas as escolas municipais. O documento então estruturado passa a vigorar em 1992. A partir deste documento, o grupo de professores de Arte da Rede Municipal de Ensino explicita a valorização do espaço de estudo e formação continuada conquistado na elaboração do Projeto de Arte Educação e, por ocasião de suas reformulações (em 1990, 1991 e 1993), procuram preservá-lo como um modo de confirmar e manter a qualidade do Ensino de Arte nas escolas, objetivando igualmente consolidá-lo na grade curricular das mesmas.

Com a necessidade de um espaço mais bem estruturado, a SME inaugura em 1991 o CEMEPE – Centro Municipal de Estudos e Projetos Educacionais –  visando à capacitação profissional dos educadores e funcionários da Rede Municipal de Ensino. Nos anos seguintes, a participação dos professores nos encontros e nas reuniões de estudo passam por oscilações, sendo ora estimulada e valorizada, ora negligenciada e desmotivada pelas políticas educacionais vigentes.

Em 1992, a participação dos professores era incentivada com uma gratificação salarial extra, que correspondia à carga horária excedente, no valor vigente da hora/aula. Contudo, a partir de 1993, as reuniões deixaram de ser remuneradas, desmobilizando a freqüência semanal dos encontros. Nesse momento, alguns professores passaram a se reunir mensalmente, aproveitando o horário de módulos não cumpridos na escola e acumulados durante o mês[1].

Apesar de as ações político-administrativas implementadas desfavorecerem os encontros semanais dos professores da área de Arte, estes, mediante o seu compromisso com a Proposta de Arte Educação estruturada, conseguem manter seus propósitos e resistir aos contratempos impostos. Assim, mesmo enfrentando questões políticas e econômicas adversas, este  grupo de professores de Arte realiza, em 1993, o 1o Salão de Arte das Escolas Municipais de Uberlândia.

Dificultando a continuidade dos encontros dos professores, em 1994 a Secretaria Municipal de Educação extingue as coordenações de área e suspende as reuniões de estudo. Entretanto, de acordo com Sousa (2006), muitos professores de Arte começam a se reunir nas suas próprias escolas, combinando seus módulos semanais no mesmo dia e horário, buscando, assim, preservar a troca de experiências, o estudo e a reflexão conjunta. Ainda nesse ano um pequeno grupo de professores de Arte resiste à desmobilização e organiza o
2o Salão de Arte das Escolas Municipais, confirmando o desejo de manter os seus encontros e explicitar a importância do Ensino de Arte na Rede Municipal,
dando-lhe mais uma vez um lugar de destaque.

Conforme relata Tinoco (2003), em 1995 é realizada na praça interna da Câmara Municipal de Uberlândia uma nova exposição de trabalhos desenvolvidos nas aulas de Arte das escolas da Rede Municipal de Ensino: a Mostra de Experimentação em Arte. Ao final desse ano, houve uma convocação da SME aos professores para elaborar uma Proposta Curricular da Rede Municipal, “com o intuito de estabelecer uma corrente metodológica que norteasse o ensino de todas as disciplinas e em todos os níveis de ensino nas escolas municipais” (SOUSA, 2006, p.121), mas dessa vez com uma remuneração para este fim.

No início de 1996, alguns professores compõem a comissão para a formulação de uma proposta curricular para o  Ensino de Arte, com assessoria da Universidade Federal de Uberlândia – UFU.

Somente no início de 1997 frente ao interesse da SME em adotar uma Proposta Curricular norteadora das práticas educativas em toda a RME, criou-se o cargo de coordenador para cada área de ensino. Nesse momento, a participação dos professores nas reuniões do CEMEPE tornou-se obrigatória e mensal, com duração total de 4 horas-aula. Porém, novamente, sem uma remuneração específica para isso.

Em 1998, a SME desobrigou os professores de comparecerem às reuniões do CEMEPE, mantendo a coordenação de área, mas retirando a assessoria dos professores da UFU. Mesmo frente a estas mudanças, o grupo de professores de Arte manteve suas reuniões mensais inalteradas, principalmente por considerar importante a manutenção desse espaço de discussão e estudo. Ao final deste ano, os professores de Arte apresentaram à SME uma revisão da Proposta Curricular.

No ano 2000, depois de muita insistência, a diretoria do CEMEPE finalmente cede às reivindicações dos grupos de estudo e contrata novamente alguns assessores da UFU para acompanhar os trabalhos desenvolvidos nesses grupos. A partir de então, o grupo passa a contar com a presença de Lucimar Bello Pereira Frange, que incitou o registro de  experiências e práticas de sala de aula através de pequenos textos; material que, posteriormente ampliado e mais bem desenvolvido, foi publicado.

Em 2001, dá-se continuidade à troca de experiências e à ampliação do referencial teórico, com as leituras realizadas dentro do grupo investigado, ampliando cada vez mais as discussões sobre a Arte e o seu ensino. No ano seguinte, o grupo mantém os seus encontros normalmente.

Em julho de 2002, no entanto, a diretoria do CEMEPE decide, mais uma vez, suspender a assessoria dos professores da UFU em todas as áreas de ensino. Mas, ainda assim, os professores de Arte procuram manter o mesmo ritmo de trabalho nas reuniões  mensais do grupo, bem como nos estudos da Proposta Curricular Municipal.

O início de 2003 foi marcado por acontecimentos muito importantes. Um deles foi a eleição de um professor efetivo para a coordenação na área de Arte da Rede Municipal de Ensino, com dedicação exclusiva para tal função. Um outro fato relevante para o grupo de professores de Arte no ano de 2003 foi a publicação do livro Possibilidades e Encantamentos[2], resultado da organização dos textos trabalhados nos anos anteriores.

No decorrer de 2003, o grupo de Arte do CEMEPE mantém normalmente as suas reuniões mensais, mas acrescenta algumas reuniões extras ao seu cronograma, pois a diretoria do CEMEPE solicita aos grupos de todas as áreas de ensino uma reformulação da Proposta Curricular vigente. Mais uma vez o grupo de Arte decidiu não interromper as suas reuniões mensais e realizar reformulação solicitada em um outro dia, mesmo sabendo que os professores teriam uma reunião a mais no mês e que não receberiam qualquer gratificação extra por isso, pois a posição do grupo de Arte era manter o espaço de estudo, o planejamento e a troca de experiências nas reuniões mensais, como uma forma de resistência para impedir o encerramento das atividades iniciadas e garantir a continuidade da trajetória de formação continuada em andamento. Ao final de 2003, a SME editou a Proposta Curricular reformulada e a intitulou Diretrizes Básicas do Ensino de Arte de 1a a 8a séries, com o objetivo de diferenciar a área de Artes Visuais das linguagens de Artes Cênicas e Música.

Em 2004, com a implantação das Diretrizes, o grupo de Arte passa a se reunir de acordo com a sua área específica de atuação, mantendo-se a coordenação do grupo e possibilitando novamente uma assessoria da UFU. Durante todo esse ano, as ações do grupo de professores de Arte priorizaram a elaboração e a sistematização individual de Projetos de Ensino a serem realizados por cada professor na sua escola. Ao final do ano, os resultados dos seus projetos foram expostos na Mostra denominada Visualidades: Processos e reflexões no Ensino de Arte. Ainda no ano de 2004, houve outro acontecimento marcante: a parceria realizada entre a SME e o Pólo UFU da Rede Arte na Escola. Tal fato possibilitou novos estudos e novas ações no e para o grupo[3].

Em 2005, priorizaram-se, nas reuniões do grupo, estudos e atividades para alicerçar o planejamento e a execução de Projetos de Ensino pelos integrantes. Por esse motivo, a formação continuada teve como enfoque a Abordagem Triangular (Proposta metodológica elaborada por Ana Mae Barbosa[4]), que possui três eixos fundamentais: a leitura da imagem, o fazer artístico e a contextualização da obra. Em novembro desse ano, como resultado dos estudos realizados e dos Projetos de Ensino desenvolvidos, acontece a segunda edição da Mostra Visualidades e também a Mostra Visualidades II no SESC.

Em 2006, ficou acertado que os temas desenvolvidos anteriormente deveriam ser aprofundados, dando continuidade aos estudos de então. Nesse ano, as reuniões contemplaram estudos sobre a interdisciplinaridade; o planejamento, o registro e a sistematização de Projetos de Ensino; Patrimônio Histórico-Cultural; o uso de DVD como recurso didático em sala de aula;  Trabalho e Consumo; Pluralidade Cultural e respeito às diferenças de gênero, raça e etnia; dentre outros. Houve também visitas a exposições de Arte (inclusive à 27a Bienal de São Paulo), bem como a realização da Mostra Visualidades III e Visualidades III no SESC.

Assim, movendo-se insistentemente entre as respostas individuais e coletivas, reforçando em cada gesto ou atitude a necessidade de se manter o espaço de ação e debate conquistado, o grupo de professores de Arte da RME de Uberlândia persiste na luta pela constante qualificação dos professores de Arte e pela defesa de melhores condições de trabalho. Fatores como o enfrentamento dos problemas de toda ordem (estruturais, financeiros, políticos, dentre outros) não impedem os professores de recuar e/ou entregar os pontos, mas ao contrário, fazem aumentar neles o desejo de constantemente aprender, levando-os à prática de se reunirem cada vez mais, para discutir propostas e buscar soluções conjuntas.

 

Referências Bibliográficas

 

BARBOSA, Ana Mae. A imagem no Ensino de Arte. São Paulo: Perspectiva, 1991.

 

MACÊDO, Cesária Alice. História do ensino de arte: uma experiência na educação municipal de Uberlândia (1990-2000). 2003. 157f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2003.

 

SOUSA, Márcia Maria. Leitura de imagens na sala de aula: relações entre saberes, práticas de professores de arte e grupos de estudos. 2006. 253f.  Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2006.

 

TINOCO, E. F. V. (Org.). Possibilidades e Encantamentos: Trajetória de professores no Ensino de Arte. Uberlândia: E.F.Tinoco, 2003.

 


2 º CONAPAR

Congresso da Associação dos Professores

de Arte de Uberaba e Micro Região

 

Educar com Arte

 

Adriana Valéria Pessoa 

Belo Horizonte-10/2007

 

A Educação é um processo que inicia com o nascimento do indivíduo e o acompanha por toda sua vida. O termo educação continuada é bastante propício para um pensamento atual em educação.

 

Com a legislação brasileira vigente, nos níveis, federal, estadual e municipal observamos que há uma convergência em diversos aspectos, no sentido de uma educação de qualidade. Temos vivenciado um grande momento: são novos olhares, mais sensíveis, onde aparece a inclusão, a ampliação dos anos escolares, o ensino à distância, o direito à escolaridade, independente da faixa etária, do local de moradia, ou da condição sócio-econômica.

 

Porém fazer com que esta legislação realmente possa acontecer no dia-a-dia das cidades ou das escolas ainda é um grande desafio.

 

Nosso país é extenso territorialmente, e nele uma multiplicidade de culturas. Acreditamos na educação enquanto processo de construção do conhecimento, numa perspectiva em que o indivíduo, passa a ser o sujeito ou o agente ativo deste processo e onde há a apreensão da realidade.

 

É preciso repensar os diferentes papéis dos grupos, ou instituições na sociedade, especialmente a família, a escola e os espaços alternativos onde a educação acontece. São comunidades que podem viver em grandes metrópoles, em áreas centrais, ou em seus entornos, bairros, vilas e favelas. Pode ainda residir numa área rural ou uma pequena cidade do interior. Com seu clima, relevo, tradições culturais e artísticas. Daí essa complexidade para compreender os processos educativos em nosso país, ou, mais precisamente em Minas Gerais.

 

Não dá pra conceber uma educação como na Escola Tradicional, que tem o professor como centro do processo, o detentor dos saberes que são passados, transmitidos aos seus educandos.

 

Com a Escola Nova, o foco foi mudado, do professor para o aluno no processo ensino-aprendizagem. Muitos estudos, teorias (psicologia, psicanálise), o deixar fazer...Muito se caminhou, mas novos equívocos vieram à tona, posteriormente.

 

A Educação na contemporaneidade se torna ainda mais complexa se pensarmos no contexto citado anteriormente e nas grandes mudanças ocorridas em tão curto espaço de tempo. O moderno se caracteriza pela multiplicidade e simultaneidade de idéias e de materiais; e pelos grandes avanços tecnológicos nas diversas áreas do conhecimento.

 

E a Arte, como conceituá-la? Para chegarmos ao entendimento de conceitos sobre a Arte e o Ensino da Arte faz-se necessário rever um breve histórico do ensino da Arte no Brasil. Fornecendo informações e também algumas críticas a cada pensamento e ações provenientes deste. Para isso foi necessário fazer recortes dos livros e/ou autores: Ana Mae Barbosa, PCN – Ensino Fundamental e Médio – Arte, João Francisco Duarte Júnior, CBC – Minas Gerais e palestra proferida pela professora Lúcia Pimentel aos professores da Rede Municipal de Educação, em Belo Horizonte, neste ano de 2007.

 

Desde o início da história da humanidade, a arte tem se mostrado como uma práxis presente em todas as manifestações culturais. O homem que desenhou um bisão em uma caverna pré-histórica teve de aprender e construir conhecimentos para difundir essa prática.

 

No século XX, a área de Arte no Brasil acompanha e se fundamenta nas transformações educacionais, artísticas, estéticas e culturais. As pesquisas desenvolvidas a partir do início do século em vários campos das ciências humanas trouxeram dados importantes sobre o desenvolvimento da criança e do adolescente, sobre o processo criador e sobre a arte de outras culturas.

 

Ao ser introduzido na educação escolar brasileira, o ensino de Arte incorpora-se aos processos pedagógicos e de política educacional que vão caracterizar e delimitar sua participação na estrutura curricular. Nas primeiras décadas do século XX, o ensino de Arte é identificado pela visão humanista e cientificista que demarcou as tendências pedagógicas da escola tradicional e nova. Embora ambas se contraponham em proposições, métodos e entendimento dos papéis do professor e do aluno, as influências que exerceram nas ações escolares de Arte foram tão marcantes que ainda hoje permanecem mescladas na prática de professores de Arte.

 

A Arte na Escola Tradicional

Na primeira metade do século XX, as disciplinas Desenho, Trabalhos Manuais, Música e Canto Orfeônico faziam parte dos programas das escolas primárias e secundárias, concentrando o conhecimento na transmissão de padrões e modelos das classes sociais dominantes.

 

Na escola tradicional, valorizavam-se principalmente as habilidades manuais, os “dons artísticos”, os hábitos de organização e precisão, mostrando ao mesmo tempo uma visão utilitarista e imediatista da arte. Os professores trabalhavam com exercícios e modelos convencionais selecionados por eles em manuais e livros didáticos. O ensino de Arte era voltado essencialmente para o domínio técnico, mais centrado na figura do professor.

 

Competia a ele “transmitir” aos alunos os códigos, conceitos e categorias, ligados a padrões estéticos de ordem imitativa, que variavam de linguagem para linguagem, mas que tinham em comum, sempre, a reprodução de modelos.

 

Considerações sobre o ensino da Arte na Escola Nova

Entre os anos 20 e 70, muitas escolas brasileiras viveram também outras experiências no âmbito do ensino e aprendizagem de Arte, fortemente sustentadas pela estética modernista e com base nas tendências pedagógicas e psicológicas que marcaram o período. Contribuíram para essas influências os estudos de psicologia cognitiva, psicanálise, gestalt, bem como os movimentos filosóficos que embasaram os princípios da Escola Nova.

 

Os princípios que norteavam a escola-nova reconheciam a arte da criança como manifestação espontânea e auto expressiva: valorizavam a livre expressão e a sensibilização para a experimentação artística como orientações que visavam ao desenvolvimento do potencial criador, ou seja, eram propostas centradas na questão do desenvolvimento do aluno.

 

Esses princípios influenciaram o que se chamou “Movimento da Educação por meio da Arte”. Fundamentado principalmente nas idéias do filósofo inglês Herbert Read. Esse movimento teve como manifestação mais conhecida a tendência da livre expressão que, ao mesmo tempo, foi largamente influenciada pelo trabalho inovador de Viktor Lowenfeld, divulgado no final da década de 40. V. Lowenfeld, entre outros, acreditava que a potencialidade criadora se desenvolveria naturalmente em estágios sucessivos desde que se oferecessem condições adequadas para que a criança pudesse expressar-se livremente.

 

O ensino de arte volta-se para o desenvolvimento natural do aluno, centrado no respeito às suas necessidades e aspirações, valorizando suas formas de expressão e de compreensão do mundo. As práticas pedagógicas, diretivas, com ênfase na repetição de modelos e no professor, são revistas, deslocando-se a ênfase para os processos de desenvolvimento do aluno e sua criação.

 

Para Duarte, Jr, recorrendo a Herbert Read,

Educar com Arte:

 

“(…)  uma educação diferente, que partisse da expressão de sentimentos e emoções. E que ambos – razão e emoção – se complementem mutuamente, dialeticamente. Uma educação através da arte.

 

Educação através da arte – expressão criada por Herbert Read em 1943, se popularizou e chegou até nós. Posteriormente foi abreviada para arte-educação, mas seu espírito original ainda continua vivo: Arte-educação não significa o treino para alguém se tornar um artista, num dado ramo das artes. Antes, quer significar uma educação que tenha a arte como uma das suas principais aliadas. Que permita uma maior sensibilidade para com o mundo em volta de cada um de nós..”

 

De acordo com Ana Mae;

É importante salientar que tais orientações trouxeram uma contribuição inegável para a valorização da produção criadora da criança e do jovem, o que não ocorria na escola tradicional. Mas o princípio revolucionário que advogava a todos, independentemente de talentos especiais, a necessidade e a capacidade da expressão artística, foi aos poucos sendo enquadrado em palavras de ordem, como “o que importa é o processo criador da criança e não o produto que realiza” e “aprender a fazer, fazendo”.

 

Esses e muitos outros lemas foram aplicados mecanicamente nas escolas, gerando deformações e simplificações na idéia original, o que redundou na banalização do “deixar fazer” — ou seja, deixar o aluno fazer arte, sem nenhum tipo de intervenção.

Ao professor, destinava-se um papel cada vez mais irrelevante e passivo. A ele não cabia ensinar nada e a arte adulta deveria ser mantida fora dos muros da escola, pelo perigo da influência que poderia macular a “genuína e espontânea expressão infantil”.

 

O princípio da livre expressão enraizou-se e espalhou-se pelas escolas. O conceito de criatividade tornou-se presença obrigatória nos planejamentos de Teatro, Artes Plásticas e Educação Musical. O objetivo fundamental era facilitar o desenvolvimento criador.

 

Embora ambas Escola Tradicional e Nova se contraponham em proposições, métodos e entendimento dos papéis do professor e do aluno, as influências que exerceram nas ações escolares de Arte foram tão marcantes que ainda hoje permanecem mescladas na prática de professores de Arte.

 

Década de 60

Na entrada da década de 60, houve uma reorientação de pensamento sobre o ensino das artes em centros norte-americanos e europeus, questionando basicamente a idéia do desenvolvimento espontâneo na expressão artística, procurando definir a contribuição específica da arte para a educação do ser humano. A reflexão que inaugurou uma nova tendência, cujo objetivo era precisar o fenômeno artístico como conteúdo curricular, articulou-se em um duplo movimento: por um lado, a reorientação da livre expressão; por outro, a investigação da natureza da arte como forma de conhecimento.

 

Como em todos os momentos históricos, os anos 60 trouxeram práticas em educação, psicologia e arte estreitamente vinculadas às tendências do pensamento da época, que progressivamente contribuíram para uma transformação das práticas educativas de arte no mundo, questionando a aprendizagem artística como conseqüência natural apenas do processo de desenvolvimento do aluno.

 

“Mas o lugar da arte na hierarquia das disciplinas escolares corresponde a um desconhecimento do poder da imagem, do som, do movimento e da percepção estética como fontes de conhecimento.”

 

Até os anos 60, existiam pouquíssimos cursos de formação de professores nesse campo, e professores de quaisquer matérias ou pessoas com alguma habilidade na área (artistas e estudiosos de cursos de belas-artes, de conservatórios, etc.) poderiam assumir as disciplinas de Desenho, Desenho Geométrico, Artes Plásticas e Música.”

 

Década de 70

No início da década de 70, autores responsáveis pela mudança de rumo do ensino de arte nos Estados Unidos afirmavam que o desenvolvimento artístico é resultado de formas complexas de aprendizagem e que, portanto, não ocorre automaticamente à medida que a criança cresce; é tarefa do professor propiciar essa aprendizagem por meio da instrução.

 

Segundo esses autores, as habilidades artísticas se desenvolvem pelas questões que se apresentam ao aluno no decorrer de suas experiências de buscar meios para transformar idéias, sentimentos e imagens em um objeto material. Tal experiência pode ser orientada pelo professor e nisso consiste sua contribuição para a educação no campo da arte.

 

Porém, muitas perguntas continuaram surgindo, a partir da própria trajetória do ensino de arte no país; especialmente vindos por parte dos professores e com as questões veio também a necessidade de respostas (ver Ana Mae Barbosa, 1996):

 

- Que tipo de conhecimento caracteriza a arte?

- Qual a função da arte na sociedade?

- Qual a contribuição específica que a arte traz para a educação do ser humano?

- Como as contribuições da arte podem ser significativas e vivas dentro da escola?

- Como se aprende a criar, experimentar e entender a arte e qual a função do

   professor nesse processo?     

 

As tendências que se manifestaram no ensino de arte a partir das perguntas feitas pelos professores geraram a necessidade de estabelecimento de um quadro de referências conceituais solidamente fundamentado dentro do currículo escolar, focalizando a especificidade da área e definindo seus contornos com base nas características inerentes ao fenômeno artístico. E. B. Feldman, Thomas Munro e Elliot Eisner, ancorados em John Dewey, trataram das mudanças conceituais desse período.

 

No período que vai dos anos 20 aos dias de hoje — faixa de tempo concomitante àquela em que se assistiu a várias tentativas de trabalhar a arte fora das escolas, tais como os Conservatórios Musicais e Dramáticos, as Escolas de Música, as Escolinhas de Arte, vive-se o crescimento de movimentos culturais, anunciando a modernidade e vanguardas.

 

Foi marcante para a caracterização de um pensamento modernista a “Semana de Arte Moderna de São Paulo”, em 1922, na qual estiveram envolvidos artistas de várias modalidades: artes plásticas, música, poesia, dança etc.

 

O termo Arte-Educação serviu para identificar uma posição de vanguarda contra o oficialismo da educação artística nos anos 70 e 80.

 

Em 1971, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a arte é incluída no currículo escolar com o título de Educação Artística, mas é considerada “atividade educativa” e não disciplina.

 

            A introdução da Educação Artística no currículo escolar foi um avanço, principalmente se se considerar que houve um entendimento em relação à arte na formação dos indivíduos, seguindo os ditames de um pensamento renovador.

 

No entanto, o resultado dessa proposição foi contraditório e paradoxal. Muitos professores não estavam habilitados e, menos ainda, preparados para o domínio de várias linguagens, que deveriam ser incluídas no conjunto das atividades artísticas (Artes Plásticas, Educação Musical, Artes Cênicas).

 

Anos 70-80

Para agravar a situação, durante os anos 70-80, tratou-se dessa formação de maneira indefinida: “... não é uma matéria, mas uma área bastante generosa e sem contornos fixos, flutuando ao sabor das tendências e dos interesses”. A Educação Artística demonstrava, em sua concepção e desenrolar, que o sistema educacional vigente estava enfrentando dificuldades de base na relação entre teoria e prática.

 

Os professores de Educação Artística, capacitados inicialmente em cursos de curta duração, tinham como única alternativa seguir documentos oficiais (guias curriculares) e livros didáticos em geral, que não explicitavam fundamentos, orientações teórico-metodológicas ou mesmo bibliografias específicas.

 

As próprias faculdades de Educação Artística, criadas especialmente para cobrir o mercado aberto pela lei, não estavam instrumentadas para a formação mais sólida do professor, oferecendo cursos eminentemente técnicos, sem bases conceituais. Desprestigiados, isolados e inseguros, os professores tentavam equacionar um elenco de objetivos inatingíveis, com atividades múltiplas, envolvendo exercícios musicais, plásticos, corporais, sem conhecê-los bem, que eram justificados e divididos apenas pelas faixas etárias.

 

De maneira geral, entre os anos 70 e 80, os antigos professores de Artes Plásticas, Desenho, Música, Artes Industriais, Artes Cênicas e os recém-formados em Educação Artística viram-se responsabilizados por educar os alunos (em escolas de ensino médio) em todas as linguagens artísticas, configurando-se a formação do professor polivalente em Arte. Com isso, inúmeros professores deixaram as suas áreas específicas de formação e estudos, tentando assimilar superficialmente as demais, na ilusão de que as dominariam em seu conjunto.

 

No entanto, o que se desencadeou como resultado da aplicação indiscriminada de idéias vagas e imprecisas sobre a função da educação artística foi uma descaracterização progressiva da área.

 

A Educação Artística é desenvolvida como atividade e não disciplina, de acordo com a lei 5692/71, não exige notas em arte. A  Apreciação artística e a História da Arte não têm lugar nas escolas. As imagens são de livros didáticos, folhas para colorir e a produção das crianças. As visitas às exposições são raras. Fonte mais freqüente de imagem é a televisão. Artes visuais, portanto é confundida com laissez-faire. Temas banais, folhas para colorir, variação de técnicas e desenho de observação.

 

Anos 80 – 90

A partir dos anos 80 constitui-se o movimento Arte-Educação, inicialmente com a finalidade de conscientizar e organizar os profissionais, resultando na mobilização de grupos de professores de arte, tanto da educação formal como da informal. O movimento Arte-Educação permitiu que se ampliassem as discussões sobre a valorização e o aprimoramento do professor, que reconhecia o seu isolamento dentro da escola e a insuficiência de conhecimentos e competência na área. As idéias e princípios que fundamentam a Arte-Educação multiplicam-se no País por meio de encontros e eventos promovidos por universidades, associações de arte-educadores, entidades públicas e particulares, com o intuito de rever e propor novos andamentos à ação educativa em Arte.

 

Em 1988, com a promulgação da Constituição, iniciam-se as discussões sobre a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que seria sancionada apenas em 20 de dezembro de 1996.

 

Convictos da importância de acesso escolar dos alunos de ensino básico também à área de Arte, houve manifestações e protestos de inúmeros educadores contrários a uma das versões da referida lei, que retirava a obrigatoriedade da área. Com a Lei n. 9.394/96, revogam-se as disposições anteriores e Arte é considerada obrigatória na educação básica: “O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos” (art. 26, § 2o). Vê-se que da conscientização profissional que predominou no início do movimento Arte-Educação evoluiu-se para discussões que geraram concepções e novas metodologias para o ensino e a aprendizagem de arte nas escolas.

 

É com este cenário que se chegou ao final da década de 90, mobilizando novas tendências curriculares em Arte, pensando no terceiro milênio. São características desse novo marco curricular as reivindicações de identificar a área por Arte (e não mais por Educação Artística) e de incluí-la na estrutura curricular como área, com conteúdos próprios ligados à cultura artística e não apenas como atividade.

 

Dentre as várias propostas que foram sendo difundidas no Brasil na transição para o século XXI, destacam-se aquelas que têm se afirmado pela abrangência e por envolver ações que, sem dúvida, estão interferindo na melhoria do ensino e da aprendizagem de arte. Trata-se de estudos sobre a educação estética, a estética do cotidiano, complementando a formação artística dos alunos.

 

Ressalta-se ainda o encaminhamento pedagógico-artístico que tem por premissa básica a integração do fazer artístico, a apreciação da obra de arte e sua contextualização histórica.

 

Mas, “ Que tipo de conhecimento caracteriza a arte?”

Para Ana Mae

Arte não é básico, é fundamental. Arte não é enfeite, é cognição, é profissão, forma diferente de interpretar o mundo, a realidade, o imaginário, e é conteúdo.

 

Arte-Educação, no entanto, é epistemologia da Arte e, portanto, é a investigação dos modos como se aprende arte na escola de 1º grau, 2º grau, na Universidade e na intimidade dos Ateliers.

A práxis da arte-educação deve ser consistente e não deixar margens de dúvidas quanto ao seu papel na construção do conhecimento. Ana Mae (1996)

 

            Para a Professora Pimentel, Lúcia (CBC-Minas)

“Arte é a oportunidade de uma pes­soa explorar, construir e aumen­tar seu conhecimento, desenvolver suas habilidades, articular e realizar trabalhos estéticos e explorar seus sentimentos.

 

Proporciona meios de conhecer, apresentar, interpretar, simbolizar e metaforizar em um contexto de apreciação e valorização.

           

O ensino de Arte deve possibilitar a tod@s @s alun@s a construção de conhecimentos que interajam com sua emoção, através do pensar, do apreciar e do fazer arte.

 

 

            Na expectativa de desencadear as reflexões acerca da nossa práxis, enquanto professores de arte, ou afins, é preciso ressaltar ainda outros aspectos: o papel de todos os envolvidos nas escolas ou fora delas no processo ensino-aprendizagem, a importância dos movimentos de Arte-educação e; advindos deste o papel ou a postura política do professor de arte ou arte-educador.

 

Às vezes, temos a impressão de que tudo continua na mesma: a falta de tempos e espaços adequados para o Ensino da Arte; do conhecimento, do respeito e da valorização da área por parte de nossos colegas, coordenadores e equipe de direção; de materiais e infra-estrutura adequada.

 

E é com um certo grau de esperança (lembrando Paulo Freire), que temos diante de nós, depois de anos de luta política, um CBC - Currículo Básico Comum, em que todas estas questões são contempladas.

            Para cada uma das áreas artísticas, é necessário um professor especialista e condições mínimas de infra-estrutura para que seu ensino seja significativo. Fica claro que é extremamente desejável que sejam feitos projetos conjuntos integrados, desde que o conhecimento específico de cada área de expressão seja construído.

É fator importante equipar a escola com sala ambiente para desenvolver as aulas de arte, bem como criar espaço físico para a realização de projetos. Há também a necessidade de realizar visi­tas a museus, galerias, ateliês, ensaios de grupos de dança, peças teatrais, concertos e bandas musicais, apresen­tação de corais, espetáculos e outros, no intuito de proporcionar vivências significativas no ensino de Arte.

 

O ensino de arte no ensino médio deve contribuir para o fortalecimento da experiência sensível e inventiva dos estudantes, e para o exercício da cidadania e da ética construtora de identidades artísticas.

 

Ressalte-se a necessidade do aluno compreender e contextualizar a arte como criação e manifestação sociocultural e histórica, utilizada por diferentes grupos sociais e étnicos, interagente com o patrimônio nacional e internacional.

 

O ensino de Arte deve possibilitar a todos os alunos a construção de conhecimentos que interajam com sua emoção, através do pensar, do apre­ciar e do fazer arte.

 

 

É preciso ressaltar ainda, que no Brasil, na década de 70, vivíamos uma ditadura militar. Isto foi decisivo na formação das pessoas, que somos nós, a geração acima de 40 anos de idade. Geração esta, que se viu lesada, desprovida de lideranças e que perdeu a crença na importância do coletivo.

 

Então, o que dizer da postura do professor de arte, ou do arte-educador? Como temos assumido e compreendido nosso papel nesse lugar, que é o de Educar com Arte?

 

Resgatar esse sentimento de crença e esperança, conscientes de que o fazer está em nossas mãos e que somos capazes de modificar o que está aí e não vai bem. Fazendo frutificar em nós ações coletivas, através das Associações, de maneira que um profissional apóie o outro e juntos busquemos os novos tempos, em que os ideais, a sensibilidade, a ética, a estética e até mesmo as utopias possam ser manifestadas e almejadas. Numa valoração da pessoa humana, em suas formas de expressão, no exercício da solidariedade; e na criação de novos ou antigos espaços de convivialidade.

 

É preciso, e é possível resgatar o valor da família e do afeto. A esperança por um mundo melhor, mais humano e mais justo. E nada mais oportuno enquanto caminho, a educação através da arte!

 

 

 

 

Bibliografia

BARBOSA, Ana Mae – A imagem no Ensino da Arte:  Editora Perspectiva S.A.– São Paulo -1996

CBC - Conteúdo Básico Comum – Arte – Proposta Curricular: Secretaria do Estado de Educação de Minas Gerais - 2005

DUARTE JÚNIOR, João-Francisco – Por que Arte-Educação?: Papirus Editora – Campinas – SP -1991

PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais:arte – Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.

PIMENTEL, Lúcia Gouvêa – Palestra proferida aos professores da Rede Municipal de Educação – agosto/2007 – Belo Horizonte-MG.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COMUNICAÇÕES E

RELATOS DE EXPERIÊNCIA


 

 

 

 

 

Jammal

Tapeçaria do Nicolas II

Óleo sobre tela 90X90


COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

RESTAURAÇÃO E EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA CÂMARA MUNICIPAL DE UBERABA

Arte e Projetos Sociais

André Luis de Andrade[5]

Elisa Muniz Barretto de Carvalho[6]

Yarnel de Oliveira Campos[7]

 

Palavras-chave: Restauro. Câmara Municipal. Educação Patrimonial.

 

RESUMO

 

Esta comunicação refere-se ao trabalho de conclusão de curso do curso de Educação Artística Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE, que versa sobre o restauro na Câmara Municipal de Uberaba, local onde exerço a função de estagiário em restauração. Nesta monografia, falo sobre as diretrizes da restauração, isto é a Carta de Veneza e a Carta de Restauração, documentos universais que norteiam o trabalho de restauração em patrimônios históricos. Também relato a experiência do cotidiano no trabalho realizado nas salas da antiga presidência e no salão nobre desta casa. Identificando a necessidade de divulgação sobre o processo de restauração para o público em geral, proponho um projeto de educação patrimonial que promove a exposição didática sobre o processo de restauro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

A ARTE E SUA LIGAÇÃO COM O AMBIENTE NUMA PERSPECTIVA DE EDUCAÇÃO LÚDICA

Arte e Interdisciplinaridade

 

André Luís Fortes[8]

Elisa Muniz Barretto de Carvalho[9]

Yarnel de Oliveira Campos[10]

 

 

Palavras-chave: Arte. Ambiente. Educação Lúdica.

 

RESUMO

 

No presente trabalho, desenvolvemos uma pesquisa bibliográfica sobre a arte e sua ligação com o meio ambiente numa perspectiva de educação lúdica. Pretendemos contribuir para que o professor perceba a sua função social como articulador de uma proposta de educação ambiental lúdica, que provoque em seus alunos mudanças de hábitos e atitudes em relação ao ambiente. Portanto, a proposta é carregar de significados (prazer, alegria, responsabilidade, criatividade) tudo que realizarmos em sala de aula, pois a Arte estabelece uma atmosfera de produção, tornando-se um valioso caminho a ser percorrido com amor. Sendo assim, faz-se necessário que a escola, bem como toda sociedade, desperte para a importância da coleta seletiva e de seus benefícios. A Arte de construir com sucata é um elo de interação e prazer com o ato de educar para vida, que é, acima de tudo movimentar o desejo de aprender com prazer.

 


COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

A ARTE E AS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS: BUSCAS E POSSIBILIDADES

Arte no Ensino Fundamental e Médio

 

Carlos Felipe Peres Vilas Bôas[11]

Yarnel de Oliveira Campos[12]

 

Palavras chave: Arte. Professor. Deficiência física.

 

RESUMO

 

Este artigo refere-se à monografia desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba, no curso de Educação Artística e Artes Visuais. O presente trabalho tem como objetivo mostrar a importância da arte no cotidiano de pessoas portadoras de necessidades especiais, como mecanismo facilitador de melhor interação social. O primeiro capítulo tem como tema a deficiência física, onde se apresentam as definições de causas, características. No capítulo seguinte é abordada a temática da melhor interação social da pessoa portadora de necessidades especiais, a diversidade do processo de integração e os conceitos de inclusão. No segundo capítulo, são apresentadas algumas considerações sobre a inclusão nas artes, na cultura e na religião. O terceiro capítulo tem como temática a importância da atuação do professor de Educação Artística e as possibilidades de integração das pessoas com necessidades especiais nas artes. Discute a questão da inclusão do portador das necessidades especiais na escola, os desafios da educação e a importância do professor nas atividades artísticas para o portador de necessidades especiais. Conclui-se que a arte é um mecanismo eficiente como auxílio na integração total da pessoa portadora de deficiência física na sociedade. Deslumbra a externidade e proporciona a saída de seu mundo íntimo e que se torne uma pessoa participativa na sociedade.

 

 


COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

PABLO PICASSO E A DENÚNCIA SOCIAL

História da Arte

 

Célia Gomes Cardoso[13]

Mônica Prata Fernandes[14]

Yarnel de Oliveira Campos[15]

 

Palavras chave: Picasso. Guernica. Violência. Denuncia

 

RESUMO:

 

Este artigo refere-se à monografia desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba no curso de Educação Artística e Artes Visuais.  Tem como objetivo analisar a vida e a obra de Pablo Picasso, um dos maiores pintores do século XX, valorizando a expressão artística, provocando o poder de criação, observação, imaginação e compreensão da arte. Picasso passou por diversas fases, sendo a mais importante delas o cubismo que valorizava as formas geométricas e retratava os objetos como se eles estivessem fragmentados. Independentemente das fases por que passou Picasso, sempre utilizou de sua capacidade pictórica como instrumento de denuncia social, como se pode observar, por exemplo, na obra Guernica que retrata o bombardeio aéreo da cidade basca homônima e que matou homens, mulheres e crianças inocentes. Picasso mostrou o  horror da guerra através do exagero e de  formas distorcidas.

 

 

 


RELATO

A arte do teatro de bonecos de manipulação

Do Bunraku no Japão ao Giramundo no Brasil

Ensino de Arte na Educação Não-formal

 

Cristina Barbosa Morel[16]

Wanice Facure[17]

Yarnel de Oliveira Campos[18]

 

Palavras chave: Teatro. Manipulação. Bonecos.

 

RESUMO

 

O trabalho de pesquisa sobre o teatro de manipulação de bonecos, que se inicia no Japão através de Bunraku (teatro de manipulação de bonecos) e vai até alguns grupos no Brasil, com ênfase na Cia. Giramundo, tem como objetivo a divulgação da arte de trabalhar com os bonecos de uma forma lúdica e prazerosa. O teatro de bonecos no Japão é uma arte muito antiga, na qual se divulga através das peças teatrais, histórias do império, tragédias, aventuras de grandes guerreiros, entre outros. Os bonecos do teatro de Bunraku são manipulados por três pessoas que comandam partes do corpo do personagem. Nas peças, o narrador é quem faz a voz de todos os personagens, acompanhado por um tocador de shamisen, instrumento tipicamente tradicional no teatro Bunraku. Os grupos de teatro de Bunraku influenciaram muitos países culturalmente e o Brasil foi um deles. Vários grupos de manipulação de bonecos surgiram nas últimas décadas do século XX. Álvaro Apocalypse foi um dos fundadores da Cia. Giramundo, grupo mineiro que possui sua sede em Belo Horizonte, mantém o Museu dos Bonecos de Manipulação e ministra cursos profissionalizantes para jovens interessados na arte teatral dos bonecos. A Cia. Giramundo tem a preocupação em realizar as peças teatrais para todas as idades, baseadas em contos, no folclore e em histórias do próprio país. Trabalhar nessa pesquisa foi um aprendizado muito importante que me levou a conhecer um pouco da cultura japonesa e da cultura brasileira através do teatro de manipulação de bonecos. 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

ARTE NA EDUCAÇÃO ESPÍRITA: O CONHECIMENTO ALÉM DO ENSINO FORMAL

Ensino de Arte na Educação Não-formal

 

Daniel Gonçalves Moreira[19]

Yarnel de Oliveira Campos[20]

 

 

Palavras chave: Arte. Conhecimento. Educação Espírita.

 

RESUMO

 

Esta comunicação científica refere-se à monografia desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba no curso de Educação Artística e Artes Visuais. Enfoca o conhecimento como relação que se estabelece entre a consciência que conhece e o objeto a ser conhecido, e a arte com livre trânsito entre o conhecimento intuitivo e o discursivo. Nesse sentido, a arte correlaciona-se com a educação espírita. Esse tema tem como objetivo discutir o ensino da arte como forma intuitiva e discursiva de conhecer o mundo na perspectiva da doutrina espírita.  A arte é conhecida por suas várias percepções sensíveis, ora como meio de expressar uma narrativa, outra por lembrar um fato importante, ou ainda por despertar um sentimento religioso. Além de ser parte integrante e inseparável da expressividade humana, prova uma experiência emancipadora a quem vivencia.


RELATO

DANÇA, UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA

 Formação de professores de Arte

 

Daniela Reis[21]

 

Palavras Chaves: Dança. Escola. Arte.

 

RESUMO

 

O presente texto tem por objetivo discutir sobre a dança na educação e suas possibilidades de atuação no conteúdo escolar. Para tanto, partimos do princípio que esta linguagem artística pode desempenhar papel importante na educação dos corpos no processo criativo e interpretativo do aluno, pois dará a ele subsídios para melhor compreender, descontrair, experimentar e refletir sobre as relações que se estabelecem entre corpo e sociedade. A dança, inserida no currículo escolar, dependendo da maneira como for dirigida, propiciará ao aluno oportunidades para conhecer seu próprio corpo por meio de pesquisa criativa de movimentação e, por outro lado, possibilitará o desenvolvimento de uma aprendizagem integral. Assim, a questão central não é somente a dança como conteúdo escolar, mas, fundamentalmente, a maneira como esta será aplicada. Tomamos por referência nossa experiência particular desenvolvida na rede municipal de ensino na escola CAIC – Guarani da cidade de Uberlândia-MG.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

A ARTE PREPARANDO O CIDADÃO COM NECESSIDADES ESPECIAIS

Arte e Inclusão

 

Edna Lucia Francisco da Silva[22]

Elisa Muniz Barretto de Carvalho[23]

Yarnel de Oliveira Campos[24]

 

Palavras-chave: Arte. Inclusão. Formação Profissional.

 

RESUMO

 

A arte preparando o cidadão com necessidades especiais para o mundo é a minha monografia para a conclusão do curso de Educação Artística/Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba - CESUBE. Neste trabalho, pretendo mostrar que o cidadão com necessidades especiais, realizando e criando trabalhos artísticos, é capaz de sentir-se valorizado e respeitado na sociedade, podendo assim abrir caminhos para a sua profissionalização e sobrevivência independente. No primeiro capítulo desse trabalho, contextualizo a arte na educação. No segundo capítulo, relato o trabalho com as artes nas APAES e, finalmente, no terceiro capítulo, faço a relação entre arte, trabalho e cultura. O homem surge na história como um ser cultural e, graças à cultura e a arte, supera suas limitações orgânicas.


COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

EDUCAÇÃO PARA A VISUALIDADE: A “IMAGINAÇÃO” ATRAVÉS DA NARRATIVA LITERÁRIA

Arte e interdisciplinaridade

 

Fabíola Alessandra Rodrigues[25]

 

 

Palavras-chaves: Artes Visuais. Imagem. Visualidade.

 

RESUMO:

 

A pesquisa realizada teve como objetivo identificar o processo de compreensão das dimensões didático-pedagógicas no ensino de artes visuais a partir da análise das imagens que emergem da narrativa literária. Este estudo baseou-se em uma das categorias presentes na conferência/ensaio de Ítalo Calvino, em Seis propostas para o próximo milênio, intitulada Visibilidade. Esta categoria foi considerada pelo autor como valor literário, que deve ser preservado na contemporaneidade. A importância de se construir uma metodologia para o ensino das artes visuais, amparada pela literatura é de se educar visualmente, devido à constatação de uma aculturação e “anestesia” visual presenciada na atualidade. Através de práticas educativas, como projeto de aplicação da pesquisa, a proposta foi a criação de uma “biblioteca de imagens”, articulada com a sugestão de Ítalo Calvino de construir uma “pedagogia da imaginação”, que se configurou como processo prático, em recorrer à imaginação e à memória para absorção e recepção das imagens, valorizando o processo imaginativo presente na literatura, e reformulando o pensamento visual com a leitura de contos.

 

  

 

 

 

 

 

 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

DESENVOLVIMENTO DO DESENHO INFANTIL NA EDUCAÇÃO

Arte no Ensino Fundamental

 

Graziele Souza [26]

Elaine Corsi [27]

Yarnel de Oliveira Campos[28]

 

Palavras chave: Garatujas. Desenho. Arte.

 

RESUMO

 

Este artigo refere-se à monografia desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba, no curso de Educação Artística e Artes Visuais, e tem como objetivo demonstrar que a importância das garatujas não reside na beleza estética, mas na descoberta de possibilidades de representações simbólicas.  A arte é essencial na vida de uma criança, ela começa a desenhar a partir de uma brincadeira que se inicia quando adquire a capacidade de segurar o lápis. Existem várias fases no desenvolvimento do desenho da criança. Uma delas aparece por volta dos dezoito meses de idade: a garatuja. Quando acontecem seus primeiros rabiscos, representa o início de sua expressão com os traços, e se estende até por volta dos sete anos que é a fase esquemática. O desenho para a criança é um estado de prazer, expressão onde ela se identifica e compreende seus pensamentos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

MÚSICA NA EDUCAÇÃO FORMAL: POSSIBILIDADES E BUSCAS

Arte no Ensino Fundamental e Médio

 

Joheber Antônio Silva[29]

Yarnel de Oliveira Campos[30]

 

Palavras chave: Arte. Música. Ensino formal.

 

RESUMO

 

Este artigo refere-se à monografia desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba no curso de Educação Artística e Artes Visuais. Trata-se das múltiplas possibilidades que o ensino da música proporciona na busca do conhecimento e a sua contribuição para o desenvolvimento do conhecimento cognitivo em ambiente harmonioso e prazeroso.  O artigo tem como objetivo destacar a importância da música no contexto escolar e sugerir a sua estruturação como disciplina regular. Discute a problemática da socialização dos alunos, ensinando-os, na prática, a vivenciarem novas experiências, como o respeito mútuo, a construção em grupo e a percepção sonora. O procedimento metodológico busca as abordagens: bibliográfica e a pesquisa de campo. Procurou-se especialistas e professores na área de música do Colégio Cenecista Dr. José Ferreira que contribuíram para elucidar alguns procedimentos quase inexistentes no ensino público. A pesquisa bibliográfica denunciou uma desarticulação entre a teoria e a prática, principalmente no ensino público. A música pertence ao cotidiano das pessoas; quando se caminha, tem-se um ritmo, o próprio “tic tac” do relógio indica uma pulsação, o rádio ligado, a televisão, o assobiar e o batucar na mesa, até sem perceber. Vive-se e respira-se música todos os dias, por isso a sua importância no ensino formal.

 


COMUNICAÇÃO

UM ESTUDO SOBRE O DESENVOLVIMENTO HUMANO A PARTIR DE ANÁLISES SOBRE O DESENHO INFANTIL

Ensino de Arte no Ensino Infantil

 

Esp. Kátia da Silva Cunha[31]

Ms. Maria Socorro Ramos Militão[32]

Natália Aparecida Pimenta[33]

 

 

Palavras chave: Desenho infantil. Filosofia da linguagem. Educação.

 

RESUMO

 

Pretendemos neste estudo analisar os desenhos infantis e suas elaborações para entender como as crianças solucionam e desenvolvem suas composições, nosso interesse é uma educação que abarque as capacidades expressivas, cognitivas e intelectuais em desenvolvimento. Os desenhos são elaborações abstratas e expressivas, portanto, servem como via de relacionamento entre as crianças e o mundo. Assim, não consideramos padrões artísticos ou psicologias sobre os desenhos, mas buscamos sustentação na filosofia, entendendo que a capacidade de elaboração e assimilação são questões filosóficas determinantes no desenvolvimento expressivo e nas relações sociais. Elegemos o existencialismo de Sartre (1905-1980) pela análise que ele faz da construção subjetiva da consciência a partir da referência do outro; e os estudos fenomenológicos de Merleau-Ponty (1908-1961), por serem os desenhos uma forma lúdica da criança ser no mundo, expressando-se em uma totalidade. Por fim, buscamos as referências analíticas de Rudolf Arnheim (1904-1997) sobre os estágios de desenvolvimento infantil, através dos desenhos, vinculados às análises de Duarte Junior (1953-) sobre pedagogia aplicada a estas elaborações. Considerando que cada criança tem seu ritmo de aprendizagem, buscamos fortalecer a criatividade e autonomia no uso das soluções encontradas nos desenhos para outras áreas de conhecimento, respeitando a individualidade expressiva em formação.

 

 

 

COMUNICAÇÃO

Interatividade: participação ativa do adolescente com materiais artísticos

Ensino de Arte no Ensino Fundamental e Médio

 

Esp. Lucia Maria Pena Ribeiro dos Santos[34]

Wanice Facure[35]

Yarnel de Oliveira Campos[36]

 

Palavras-chave: Arteterapia. Interatividade. Adolescentes.

 

RESUMO

 

O objetivo desta monografia é o exame das artes realizado em relação à Arteterapia e a criatividade artística que se realiza a partir da interatividade do indivíduo com os materiais de arte. A Arte desempenha um papel potencialmente vital no desenvolvimento humano. O trabalho expõe uma investigação do desenvolvimento artístico/educacional, baseada no estudo das teorias que discorrem sobre o tema; na observação qualitativa de adolescentes pré-vestibulandos e na prática da Arteterapia. Baseia-se na artista Lygia Clark e em suas obras interativas, seu contexto histórico que colocava em foco as vanguardas e a censura dos anos 60 e 70 em que a artista viveu. Abrange também o conhecimento da arte, dos materiais e das técnicas usadas em um setting terapêutico (oficina terapêutica), além da interação ativa dos adolescentes com estes materiais e com estas técnicas, em um período em que eles vivenciam muitos desafios. Entende que a arte, como forma de comunicação sensorial, não só despertará sensações adormecidas, mas também procurará reativar as percepções do mundo e para o mundo, promovendo o encontro do adolescente com a sua realidade. A discussão do desenvolvimento artístico geral é concluída com uma descrição das contribuições da Arteterapia.

 

 

 

 

RELATO

PROJETO JOVEM MÚSICO

Arte e Projetos Sociais

Maria Lúcia Campos de Sousa[37]

Cristina Arruda[38]

Mário Jaime Costa Andrade (Majaca)[39]

Edna Mara Pantaleão Marques[40]

Palavras-chave: Música. Educação. Cidadania.

 

RESUMO:

 

O Projeto Jovem Músico, gestado na Prefeitura Municipal de Uberaba pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura, SEPPAI, em parceria com o CENEG, vem com a idéia básica de colocar as práticas musicais ao alcance dos alunos da rede Municipal de Uberaba, integrar a música às atividades educacionais e incorporar efetivamente a música com experiência educacional que permita aos indivíduos se relacionarem com esta forma de expressão humana, transformando-a num elo de organização e socialização. O Projeto iniciou-se em 18/09/06, com a participação de 170 alunos de 06(seis) escolas municipais. O referido projeto propõe a iniciação musical instrumental, oferecendo aos alunos aulas teóricas como suporte para as aulas práticas, com o intuito de  formar uma Banda de Música Municipal.  Em 2007, este projeto foi ampliado, beneficiando mais seis escolas municipais, totalizando hoje 318 alunos atendidos, com funcionamento de segunda a
sexta-feira. Além da formação da Banda Municipal, o projeto oferece também a formação musical em teclado, violão, bateria e flauta. Com pouco mais de 10 meses, nota-se o grande avanço dos alunos no desenvolvimento da sensibilidade e do prazer musical, o que lhes permite o relacionamento interpessoal de forma organizada, integrando a música às atividades educacionais.

 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

REVISTA DIGITAL ART&: CRIAÇÃO, INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM COLABORATIVA

Arte e interdisciplinaridade

Martha M. Prata-Linhares[41]

Jurema Luzia de Freitas Sampaio-Ralha[42]

Gisele Torres Martini[43]

Anna Rita Ferreira de Araújo[44]

 

 

 

Palavras-chave: Arte. Revista digital. Educação a distância.

 

RESUMO:

Este trabalho pretende apresentar os caminhos, desde a criação, o desenvolvimento e manutenção de um projeto administrado pela Internet. A Revista Digital Art& surgiu de um debate numa lista de discussão e é mantida, voluntariamente e via internet, por um grupo de profissionais comprometidos com a causa do Ensino de Arte. É a primeira publicação indexada digital sobre ensino de arte em língua portuguesa, a única da área no Brasil. Tem o propósito de divulgar pesquisas científicas e projetos em Arte nas suas mais variadas formas.  O trabalho relata, de forma sintética, o processo da criação da revista, passando pelos problemas enfrentados, as soluções encontradas e, por fim, os planos para os próximos anos. A criação e o desenvolvimento da Revista Digital Art& tornou- se um projeto possível, graças às possibilidades de comunicação e interação proporcionadas pela Internet.

 

 

 

 

 

 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

ASPECTOS DA RELIGIÃO GAULESA VISTOS ATRAVÉS DE ASTERIX

Arte e interdisciplinaridade

 

Mônica Prata Fernandes[45]

 

Palavras chave: Arte seqüencial. Religião. História.

 

RESUMO:

 

Esta comunicação refere- se a um artigo científico realizado no curso de pós-graduação em Cinema e Literatura em Sala de Aula (UNITRI - Uberlândia) e que tem como objeto a série francesa Asterix. Esse trabalho é baseado em pesquisas bibliográficas, em especial sobre celtas (gauleses) e romanos, além de filmes e histórias em quadrinho. A pesquisa tem como objetivo traçar um paralelo entre a história em quadrinho, os filmes e a realidade vivida por estes povos da Antigüidade, enfocando, principalmente, a religião. Estudando este material, vemos que é possível destacar, além dos aspectos religiosos, aspectos históricos, culturais e artísticos destes povos. A partir do pressuposto que é imprescindível o conhecimento do contexto histórico no estudo da História da Arte, ressalto também a importância do lado lúdico e artístico dos quadrinhos no ensino de arte.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

A IMPORTÂNCIA DO DESENHO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Arte no Ensino Fundamental

 

Myrian Silva Oliveira[46]

                                                                                                                        Elaine Corsi[47]

Yarnel de Oliveira Campos[48]

 

Palavras chave: Arte. Criança. Desenho. Ensino infantil.

 

RESUMO

 

Este trabalho tem o objetivo de fazer com que o professor de arte na Educação Infantil procure incentivar o desenvolvimento dos desenhos das crianças e respeitar o desenvolvimento de cada uma ao realizar suas produções. E, para isto, é necessário que o professor utilize métodos de ensino diferenciados, ou seja, que motive a criança a produzir seus desenhos com propostas que fazem parte do seu cotidiano e a oriente a lembrar-se dos detalhes e das formas de qualquer objeto. Na tentativa de colaborar, foi desenvolvido um trabalho com crianças da Educação Infantil, entre cinco e seis anos, com propostas de trabalhos que façam com que elas sintam prazer e consigam evoluir seus desenhos, passando assim de uma etapa para outra. Para isso, é necessário um longo período de tempo para obter os resultados esperados. Reconhecemos que é preciso mudar a forma de trabalhar com os alunos, como, por exemplo, propor temas livres e folhas mimeografadas que deixam as crianças perdidas ou que só trabalhem a sua coordenação motora. Agindo desta forma, sabemos que as crianças não conseguirão se desenvolver de maneira espontânea e criativa em suas fases de formação. O objetivo deste trabalho é destacar a importância do ensino de arte para a criança e sua importância na Educação Infantil.   

 

 

 

 

 

 

 

 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

A ARTE DE CARAVAGGIO

História da Arte

Roberta Borges Canelhas[49]

Mônica Prata Fernandes[50]

Yarnel de Oliveira Campos[51]

 

Palavras chave: Caravaggio. Barroco. Pintura.

 

RESUMO:

 

Este artigo refere-se à monografia desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba no curso de Educação Artística e Artes Visuais e tem como objetivo estudar e conhecer a vida e a obra de um dos maiores gênios da pintura barroca — Michelangelo Merisi, conhecido popularmente pelo celebre apelido de “Caravaggio”, assim como sua importância para o contexto histórico de sua época e sua influência nos dias atuais. O estudo das obras e da vida curta e atribulada de Caravaggio se deve, principalmente, por sua genialidade em pintar os mártires sacros com uma extrema realidade profana, em trabalhar a realidade como ele a via, e, sobretudo por ser o ápice de um  movimento artístico – o Barroco –  que tinha como alvo propagar a glória e o poder da  igreja católica. E é exatamente esse movimento  que o levou a ter em sua vida dois extremos, glória e frustração. Concluo este trabalho destacando sua obra tão influente e, ao mesmo tempo, incompreendida que vem despertando paixão e admiração ao longo dos séculos, e, principalmente, nos dias atuais, evidenciando o talento do gênio que não teve discípulos e sim  seguidores.

 

 

 

 

 

 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

PREMISSAS DA COLAGEM

Ensino de Arte na Educação Não-formal

 

Rosalina Aparecida de Morais Cardoso[52]

Mônica Prata Fernandes[53]

Yarnel de Oliveira Campos[54]

 

 

Palavra chave: Colagem. Técnica. Experiência.

 

RESUMO

 

Este trabalho tem como objetivo mostrar o valor e o registro da colagem ao longo da história da arte, suas técnicas e seus procedimentos, contribuindo e interagindo no ensino formal e informal, destacando sua importância na formação dos alunos. Tem como base trabalhos realizados por grandes artistas, tais como Pablo Picasso, George Braque, Henri Matisse, que se utilizaram dessa técnica na composição de suas obras. Concluo este trabalho relatando minhas experiências com as técnicas de colagem em minhas produções artísticas e pedagógicas, que me proporcionaram um enriquecimento profissional e pessoal através de pesquisas, experiências e dedicação. A técnica da colagem torna-se cada vez mais imprescindível, independentemente de talentos especiais, e tem causado grande influência na arte, tornando-se respeitada, assim como as demais formas artísticas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RELATO

REPRESENTAÇÃO DAS SIMBOLOGIAS DA MORTE EM ALGUMAS OBRAS DE MESTRE ATAÍDE

Ensino de História da Arte

 

Esp. Sandra Beatriz Duarte de Freitas[55]

 

Palavras-chaves: Mestre Ataíde. Morte. Simbologias

 

RESUMO:

 

Após leitura, observação e análise de algumas obras de Mestre Ataíde, o tema da morte foi estudado pelas seguintes perspectivas: a morte e o erotismo, as simbologias cristãs da morte e, também, a condição ocidental da morte. Foi levado em consideração o contexto histórico, a estética barroca e também alguns aspectos referentes à vida “familiar” do artista. O cenário artístico colonial captou tais influências e as refletiu em suas pinturas, nas imagens que recorrem ao tema da morte. Foi percebido que parte do acervo imagético de Manoel da Costa Ataíde é destinado à morte, à transitoriedade da vida, à salvação, enfim, às simbologias da morte. Quais os motivos de a morte ser tão representada por Mestre Ataíde? Por que ele recorre continuamente a esta simbologia? Ao final da investigação feita, conseguimos alcançar o objetivo primeiro que foi verificar a recorrência das simbologias da morte em algumas de suas obras. Houve realmente influência das simbologias da morte européia (por meios de missais ou gravuras), colonial (de acordo com suas vivências e o meio social) e erótica (dado a uma vida onde a afetividade e o sexo precisavam ser mascarados) em algumas de suas obras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA ÀREA DA SÁUDE

Arte e Educação Inclusiva

 

Sandra Maria Paulino[56]

Wanice Facure[57]

Yarnel de Oliveira Campos[58]

Darcy Bosco[59]

 

 

Palavras-chave: Arte. Sentimentos. Humanização.

 

RESUMO

 

Este artigo refere-se à monografia desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba, CESUBE, no Curso de Artes Visuais. Tem como objetivo mostrar como a arte de contar histórias dentro da área da saúde colabora com o equilíbrio humano para o enfrentamento de situações difíceis. O ERA UMA VEZ... faz parte da vida humana desde o tempos das cavernas, ajudando na construção de nossa história. Com arte, magia e criatividade conseguimos atingir os mais profundos dos sentimentos, a esperança, a auto-estima e a coragem. Com este trabalho, conseguirei, com a magia da arte, levar a humanização para dentro dos hospitais, dos corações dos enfermos, como também dos médicos, enfermeiros e funcionários.

 

 

 

 

 

RELATO

FORMAÇÃO DE GRUPO DE ESTUDOS EM ARTE

Ensino de arte no Ensino Fundamental

 

Sérgio Souza[60]

 

Palavras-chave: Estética; Arte-Educação; Estudo de vida e obra de artista

 

RESUMO:

 

A E. M. Milton Campos possui um painel do artista Chanina Luwisz Szejnbejn, aluno do pintor Alberto da Veiga Guignard. Em 1976, a escola foi inaugurada e recebeu um painel pintado por Chanina que ficou exposto no auditório da escola. Com o passar dos anos e com as transformações no prédio escolar, o painel circulou por outros espaços. Atualmente, o painel encontra-se danificado e em péssimas condições de instalação. A partir de 2006, um projeto de estudo e reconhecimento dessa obra e da vida do pintor Chanina foi desenvolvido por uma professora com duas turmas de 2º Ciclo. Em 2007, o Projeto Chanina foi discutido nos turnos da escola e algumas ações foram implementadas por professores isoladamente e em grupos. Como professor de Arte no 2º Ciclo, iniciei um trabalho com as turmas em que leciono. Formei um grupo com 15 alunos que realizará estudos sobre a vida e obra de Chanina, além de pensar, discutir e implementar atividades para o restante dos alunos. Esse grupo tem se reunido uma vez por semana e realizado pesquisas, leituras de textos, análises de obras e, o mais importante, reflexões sobre a arte, a produção artística e a fruição estética.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

Desenho e papel expressando a sensibilidade no ensino fundamental

Ensino de Arte no Ensino Fundamental

 

Soraya Celestino[61]

Gilberto Aparecido Damiano[62]

 Daniela S. Durante[63]

Américo Galvão Neto[64]

Palavras-chaves: Desenho. Papel. Sensibilidade

 

Resumo

 

Esta comunicação expõe a práxis de professores que atuam na disciplina de Artes, 5a a 8a séries do Ensino Fundamental, da Rede Municipal de Juiz de Fora. Tem como foco os suportes usados na expressão da Sensibilidade (ou Racionalidade Estética) que vieram à tona através da pergunta: Como você percebe a Sensibilidade nas suas aulas? Escolhidos os critérios (por amostragem intencional) e a metodologia (de orientação fenomenológica, que privilegia temas oriundos – através da redução – da própria linguagem dos depoentes), fizemos a escuta de 13 pessoas (3 do sexo masculino), buscando mostrar as relações entre Sensibilidade e Educação. Relações que abarcam o racional-conceitual, a emoção, o sensorial, o corpo – na perspectiva de uma formação estética. No entanto, o que mais se desvendou foi a dificuldade de vivenciarem a Sensibilidade (como abertura para variadas experiências ou como um aspecto mais emocional e pessoal – este último é bem demarcado) e a predominância do desenho e do papel como suportes para expressão da mesma. Detectou-se, ainda, que a maioria tem formação específica em variadas Artes, porém uma ausência de referenciais teórico-metodológicos, seja no campo mais específico da graduação/especialização artística seja no aspecto didático-pedagógico. Espera-se, porém, melhor compreensão da experiência estético-educacional dos educadores.

 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

CONSTITUIÇÃO DE SABERES E PRÁTICAS DOCENTES EM E SOBRE UM GRUPO DE PROFESSORES DE ARTE

Formação de professores de Arte

 

Teresa Cristina Melo da Silveira[65]

Myrtes Dias da Cunha[66]

 

Palavras-chave: Saberes e práticas docentes. Grupos. Ensino de Arte.

 

RESUMO

 

Os saberes e as práticas docentes possuem diversas origens, como, por exemplo, em grupo de estudos. Os objetivos da nossa pesquisa foram os de conhecer as características, as funções e os modos de funcionamento (individuais e coletivos) presentes no grupo de professores de Arte da Rede Municipal de Uberlândia; os saberes do grupo acerca de si mesmo; como o grupo pensa, fala, sente e age em relação a si próprio e aos seus integrantes; os significados e sentidos que esses professores produzem em relação à sua participação no grupo. Para tanto, realizamos durante dois anos uma observação participante no referido grupo, associada à construção de notas de campo, gravações das reuniões, análise documental e entrevista coletiva. Essas estratégias foram fundamentadas e analisadas sob referencial teórico de diferentes autores, discutindo a formação do professor e seus saberes específicos, a importância e a caracterização de grupos sociais, desenvolvendo uma pesquisa com Abordagem Qualitativa. Produzimos alguns indicadores que caracterizam o grupo investigado e apresentamos as análises das suas diferentes configurações e dinâmicas, bem como da freqüência e da participação de seus integrantes. Destacamos, ainda, a (re)elaboração e (re)significação das idéias, experiências e saberes dos professores de Arte no seu trabalho, inclusive nas visualidades das produções
plástico-visuais produzidas.

 

 

 

RELATO DE EXPERIÊNCIA

O PERCURSO DO ENCONTRO DE ARTE EDUCAÇÃO EM UBERABA

Arte e Projetos Sociais

Terezilda Barreira Portilho[67]

Elisa Muniz Barretto de Carvalho[68]

 

Palavras-chave: Formação social. Encontro de Arte Educação.

 

RESUMO

 

A presente comunicação objetiva relatar sobre o percurso do Encontro de Arte Educação de Uberaba, que hoje se intitula CONAPAR. Durante cinco anos, este encontro, concebido como uma atividade acadêmica do curso de Educação Artística/Artes Visuais do CESUBE, contribuiu para a formação social de estudantes e professores de Arte que estiveram tanto envolvidos na sua organização, como na efetiva participação da programação. Participar nas decisões desde horário, tema, local e envolver-se na divulgação e realização do encontro, possibilitou aos participantes das equipes organizadoras uma visão de organização e de trabalho coletivo. Participar como congressista possibilitou reflexões e troca de experiências entre profissionais do ensino de Arte e conseqüente fortalecimento da luta pelas reivindicações da qualificação profissional no ensino de Arte de Uberaba e região. Os encontros tiveram um número médio de 180 pessoas e a equipe organizadora envolvida em torno de 12 pessoas, estudantes e professores de Arte. Os encontros tiveram, em média, a duração de três dias e sempre com a presença de um profissional da Arte, para palestra ou mesa de debates, vindo de fora de Uberaba. Com o registro da Associação dos Professores de Arte de Uberaba e Microrregião – APAR o encontro passou também a contar com a presença de ex-alunos e professores da comunidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RELATO

ARTES E PROCESSOS CRIATIVOS: A SENSIBILIZAÇÃO DO OLHAR HUMANISTA NA SAÚDE

Ensino de Arte no Ensino Superior

 

Wanice Alves Facure Locci[69]

 

 

Palavras-chave: Arteterapia; Saúde; Humanização.

 

RESUMO:

 

Com o objetivo de desenvolver a observação, a recepção e a apreensão do olhar, através da análise das diversas dimensões da Arte e de estimular o potencial artístico através da experiência do fazer artístico, sensibilizando e proporcionando um olhar humanista, a disciplina Artes e Processos Criativos, faz parte da grade curricular do curso de Enfermagem, da FACTHUS. Ao trabalhar nove técnicas distintas: desenho, pintura, modelagem, colagem, fantoche, tapeçaria, origami, teatro e contação de histórias, perceberam que as atividades artísticas funcionavam como um canal de auto-expressão e criatividade, dando suporte aos futuros enfermeiros de perceberem e transformarem o ambiente de trabalho, de maneira mais humana, pois qualquer pessoa que fique exposta a um ambiente de inatividade acaba tornando-se reflexo do próprio ambiente e agravando a enfermidades e deficiências já existentes. Não há a pretensão da cura da doença, mas a Arte pode ajudar o paciente que se encontra em uma situação delicada a expressar seus sentimentos, lidando com seus medos e com suas dores, tornando o ambiente hospitalar mais acolhedor e menos assustador.

 

 

 

 

RELATO DE EXPERIENCIA

ACOLHIDA MARISTA

Arte e Projetos Sociais

 

Ana Aparecida Boaventura Carneiro[70]

Palavras-chave: ONG. Educação. Arte.

 

RESUMO

 

A casa da acolhida Marista de Uberaba desenvolve, desde 2002, um projeto de assistência, educação e promoção social com crianças e adolescentes, com idade entre 7 a 16 anos. Trata-se de uma ONG mantida pelos Irmãos Maristas, que promove ações sócio-educativas, como apoio pedagógico, oficinas de artesanato, informática, desenho, inglês e atividades esportivas. Desenvolvemos com os educandos e suas mães, atividades artísticas manuais, fazendo uso de papel reciclado utilizado como matéria-prima, confeccionando diversos objetos utilitários e de uso decorativo. Atualmente 42 educandos estão integrados nas atividades. A partir do estímulo ao desenvolvimento da criatividade, incentivamos a produção de objetos com bom acabamento, de modo que possam ser mais bem valorizados pelo mercado. Desta forma, além da promoção da auto-estima e da inclusão social, objetivamos também, com as mães, oferecer oportunidade de qualificação profissional em trabalhos artesanais. Os resultados verificados durante os cinco anos de trabalho atestam a melhoria da auto-estima, bom nível de aprendizagem e grande motivação por parte dos participantes no desempenho das atividades propostas. Apesar dos bons resultados atingidos, procuramos atualmente aumentar a participação das mães dos educandos no projeto, de vez que ela é ainda pequena.


SEQÜÊNCIA DAS APRESENTAÇÕES

 

SALA 1

Coordenadores de apresentações: Prof.a Elaine e Prof. Yarnel

Recursos: Data show e retroprojetor

 

14 h

A IMPORTÂNCIA DO DESENHO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Myrian Silva Oliveira – Ms. Elaine Corsi

 

14 h25

DESENVOLVIMENTO DO DESENHO INFANTIL NA EDUCAÇÃO

- Graziele Souza – Ms. Elaine Corsi

 

14h50

MÚSICA NA EDUCAÇÃO FORMAL: POSSIBILIDADES E BUSCAS

 - Joheber Antônio Silva – Ms. Yarnel de Oliveira Campos

 

15h15

PROJETO JOVEM MÚSICO

- Maria Lucia Campos de Sousa – Esp. Cristina Arruda – Esp. Mário Jaime Costa Andrade – Esp.  Edna Mara Paantaleo Marques

 

15h40

UM ESTUDO SOBRE O DESENVOLVIMENTO HUMANO A PARTIR DE ANÁLISES SOBRE O DESENHO INFANTIL

Esp. Kátia da Silva Cunha – Ms. Maria do Socorro Militão – Natália Aparecida Pimenta

 

16h05

ARTE NA EDUCAÇÃO ESPÍRITA: O CONHECIMENTO ALÉM DO ENSINO FORMAL

- Daniel Gonçalves Moreira – Ms. Yarnel de Oliveira Campos

 

16h30

ARTE E PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS: BUSCAS E DESCOBERTAS

- Carlos Felipe Peres Vilas Boas – Ms. Yarnel de Oliveira Campos

 

 

 

 

 


SALA2

Coordenadores de apresentações: Prof.a Elisa e Prof.a Terezilda

Recursos: Data show

 

14 h

O PERCURSO DO ENCONTRO DE ARTE EDUCAÇÃO EM UBERABA

- Terezilda Barreira Portilho – Ms. Elisa Muniz Barretto de Carvalho

 

14 h25

REVISTA DIGITAL ART&: CRIAÇÃO, INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM COLABORATIVA

- Ms. Martha M. Prata-Linhares – Ms. Jurema Luzia de Freitas Sampaio-Ralha – Esp. Gisele Torres Martini – Ms. Anna Rita Ferreira de Araújo

 

14h50

FORMAÇÃO DE GRUPOS DE ESTUDOS EM ARTE

- Sérgio Souza

 

15h15

A ARTE E SUA LIGAÇÃO COM O AMBIENTE NUMA PERSPECTIVA DE EDUCAÇÃO LÚDICA

- André Luis Fortes - Ms. Elisa Muniz Barretto de Carvalho

 

15h40

ARTE: PREPARANDO O CIDADÃO COM NECESSIDADES ESPECIAIS

- Edna Lucia Francisco da Silva – Ms. Elisa Muniz Barretto de Carvalho

 

16h05

RESTAURAÇÃO E EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA CÂMARA MUNICIPAL DE UBERABA

- André Luis de Andrade – Ms. Elisa Muniz Barretto de Carvalho

 

16h30

CONSTITUIÇÃO DE SABERES E PRÁTICAS DOCENTES EM E SOBRE UM GRUPO DE PROFESSORES DE ARTE

- Ms. Teresa Cristina Melo da Silveira – Dra Myrtes Dias da Cunha

 

 

 

 

 


SALA 3

Coordenadores de apresentações: Prof.a Mônica e Prof. Osvaldo

Recursos: Data show, TV e Vídeo

 

14 h

ASPECTOS DA RELIGIÃO GAULESA VISTOS ATRAVÉS DE ASTERIX

- Esp. Mônica Prata Fernandes

 

14 h25

PREMISSAS DA COLAGEM

- Rosalina Aparecida de Morais Cardoso – Esp. Mônica Prata Fernandes

 

14h50

A ARTE DE CARAVAGGIO

- Roberta Borges Canelhas – Esp. Mônica Prata Fernandes

15h15

REPRESENTAÇÃO DAS SIMBOLOGIAS DA MORTE EM ALGUMAS OBRAS DE MESTRE ATAÍDE

- Esp. Sandra Beatriz Duarte de Freitas

 

15h40

EDUCAÇÃO PARA A VISUALIDADE: A “IMAGINAÇÃO” ATRAVÉS DA NARRATIVA LITERÁRIA

- Fabíola Alessandra Rodrigues

 

16h05

PABLO PICASSO E A DENÚNCIA SOCIAL

- Célia Gomes Cardoso – Esp. Mônica Prata Fernandes

 

16h30

 

 

 

 

 


SALA 4

Coordenadores de apresentações: Prof.a Wanice e Cátia

Recursos: Data show

 

14 h

DESENHO E PAPEL EXPRESSANDO A SENSIBILIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL

- Ms. Soraya Celestino – Dr. Gilberto Aparecido Damiano – Esp. Daniela S. Durante – Esp. Américo Galvão Neto

 

14 h25

A ARTE DO TEATRO DE BONECOS DE MANIPULAÇÃO DO BUNRAKU NO JAPÃO AO GIRAMUNDO NO BRASIL

- Cristina Barbosa Morel – Esp. Wanice A. Facure Locci

 

14h50

ARTES E PROCESSOS CRIATIVOS: A SENSIBILIZAÇÃO DO OLHAR HUMANISTA NA SAÚDE

- Esp. Wanice Facure Locci

 

15h15

DANÇA, UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA

- Ms. Daniela Reis

 

15h40

ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA ÀREA DA SÁUDE

- Sandra Maria Paulino – Esp. Wanice Facure Locci – Esp. Darci Bosco

16h05

IMAGINASONS E REPRESENTASONS EM UM COTIDIANO EDUCACIONAL PERIFÉRICO

- Gustavo Coelho

 

16h30

Interatividade: participação ativa do adolescente com materiais artísticos

- Esp. Lucia Maria Pena Ribeiro dos Santos – Esp. Wanice Facure Locci

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OFICINAS

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

Jammal

Tapeçaria do Nicolas

óleo sobre tela 90X90


 1.  Oficina de Teatro

Luis Pablo Trentin Mack

Objetivo:

 

2. Oficina: Construindo mandalas com os quatro elementos (arteterapia)

Raquel Cardozo Paiva

Objetivo: através do ato de fazer mandalas, estimular a mente e equilibrar as emoções, proporcionando atitudes que geram integração e autoconhecimento. 

 

3. Oficina de Oxidação em Tela

Hercules Locci

Objetivo: explorar materiais alternativos, como limalha de ferro, corantes e grafite sobre tela.

 

4. Oficina 2 em 1 : Movimento e Dança e Iniciação ao Clown

Valéria Silva Monteiro e Márcio Leandro Gomes

Objetivos: "A arte de se expressar com naturalidade, prazer e fantasia." e "Se sentir livre para sorrir, criar e encantar..." 

 

5. Oficina de Contação de História com dobraduras

Daniel Gonçalves Moreira

Objetivos: Realizar dobraduras a partir de histórias contadas.

 

 


LISTA DE MATERIAL PARA AS OFICINAS

 

ATENÇÃO, CONGRESSISTAS:

 

  • Cada participante deverá levar seu material para a realização das oficinas!
  • As oficinas acontecem na sexta-feira às 19 horas e 30 min.

 

1.     Oficina de Teatro

·         Não há lista de material.

 

2.     Oficina: Construindo mandalas com os quatro elementos – Arteterapia

·         Material necessário por pessoa:

 

• papel para dobradura (qualquer)

• tesoura

• caixa de giz de cera

• uma vela

• uma caixa de fósforo

• papel duro (tipo pratinho pequeno de festa, de papelão)

• tinta guache (pelo menos três cores: azul, vermelho e amarelo)

• pincel

• toalha

• pote

• sementes (feijão, milho, arroz, grãos em geral)

• cola cascorez azul

• papel tipo cartolina ou canson

 

3.     Oficina: Oxidação em Tela

·         Material necessário por pessoa:

 

- bombril

- uma tela ou mais - mínimo 40x30 máximo 40 x 60

- cola branca PVA (Cascorez rótulo azul)

- um rolo de fita crepe

- duas trinchas ¾ ou maior

- um lápis

- uma régua 30 cm

- avental

- Luva

- três recipientes para mistura – tipo PET (3 por pessoa)

- corantes líquidos (azul, vermelho, amarelo, verde, marrom, preto, magenta) (duas  bisnagas de cada cor. (Este vocês podem combinar de dividir com os colegas).

 

4.   Oficina 2 em 1 : Movimento e dança e Iniciação ao Clown

·         Não há lista de material.

 

5.   Oficina: Oficina de Contação de História com dobraduras

·         Material necessário por pessoa:

 

- 15 pedaços de papel superlustroso cortados no tamanho de 15 cm por 15 cm

 

 

 

 

 

 

 

 

 

APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS

 


 

 

 

Jammal

Nero

Óleo sobre tela 80X80


APRESENTAÇÃO MUSICAL

 

– Banda Municipal de Uberaba – Projeto Jovem Músico

 

PROJETO JOVEM MÚSICO

 

O Projeto Jovem Músico, criado na gestão atual, é coordenado pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura, por meio do Departamento de Ensino e Apoio Pedagógico. Atende 318 alunos, de 9 a 14 anos, que estudam nas escolas municipais de Uberaba.

O referido projeto desenvolve atividades voltadas para a iniciação musical instrumental em teclado, violão, flauta, bateria, além das aulas teóricas, como suporte às aulas práticas.

Desses 318 alunos, aproximadamente 60 são integrantes da Banda de Música Municipal de Uberaba, com instrumentos de sopro e percussão, sob a regência do Maestro Orialdo Benedito da Silva.

Este projeto permite aos alunos se relacionarem de forma organizada, prazerosa, integrando a música às atividades educacionais.

 

– Coral do Colégio Cenesista Dr. José Ferreira

 


EXPOSIÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS

 

JAMMAL

(Marcos Cezar Jammal)

 

 

Belo Horizonte

24/05/1949.

 

Professor, pintor, desenhista, ceramista e escultor.

Assina  - Jammal –

Recebe Título de Imortal e Comendador pela Ordem do Mérito das Belas Artes do Rio de Janeiro em 1998.

 

Catalogado na Publicação ARTES PLÁSTICAS BRASIL de Maria Alice e Júlio Louzada, volume XII (12BRC/209(2000)); Publicação ARTE & ARTÍSTAS – Maimeri – volume I pág. 88 – Itália (2000).

 

Freqüentou as Escolas Guignard/BH/MG, Nacional de Belas Artes/RJ, École D´Art de Montmartre e Centro D´Art Contemporâneas Georges Pompidou, as duas últimas em Paris/França.

 

INDIVIDUAIS: Em 1986, Querência, Espaço Cultural Casa de Campo – Uberaba/MG; em 1990, 1995 e 1997 a 2005 Galeria Projeto Arte – Uberaba/MG; em 1993 Arte Vida e Alegria no Espaço Cultural Banco do Brasil – Brasília/DF; em 1994 Espaço de Artes Jardim Tropical – Brasília/DF; de 1994 a 1996 Espaço Cultural Caixa Econômica Federal – Sacramento/MG  e Brasília/DF.; em 1995  Espaço Cultural Centro Clinico Sul – Brasília/DF; em 1997, Evento Comemorativo XXVI aniversário do Hospital das Forças Armadas – Brasília/DF; em 1999 Espaço Cultural Pub Méd. – Uberaba/MG.

 

COLETIVAS: 1991 – Casa da Cultura – Uberaba/MG; Espaço Cultural Shopping Urbano Salomão – Uberaba/MG; 1993 – Talentos Uberabenses – Uberaba/MG; Galeria Anexo I do Senado Federal – Brasília/DF ; - 1993, 1997, 1998, 1999 – Uberaba de Portas Abertas, Arte Plural, Recriando o Natal e Um Olhar sobre a Cidade – Fundação Cultural – Uberaba/MG; 1994 – VII Salão Brasileiro de Arte na Fundação Mokiti Okada – São Paulo/SP; 1995 – Artistas Mineiros no Espaço Cultural Administração Regional – Guará/DF, Espaço Cultural Santos Dumont, VII, IX, XI, e XII Mostra na Art Décor e Galeria de Arte Vincent Van Gogh – Sobradinho/DF.; 1996 – Espaço Cultural Caixa Econômica Federal – Brasília/DF, Galeria de Ares Brasilar – Uberaba/MG, Uberaba Mostra seus Artistas no Clube Uirapuru – Uberaba/MG; 1998 – Convite ‘a Arte na Praça Interna da Câmara Municipal de Uberlândia – Uberlândia/MG; 1999 - O Significado do Número Sete no Centro Cultural Cecília Palmério da Universidade de Uberaba – Uberaba/MG;  O Significado do Número Sete na Praça de Eventos do Shopping – Uberaba/MG; 2000 – XXIV Salão de Artes Plásticas Contemporâneo da Pinacoteca Municipal Miguel Ângelo Pucci – Franca/SP, Espaço Cultural da Assembléia Legislativa de Minas Gerais – Belo Horizonte/MG; 2001 - Jubileu de Ouro da Universidade de Uberaba na Biblioteca Central e Centro Cultural Cecília Palmério – Uberaba/MG; 2002 – III Salão de Arte Contemporânea (Premio Aquisição Prefeitura de Uberaba – Uberaba/MG; 2003 – IX Mostra de Arte da Justiça Federal na Subseção de Uberaba – Uberaba/MG; 2003 – IV Salão de Arte Contemporânea de Uberaba (Premio de Aquisição Fosfértil) – Uberaba/MG;  2004 – V Salão de Arte Contemporânea de Uberaba – Uberaba/MG;  2004 – Galeria de Arte da Revista de Pintura Domani – São Paulo/SP; 2004 – Espaço Cultural da Revista Domani – São Paulo/SP; 2005 – Coletiva de Artes e Artistas Shooping Uberaba – Uberaba/MG 

 

INTERNACIONAL: 2001 – Grande Salão Luso-Brasileiro, Sala Marques – Lisboa/Portugal (Menção Honrosa), Gran Salón Real de Madri – Madri/Espanha (Medalha de Prata).; 2002 – Canadá Art Show – Toronto/Canadá (Máster Bronze Medal)

 

 

 

Marcos Cezar Jammal

Rua Maximiano José de Moura, 223

39055-430 – Uberaba – Minas Gerais

mcjammal@yahoo.com.br

034-33137741 / 33328898 / 91440589

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jammal

Vila

Óleo sobre tela 80X120


 

APRESENTAÇÃO TEATRAL

 

- Grupo Pose – “Um mundo sem adultos”
- Grupo Teatral do Colégio Apoio – “Anjos Partidos”
- Cia Hebeas Corpus – “A caixa dos sonhos”

 

 

 

 


ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE ARTE DE UBERABA

E MICRO REGIÃO – BREVE HISTÓRICO

 

A Associação de Professores de Arte de Uberaba e Microrregião – APAR nasceu de uma assembléia no 2o ENARTE – Encontro de Arte Educação em Uberaba, no mês de junho de 2004. Nesta assembléia, com a participação de estudantes e educadores (cerca de 150 pessoas), foi constatada a necessidade de uma entidade que defendesse os direitos dos arte educadores e promovesse uma efetiva valorização do Ensino de Arte em Uberaba e microrregião.
Anterior a este encontro, já se reuniam estudantes e professores de Arte para discutir sobre as condições de ensino e sobre os problemas com currículo e a organização escolar. Era o grupo “Chá com Arte”. O grupo realizava suas reuniões mensalmente, desde setembro de 2003, e havia constatado a necessidade de organizar uma associação que unisse os arte educadores de Uberaba. Mas foi no 2o ENARTE, com a presença da diretora da FAEB – Federação dos Arte Educadores do Brasil, Itamar Alves Leal, que foram tomadas as iniciativas para a formação da Associação e diretoria provisória.

O grupo da “diretoria provisória” eleita no domingo, dia 27 de junho de 2004 (por assembléia), começou a se reunir para encaminhar as reivindicações dos professores e alunos presentes ali naquele encontro.

Formou-se uma comunidade virtual para debates sobre a Arte nas suas diversas linguagens, bem como a situação do seu ensino em Uberaba e região. O site da comunidade virtual está em funcionamento desde agosto de 2004 com o endereço: http://br.groups.yahoo.com/group/enarte

Em 2006, fizemos o registro em cartório da Associação e realizamos o 1o Congresso, o CONAPAR, com a presença de Ana Mae Barbosa.

 

 

 


 

 

 

AGRADECEMOS A TODOS QUE, DE ALGUMA FORMA, CONTRIBUIRAM PARA A REALIZAÇÃO DESTE EVENTO,

EM ESPECIAL:

 

 

 

 

APOIO E PATROCINADORES

 

ESCOLA CRIATIVA DE UBERABA

DGV CORRETORA DE SEGUROS

PAPELARIA D’SANTOS

FUNDAÇAO MUNICIPAL DE ENSINO SUPERIOR - FUMESU

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE UBERABA - CESUBE

COLÉGIO NOSSA SENHORA DAS DORES

TAMAREIRAS PARK HOTAL

ARROZ CASA GRANDE

RESTAURANTE COZINHA D’OURO

ATELIER BALAIO DE ARTE

GANGHARA ARTE DECORATIVA

CAFÉ DO PRODUTOR

FLORICULTURA INHAÇA

CENTRO EDUCACIONAL CAMINHANDO PARA O FUTURO

 

 



* Professora substituta do Departamento de Artes Visuais da FAFCS/UFU e professora efetiva no Ensino de Arte da Rede Municipal de Uberlândia – Ensino Fundamental.

[1] Para um cargo de 24 horas/aula semanais o professor deve cumprir na escola 20 horas/aula: sendo 18 horas/aula com os alunos dentro da sala (ministrando sua disciplina) e 2 horas/aula (também denominadas como módulos) fora da sala de aula, dedicadas à leitura, ao planejamento, às reuniões, à orientação pedagógica, à organização de material e a outras atividades pertinentes às suas funções. As outras 4 horas/aula (ou 4 módulos) o professor deve cumprir em casa ou onde melhor lhe convier, mas ficando à disposição da escola, caso sua presença seja solicitada. Os professores que se reúnem no CEMEPE usam apenas um dos dois módulos semanais que devem cumprir na escola, sendo que o outro módulo fica acumulado em 4 horas/aula durante o mês. Esta é a carga horária destinada mensalmente às reuniões de área no CEMEPE, visando, principalmente, à formação continuada dos educadores. 

[2] Cf. TINOCO, 2003.

[3] Cf. SOUSA, 2006.

[4] Cf. Barbosa (1991).

[5] André Luis de Andrade é graduando do curso de Educação Artística/Artes Visuais do CESUBE, artista plástico e estagiário do A3 Artes Aplicadas de Uberaba.

[6] Professora e coordenadora do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE.

[7] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

[8] Graduando do curso de Artes Visuais do CESUBE, músico e professor de Arte no Ensino Ffundamental e Médio. É artesão de materiais recicláveis.

[9] Professora e coordenadora do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE.

[10] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

[11] Graduando no curso de Educação Artística e Artes Visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba. carlosfischer2@yahoo.com.br

[12] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

[13] Graduanda no curso de Educação Artística e Artes Visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba. celiagomes22@hotmail.com

[14] Professora de História da Arte e Cinema no curso de Educação Artística/Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, especialista em Patrimônio e Gestão Cultural e  Cinema e Literatura em sala de aula .  molusco3@terra.com.br

[15] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

 

[16] Formada em História, graduanda em Artes Visuais e professora de Artes no Ensino Médio, Fundamental e na Educação Infantil, trabalhando atualmente na Escola Pequeno Estudante em Uberaba.

[17] Graduada em Letras, pela UNIUBE - Universidade de Uberaba; Especialista em Educação Artística, pela FIJ – Faculdades Integradas de Jacarepaguá; Especialista em Administração de Saúde Pública, pela UNAERP, Universidade de Ribeirão Preto. Professora na Faculdade de Talentos Humanos – FACTHUS, no Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE, no Colégio APOIO, no Colégio Opção e sócia do Ateliê Balaio de Arte.

[18] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

 

[19] Graduando no curso de Educação Artística e Artes visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba. É professor na rede pública de ensino e participa de ações comunitárias espíritas em Uberaba.

[20] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

 

[21] Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Uberlândia, mestre em História Social da Cultura pela mesma instituição, professora do curso de Teatro da Federal de Uberlândia, bailarina pesquisadora-intérprete e educadora de dança no projeto Dança na Escola, na rede municipal de ensino.

 

[22] Edna é graduanda do curso de Educação Artística/Artes Visuais do CESUBE e professora da APAE de Conceição das Alagoas.

[23] Professora e coordenadora do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE.

[24] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

 

[25] Graduada no curso de Licenciatura em Desenho e Plástica – UEMG/Escola de Design – BH/MG. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Design e Cultura – UEMG/Escola de Design – BH/MG. Docente da rede municipal e estadual de Ribeirão da Neves/MG. Belo Horizonte – MG.

 

 

[26] Graduanda no curso de Educação Artística e Artes Visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba. graziele__@hotmail.com

[27] Professora do Centro de Ensino Superior de Uberaba, Mestre pela Universidade Federal de Uberlândia. elacorsi@yahoo.com.br

[28] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

 

[29] Graduando no curso de Educação Artística e Artes Visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba.

[30] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

 

[31] Graduada e Licenciada em Filosofia (UFU-MG). Especialista em Filosofia Clínica pelo Instituto Packter-Rg e Graduanda em Artes Visuais (UFU-MG). Professora de filosofia e artes da Cooperativa Educacional de Uberlândia (Colégio Ápice).

[32] Graduada, Licenciada em Filosofia. Especialista em Ética e Filosofia Política (UFU-MG). Mestre em Filosofia Política (UFG-GO). Doutoranda em Sociologia (UNESP-Araraquara-Sp). Bolsista CAPES.

[33] Graduanda em Psicologia (UFU-MG).

[34] Graduanda do curso de Artes Visuais do CESUBE, licenciada em História. Professora de Arte no Ensino Médio.

[35] Graduada em Letras, pela UNIUBE - Universidade de Uberaba; Especialista em Educação Artística, pela FIJ – Faculdades Integradas de Jacarepaguá; Especialista em Administração de Saúde Pública, pela UNAERP, Universidade de Ribeirão Preto. Professora na Faculdade de Talentos Humanos – FACTHUS, no Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE, no Colégio APOIO, no Colégio Opção e sócia do Ateliê Balaio de Arte.

[36] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

 

[37] Pedagoga, habilitada em Música (Piano e Teclado) e Educação Artística, curso de Extensão de Literatura Infanto-Juvenil. Trabalha na Secretaria Municipal de Educação e Cultura, no Departamento de Ensino e Apoio Pedagógico, Coordena os Projetos Canto Coral, Jovem Músico ( CENEG) e Fanfarra. Natural de Uberaba.

[38] Graduada em Piano, Educação Artística. Pós-graduada em Artes. Trabalha na Escola Municipal Reis Júnior (Projeto Canto Coral), no CENEG (Projeto Jovem Músico), vinculado à Prefeitura Municipal de Uberaba, e no Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi. Natural do Rio de Janeiro.

[39] Pedagogo, Músico, Agente Cultural, é Coordenador e Professor do Grupo de Percussão Axé-Uai, Professor de Bateria no Projeto Jovem Músico e Professor Universitário na UNIPAC e CESUBE. Natural de Uberaba, MG.

[40] Graduada em Piano e Educação Artística, Pós-graduada em Técnica em Expressão, Graduada em Letras (Português – Inglês). Trabalha na Escola Municipal Celina Soares de Paiva, E.M. Maria Lourencina Palmério e Catru (Projeto Canto Coral), Professora de Percepção no Projeto Jovem Músico. Natural de Uberaba.

 

[41] Doutoranda e Mestre em Educação pela PUC-SP, Licenciada em Educação Artística pela UnB, professora na Universidade de Uberaba no Instituto de Formação de Educadores. Nascida em Uberaba.

[42] Mestre em Artes pelo IA-UNESP, Especialista em Arte: Ensino e Produção e Licenciada em Artes Plásticas e Educação Artística, todos pela PUC Campinas. Professora na Faculdade Comunitária de Campinas, no Curso de Pedagogia. Empresária e consultora. Nascida no Rio de Janeiro.

[43] Graduação em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, Especialização em Arte  Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade de Brasília.

[44] Mestre em Artes pela USP, Especialista em Artes Visuais e Licenciada em Educação Artística pela UFG, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, natural de Goiânia.

[45] Graduada em História com pós-graduação em Patrimônio e Gestão Cultural e Cinema e Literatura em sala de aula. Professora de História da Arte e Cinema no curso de Educação Artística/Artes Visuais do CESUBE.  

 

[46] Graduanda do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE.

[47] Professora do Centro de Ensino Superior de Uberaba, mestre pela Universidade Federal de Uberlândia. elacorsi@yahoo.com.br

[48] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

 

[49] Graduanda no curso de Educação Artística e Artes Visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba.

[50] Professora de História da Arte e Cinema no curso de Educação Artística/Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, especialista em Patrimônio e Gestão Cultural e Cinema e Literatura em sala de aula .  molusco3@terra.com.br

[51] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

[52] Graduanda do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE e artista plástica.

[53] Professora de História da Arte e Cinema no curso de Educação Artística/Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, especialista em Patrimônio e Gestão Cultural e Cinema e Literatura em sala de aula .  molusco3@terra.com.br

[54] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

[55] Graduada no Curso de Licenciatura em Desenho e Artes Plásticas – UEMG/Escola de Design – BH/MG. Pós-graduanda no Curso Ensino e Pesquisa no Campo da Arte e Cultura - UEMG/Escola Guignard – BH/MG. Assistente de Coordenação no Centro Educacional Professor Estevão Pinto Belo Horizonte - MG

 

[56] Graduanda no Curso de Educação Artística e Artes Visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba. smsunega@yahoo.com.br.

[57] Graduada em Letras, pela UNIUBE - Universidade de Uberaba; Especialista em Educação Artística pela FIJ – Faculdades Integradas de Jacarepaguá; Especialista em Administração de Saúde Pública, pela UNAERP, Universidade de Ribeirão Preto. Professora na Faculdade de Talentos Humanos – FACTHUS, no Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE, no Colégio APOIO, no Colégio Opção e sócia do Ateliê Balaio de Arte.

[58] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br

[59] Professora Escola Apoio e Funcionária do Departamento de Projetos Especiais na Secretaria de Educação de Uberaba, Pós-graduada em  Lingüística Aplicada pela UNIUBE. darci.bosco@uberaba.mg.gov.br

 

 

[60] Licenciado em Artes Visuais (Escola de Design / UEMG). Professor da Escola Municipal Milton Campos. Coordenador do Projeto de Musicalização da EM Milton Campos (violão, flauta doce e percussão). Idealizador do Projeto Latema (Lata-Poema) com a escritora Jussara Santos. Ilustrador e artista plástico. Participante do Núcleo de Design e Cultura da Escola de Design/UEMG

 

[61] Mestre em Educação pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (2004), professora da Escola Municipal de Santa Cecília e tem experiência na área de Letras.

[62] Doutor em Educação; professor nos cursos de especialização “Arte Educação Infantil” e “Educação Ambiental” na Faculdade de Educação/UFJF e pesquisador associado ao Núcleo de Educação em Ciência, Matemática e Tecnologia/UFJF (Educação Ambiental). É técnico-administrativo em educação, atuando no Instituto de Artes e Design/UFJF e um dos líderes do grupo de pesquisa ARGO: Arte, Mídia e Formação Estética (ARGO-IAD/UFJF).

[63] Graduação na Faculdade de Odontologia pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2001) e especialização em Arte-Educação Infantil/UFJF (2006); tem experiência na área de educação, com ênfase em ensino-aprendizagem; é atriz.

[64] Graduado em Psicologia, Mestre em Educação pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (2005); especialista em Gestão Ambiental pela UFJF; é consultor de organização do Instituto Doctum de Educação e Tecnologia Ltda; tem experiência na área de educação e o tema: cinema e educação.

 

[65] Professora de Arte da Rede Municipal de Ensino de Uberlândia-MG e professora de Prática de Ensino do Departamento de Artes Plásticas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas (UFU); Especialista em Educação (UNICLAR); Especialista em Ciências da Religião (UFU); Especialista em Psicanálise e Educação (FASSEM); Mestre em Educação (UFU). Membro do Núcleo de Pesquisa no Ensino de Arte (NUPEA) da UFU e do grupo de estudos dos professores de Artes Visuais do CEMEPE. Criadora do Projeto Oficinas de Criatividade que proporciona auxílio para o exercício docente nas suas diversas expressões.

[66] Orientadora

[67] Terezilda Barreira Portilho é professora e associada da APAR, membro da equipe organizadora do congresso, desde o primeiro encontro.

[68] Elisa Muniz Barretto de Carvalho é professora e coordenadora do curso de Artes Visuais do CESUBE e Diretora Presidente da APAR.

[69] Graduada em Letras, pela UNIUBE - Universidade de Uberaba; Especialista em Educação Artística, pela FIJ – Faculdades Integradas de Jacarepaguá; Especialista em Administração de Saúde Pública, pela UNAERP, Universidade de Ribeirão Preto. Professora na Faculdade de Talentos Humanos – FACTHUS, no Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE, no Colégio APOIO, no Colégio Opção e sócia do Ateliê Balaio de Arte.

 

[70] É aluna do curso de Artes Visuais no Centro de Ensino Superior de Uberaba e professora no Projeto Acolhida Marista.




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