No ano de 2007, foi realizado o 2º CONAPAR com o tema EDUCAR COM ARTE.
Deixo aqui o registro do ANAIS registrado com o ISBN 978-85-60052-01
2o Congresso da Associação
dos Professores de Arte de Uberaba e Micro Região - CONAPAR
5 o Encontro de Arte Educação
em Uberaba - ENARTE
ANAIS
Curso de Educação Artística /Artes
Visuais
Centro de Ensino Superior de Uberaba —
CESUBE
Associação dos Professores de Arte de
Uberaba e Microrregião - APAR
Outubro 2007
Uberaba-MG
Organização
do ANAIS
Elisa
Muniz Barretto de Carvalho
Mônica Prata Fernandes
Teresa
Maria Machado Borges
Revisão
Andréa
de Castro Ralize
Dados Internacionais de Catalogação na
Publicação (CIP)
|
DIRETORIA
DA APAR
Segunda Diretoria
Gestão 2007-2008
Eleita em 06/2007
Diretora
Presidente:
Elisa
Muniz Barretto de Carvalho
Vice-diretora
Presidente:
Maria
Helena Dias e Silva
Diretora
Tesoureira e de Patrimônio:
Wanice Alves Facure Locci
Vice-diretor Tesoureiro e de Patrimônio:
Daniel Gonçalves Moreira
Diretora
Secretária:
Cátia
Queiroz Fernandes
Vice-diretora
Secretária:
Clésia
Ângela e Silva
COMISSÃO
DE ORGANIZAÇÃO DO EVENTO
Cátia
Queiroz Fernandes
Clésia
Ângela e Silva
Daniel
Gonçalves Moreira
Elisa
Muniz Barretto de Carvalho
Luciana
de Lima Costa
Maria
Helena Dias e Silva
Mizac
Limírio da Silva
Mônica Prata Fernandes
Teresa
Maria Machado Borges
Terezilda Barreira
Portilho
Thiago Caetano de Freitas Neto
Wanice Alves Facure Locci
Yarnel de Oliveira Campos
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE
UBERABA – CESUBE
DIRETOR
ACADÊMICO
Neivaldo
Carneiro MIranda
VICE-DIRETORA
ACADÊMICA
Renata
Teixeira Junqueira
COORDENADORA
DO CURSO DE EDUCAÇAO ARTÍSTICA/ARTES VISUAIS
Elisa
Muniz Barretto de Carvalho
APRESENTAÇÃO
A Associação
de Professores de Arte de Uberaba e Microrregião (APAR) ao realizar, no ano de
2007, o 5º Encontro de Arte-educação de Uberaba (ENARTE) e o 2º Congresso da
Associação de Professores de Arte de Uberaba e Microrregião (CONAPAR) inclui,
mais uma vez, dentre as ações voltadas para a ampliação do diálogo sobre o
ensino de Arte, a publicação destes ANAIS, contendo as comunicações científicas
apresentadas nesse evento.
Qual o valor
desses registros, no plano individual e coletivo, quando um congresso tem como
tema Educar com Arte?
Para Vygotsky,
“uma palavra desprovida de pensamento é
uma coisa morta, e um pensamento não expresso em palavras permanece uma
sombra”.
Expressar o
pensamento, registrar a ação e a reflexão sobre a prática educativa, ousar
tirar da sombra a riqueza do processo de despertar e aprimorar a linguagem
artística em diferentes sujeitos, dentro e fora do ensino regular, permite que
cada educador em particular tome consciência de sua ação, como uma fonte de
energia para prosseguir na busca de novos espaços nos quais a arte esteja
presente. No plano coletivo, a socialização de experiências e projetos de
pesquisa possibilita que esses sujeitos se percebam inseridos em um amplo
movimento em prol da Arte Educação ou, como afirma Madalena Freire, “na medida em que me aproprio de minha fala
sobre um determinado objeto estou no caminho para apropriar-me do sentido de
minha prática sobre esse objeto” – o que ajuda a compreender como as
comunicações orais e os registros escritos de pesquisas e experiências
apresentadas nesse Congresso consolidam e mantêm o processo permanente de
construção de conhecimentos acerca do ensino de Arte.
Na diversidade
das comunicações registradas nestes Anais, o leitor irá encontrar aquelas
voltadas para o trabalho com a Arte na Educação Infantil, no Ensino Fundamental
e Médio, bem como outras que mostram a Arte na educação não-formal, ora
integrando diferentes linguagens artísticas, tais como o teatro, a música, a
dança, ora mostrando a arte na construção da cidadania e o seu valor em
diferentes projetos sociais, incluindo aqueles direcionados à educação de
sujeitos com necessidades especiais, além de outros, mostrando o caráter
interdisciplinar da Arte com diferentes áreas do conhecimento.
Neste sentido,
é importante lembrar que as certezas de que um educador necessita são mais
numerosas do que as que encontra à sua disposição, o que justifica o
investimento em projetos que possam, a exemplo do CONAPAR, possibilitar que
profissionais, doutorandos, mestrandos e especialistas se encontrem com alunos
do Curso de Educação Artística/Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de
Uberaba – CESUBE, além de estudantes de graduação e professores da comunidade e
de outros locais, criando um espaço fértil de reflexão e troca de experiências,
no qual teoria e prática, pensamento e realidade, pesquisa e ação pedagógicas
se articulam no que, sabiamente se denominou, “Educar com Arte”.
Teresa Maria Machado Borges
Prof.a do Curso de Educação
Artística/Artes Visuais do CESUBE
Membro da Comissão Científica do CONAPAR
Associação dos
Professores de Arte de Uberaba e Microrregião - APAR
e o Curso de Educação
Artística / Artes Visuais do CESUBE
realiza:
2º
CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE ARTE
DE UBERABA E MICRORREGIÃO - CONAPAR
e
5° Encontro de Arte
Educação em Uberaba - ENARTE
PROGRAMAÇÃO
Dia
05 de outubro – sexta-feira
18h30:
Credenciamento
19
h:
Abertura com show musical Banda Municipal de
Uberaba/Projeto Jovem Músico
Exposição de Artes
Plásticas: Marcos Cezar Jammal
19h30:
Oficinas de arte
Dia
06 de outubro – sábado
8h30:
Credenciamento e show musical: Coral do Colégio Cenesista Dr. José Ferreira
9 h:
Mesa sobre o ensino de arte: “Educar com Arte”
Adriana Valéria Pessoa – AMARTE – Belo
Horizonte
Teresa Cristina Melo da Silveira – UFU - Uberlândia
Maria Auxiliadora Gontijo Lopes – Smed –
Uberaba
12
h:
Intervalo para o almoço
14
h:
Comunicações científicas e relatos de
experiências
17
h:
Mostra de Teatro
Grupo Pose – “Um mundo sem adultos”
Grupo Teatral do Colégio Apoio – “Anjos
Partidos”
Cia Hebeas
Corpus – “A caixa dos sonhos”
18
h:
Encerramento: entrega de certificados e CD com
Anais
19
h:
Confraternização
LOCAL
Colégio Nossa Senhora
das Dores – Uberaba – Minas Gerais
Rua Madre Maria José, 75
Uberaba - MG
SUMÁRIO
|
|
Apresentação |
06 |
|
|
Educar
com Arte – mesa de debates |
10 |
|
|
Ensino
de Arte na rede municipal de Uberlândia: considerações acerca de seu percurso
histórico |
12 |
|
|
Educar
com Arte |
18 |
|
|
Comunicações
e Relatos de Experiência |
28 |
|
|
Seqüência
das Apresentações |
57 |
|
|
Oficinas
|
61 |
|
|
Apresentações
Artísticas |
65 |
|
|
Exposição
de Artes Plásticas |
68 |
|
|
Breve
Histórico da APAR |
72 |
|
|
Agradecimentos |
73 |
|
|
|
|
EDUCAR COM ARTE
MESA DE DEBATES
Jammal
Tapeçaria
do Nicolas I
Óleo
sobre tela 80X120
Ensino
de Arte na Rede Municipal de Uberlândia: Considerações acerca de seu percurso
histórico.
Prof.a Ms. Teresa Cristina Melo da Silveira*
teca.ensinodearte@centershop.com.br
A
nossa pesquisa de Mestrado refere-se à constituição de saberes e práticas
docentes em e sobre um grupo de professores de Arte, abordando em um dos
capítulos algumas considerações sobre o seu percurso histórico .
O
grupo investigado caracteriza-se como um espaço de dedicação ao desenvolvimento
profissional dos educadores, configurando-se como uma resposta à necessidade
crescente de se investir na sua formação continuada e buscando condições para a
realização de reflexões e discussões sobre as teorias, os métodos educacionais,
a realidade histórica e sociocultural e a própria ação docente.
Oficialmente,
o Ensino de Arte foi instituído na Rede Municipal em 1989, a partir de um
Projeto de Arte Educação do Departamento de Projetos Especiais da Secretaria
Municipal de Educação, uma das Divisões de Ensino existentes na época, a partir
de um Projeto de Arte Educação.
Em
1990, iniciou-se então as ações do referido Projeto sob a forma de oficinas
pedagógicas trabalhadas no extraturno que, desse modo, não se constituíam uma
disciplina regular presente na grade curricular da escola.
Ao
final de 1990, o Projeto de Arte Educação passa por uma primeira reformulação e
é proposto à SME como uma componente curricular a ser instituído nas escolas
municipais. Contudo, devido ao pequeno número de professores de Arte na Rede, o
Ensino de Arte continuava sendo oferecido somente como atividades
extracurriculares nas escolas.
Em
1991, com a contratação de mais professores e com o aumento do número de
escolas da Rede Municipal, houve uma ampliação das aulas de Artes e a
implantação dessa disciplina nas instituições escolares, bem como a
sistematização de reuniões, objetivando o estudo e a troca de experiências
entre os docentes da área.
Em
dezembro de 1991, o Projeto de Arte Educação passa por sua segunda
reformulação, realizada pelo grupo de professores de Arte, levando-se em conta
as suas experiências vividas em sala de aula e buscando um aprofundamento
teórico a partir de leituras diversas, no sentido de assegurar o Ensino de Arte
em todas as escolas municipais. O documento então estruturado passa a vigorar
em 1992. A partir deste documento, o grupo de professores de Arte da Rede
Municipal de Ensino explicita a valorização do espaço de estudo e formação
continuada conquistado na elaboração do Projeto de Arte Educação e, por ocasião
de suas reformulações (em 1990, 1991 e 1993), procuram preservá-lo como um modo
de confirmar e manter a qualidade do Ensino de Arte nas escolas, objetivando
igualmente consolidá-lo na grade curricular das mesmas.
Com
a necessidade de um espaço mais bem estruturado, a SME inaugura em 1991 o
CEMEPE – Centro Municipal de Estudos e Projetos Educacionais – visando à capacitação profissional dos
educadores e funcionários da Rede Municipal de Ensino. Nos anos seguintes, a
participação dos professores nos encontros e nas reuniões de estudo passam por
oscilações, sendo ora estimulada e valorizada, ora negligenciada e desmotivada
pelas políticas educacionais vigentes.
Em
1992, a participação dos professores era incentivada com uma gratificação
salarial extra, que correspondia à carga horária excedente, no valor vigente da
hora/aula. Contudo, a partir de 1993, as reuniões deixaram de ser remuneradas,
desmobilizando a freqüência semanal dos encontros. Nesse momento, alguns
professores passaram a se reunir mensalmente, aproveitando o horário de módulos
não cumpridos na escola e acumulados durante o mês[1].
Apesar de as ações político-administrativas
implementadas desfavorecerem os encontros semanais dos
professores da área de Arte, estes, mediante o seu compromisso com a Proposta
de Arte Educação estruturada, conseguem manter seus propósitos e resistir aos
contratempos impostos. Assim, mesmo enfrentando questões políticas e econômicas
adversas, este grupo de professores de
Arte realiza, em 1993, o 1o Salão de Arte das Escolas
Municipais de Uberlândia.
Dificultando
a continuidade dos encontros dos professores, em 1994 a Secretaria Municipal de
Educação extingue as coordenações de área e suspende as reuniões de estudo. Entretanto,
de acordo com Sousa (2006), muitos professores de Arte começam a se reunir nas
suas próprias escolas, combinando seus módulos semanais no mesmo dia e horário,
buscando, assim, preservar a troca de experiências, o estudo e a reflexão
conjunta. Ainda nesse ano um pequeno grupo de professores de Arte resiste à
desmobilização e organiza o
2o Salão de Arte das Escolas Municipais, confirmando o desejo
de manter os seus encontros e explicitar a importância do Ensino de Arte na
Rede Municipal,
dando-lhe mais uma vez um lugar de destaque.
Conforme
relata Tinoco (2003), em 1995 é realizada na praça interna da Câmara Municipal
de Uberlândia uma nova exposição de trabalhos desenvolvidos nas aulas de Arte
das escolas da Rede Municipal de Ensino: a Mostra de Experimentação em Arte. Ao final desse ano, houve uma convocação
da SME aos professores para elaborar uma Proposta Curricular da Rede Municipal,
“com o intuito de estabelecer uma corrente metodológica que norteasse o ensino
de todas as disciplinas e em todos os níveis de ensino nas escolas municipais”
(SOUSA, 2006, p.121), mas dessa vez com uma remuneração para este fim.
No
início de 1996, alguns professores compõem a comissão para a formulação de uma
proposta curricular para o Ensino de
Arte, com assessoria da Universidade Federal de Uberlândia – UFU.
Somente
no início de 1997 frente ao interesse da SME em adotar uma Proposta Curricular
norteadora das práticas educativas em toda a RME, criou-se o cargo de
coordenador para cada área de ensino. Nesse momento, a participação dos
professores nas reuniões do CEMEPE tornou-se obrigatória e mensal, com duração total
de 4 horas-aula. Porém, novamente, sem uma remuneração específica para isso.
Em
1998, a SME desobrigou os professores de comparecerem às reuniões do CEMEPE,
mantendo a coordenação de área, mas retirando a assessoria dos professores da
UFU. Mesmo frente a estas mudanças, o grupo de professores de Arte manteve suas
reuniões mensais inalteradas, principalmente por considerar importante a
manutenção desse espaço de discussão e estudo. Ao final deste ano, os
professores de Arte apresentaram à SME uma revisão da Proposta Curricular.
No
ano 2000,
depois de muita insistência, a diretoria do CEMEPE finalmente cede às
reivindicações dos grupos de estudo e contrata novamente alguns assessores da
UFU para acompanhar os trabalhos desenvolvidos nesses grupos. A partir de
então, o grupo passa a contar com a presença de Lucimar Bello Pereira Frange,
que incitou o registro de experiências e
práticas de sala de aula através de pequenos textos; material que,
posteriormente ampliado e mais bem desenvolvido, foi publicado.
Em 2001, dá-se continuidade
à troca de experiências e à ampliação do referencial teórico, com as leituras
realizadas dentro do grupo investigado, ampliando cada vez mais as discussões
sobre a Arte e o seu ensino. No ano
seguinte, o grupo mantém os seus encontros normalmente.
Em
julho de 2002, no entanto, a diretoria do CEMEPE decide, mais uma vez,
suspender a assessoria dos professores da UFU em todas as áreas de ensino. Mas,
ainda assim, os professores de Arte procuram manter o mesmo ritmo de trabalho
nas reuniões mensais do grupo, bem como
nos estudos da Proposta Curricular Municipal.
O início de 2003 foi marcado
por acontecimentos muito importantes. Um deles foi a eleição de um professor
efetivo para a coordenação na área de Arte da Rede Municipal de Ensino, com
dedicação exclusiva para tal função. Um outro fato relevante para o grupo de
professores de Arte no ano de 2003 foi a publicação do livro Possibilidades
e Encantamentos[2],
resultado da organização dos textos trabalhados nos anos anteriores.
No
decorrer de 2003, o grupo de Arte do CEMEPE mantém normalmente as suas reuniões
mensais, mas acrescenta algumas reuniões extras ao seu cronograma, pois a
diretoria do CEMEPE solicita aos grupos de todas as áreas de ensino uma
reformulação da Proposta Curricular vigente. Mais uma vez o grupo de Arte
decidiu não interromper as suas reuniões mensais e realizar reformulação
solicitada em um outro dia, mesmo sabendo que os professores teriam uma reunião
a mais no mês e que não receberiam qualquer gratificação extra por isso, pois a
posição do grupo de Arte era manter o espaço de estudo, o planejamento e a troca
de experiências nas reuniões mensais, como uma forma de resistência para
impedir o encerramento das atividades iniciadas e garantir a continuidade da
trajetória de formação continuada em andamento. Ao final de 2003, a SME editou
a Proposta Curricular reformulada e a intitulou Diretrizes Básicas do Ensino
de Arte de 1a a 8a séries, com o objetivo
de diferenciar a área de Artes Visuais das linguagens de Artes Cênicas e
Música.
Em
2004, com a implantação das Diretrizes, o grupo de Arte passa a se reunir de
acordo com a sua área específica de atuação, mantendo-se a coordenação do grupo
e possibilitando novamente uma assessoria da UFU. Durante todo esse ano, as
ações do grupo de professores de Arte priorizaram a elaboração e a sistematização
individual de Projetos de Ensino a serem realizados por cada professor na sua
escola. Ao final do ano, os resultados dos seus projetos foram expostos na
Mostra denominada Visualidades: Processos e reflexões no Ensino de
Arte. Ainda no ano de 2004, houve outro acontecimento marcante: a parceria
realizada entre a SME e o Pólo UFU da Rede Arte na Escola. Tal fato
possibilitou novos estudos e novas ações no e para o grupo[3].
Em
2005, priorizaram-se, nas reuniões do grupo, estudos e atividades para
alicerçar o planejamento e a execução de Projetos de Ensino pelos integrantes.
Por esse motivo, a formação continuada teve como enfoque a Abordagem Triangular
(Proposta metodológica elaborada por Ana Mae Barbosa[4]), que
possui três eixos fundamentais: a leitura da imagem, o fazer artístico e a
contextualização da obra. Em novembro desse ano, como resultado dos estudos
realizados e dos Projetos de Ensino desenvolvidos, acontece a segunda edição da
Mostra Visualidades e também a Mostra Visualidades II no SESC.
Em 2006, ficou acertado que os temas
desenvolvidos anteriormente deveriam ser aprofundados, dando continuidade aos
estudos de então. Nesse ano, as reuniões contemplaram estudos sobre a
interdisciplinaridade; o
planejamento, o registro e a sistematização de Projetos de Ensino; Patrimônio
Histórico-Cultural; o uso de DVD como recurso didático em sala de aula; Trabalho
e Consumo; Pluralidade Cultural e respeito às diferenças de gênero, raça
e etnia; dentre outros. Houve também visitas a exposições de Arte (inclusive à 27a Bienal de
São Paulo), bem como a realização da Mostra Visualidades III e Visualidades III no SESC.
Assim, movendo-se insistentemente entre as respostas individuais e
coletivas, reforçando em cada gesto ou atitude a necessidade de se manter o
espaço de ação e debate conquistado, o grupo de professores de Arte da RME de Uberlândia persiste na luta
pela constante qualificação dos professores de Arte e pela defesa de melhores
condições de trabalho. Fatores como o enfrentamento dos problemas de toda ordem
(estruturais, financeiros, políticos, dentre outros) não impedem os professores
de recuar e/ou entregar os pontos, mas ao contrário, fazem aumentar neles o
desejo de constantemente aprender, levando-os à prática de se reunirem cada vez
mais, para discutir propostas e buscar soluções conjuntas.
Referências
Bibliográficas
BARBOSA,
Ana Mae. A imagem no Ensino de Arte. São Paulo: Perspectiva, 1991.
MACÊDO, Cesária Alice. História do ensino
de arte: uma experiência na educação municipal de
Uberlândia (1990-2000). 2003. 157f. Dissertação (Mestrado em Educação) –
Faculdade de Educação, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2003.
SOUSA, Márcia Maria. Leitura de imagens na sala de aula: relações entre saberes,
práticas de professores de arte e grupos de estudos. 2006. 253f. Dissertação (Mestrado em Educação) –
Faculdade de Educação, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2006.
TINOCO, E. F. V. (Org.). Possibilidades e
Encantamentos: Trajetória de professores no Ensino de Arte. Uberlândia:
E.F.Tinoco, 2003.
2 º CONAPAR
Congresso da Associação dos Professores
de Arte de Uberaba e Micro Região
Educar com Arte
Adriana
Valéria Pessoa
Belo
Horizonte-10/2007
A Educação é um
processo que inicia com o nascimento do indivíduo e o acompanha por toda sua
vida. O termo educação continuada é bastante propício para um pensamento atual
em educação.
Com a legislação
brasileira vigente, nos níveis, federal, estadual e municipal observamos que há
uma convergência em diversos aspectos, no sentido de uma educação de qualidade.
Temos vivenciado um grande momento: são novos olhares, mais sensíveis, onde aparece
a inclusão, a ampliação dos anos escolares, o ensino à distância, o direito à
escolaridade, independente da faixa etária, do local de moradia, ou da condição
sócio-econômica.
Porém fazer com que
esta legislação realmente possa acontecer no dia-a-dia das cidades ou das
escolas ainda é um grande desafio.
Nosso país é extenso
territorialmente, e nele uma multiplicidade de culturas. Acreditamos na
educação enquanto processo de construção do conhecimento, numa perspectiva em
que o indivíduo, passa a ser o sujeito ou o agente ativo deste processo e onde
há a apreensão da realidade.
É preciso repensar os
diferentes papéis dos grupos, ou instituições na sociedade, especialmente a
família, a escola e os espaços alternativos onde a educação acontece. São
comunidades que podem viver em grandes metrópoles, em áreas centrais, ou em
seus entornos, bairros, vilas e favelas. Pode ainda residir numa área rural ou
uma pequena cidade do interior. Com seu clima, relevo, tradições culturais e
artísticas. Daí essa complexidade para compreender os processos educativos em
nosso país, ou, mais precisamente em Minas Gerais.
Não dá pra conceber uma
educação como na Escola Tradicional, que tem o professor como centro do
processo, o detentor dos saberes que são passados, transmitidos aos seus
educandos.
Com a Escola Nova, o
foco foi mudado, do professor para o aluno no processo ensino-aprendizagem.
Muitos estudos, teorias (psicologia, psicanálise), o deixar fazer...Muito se
caminhou, mas novos equívocos vieram à tona, posteriormente.
A Educação na
contemporaneidade se torna ainda mais complexa se pensarmos no contexto citado
anteriormente e nas grandes mudanças ocorridas em tão curto espaço de tempo. O
moderno se caracteriza pela multiplicidade e simultaneidade de idéias e de
materiais; e pelos grandes avanços tecnológicos nas diversas áreas do
conhecimento.
E a Arte, como
conceituá-la? Para chegarmos ao entendimento de conceitos sobre a Arte e o
Ensino da Arte faz-se necessário rever um breve histórico do ensino da Arte no
Brasil. Fornecendo informações e também algumas críticas a cada pensamento e
ações provenientes deste. Para isso foi necessário fazer recortes dos livros
e/ou autores: Ana Mae Barbosa, PCN – Ensino Fundamental e Médio – Arte,
João Francisco Duarte Júnior, CBC – Minas Gerais e palestra proferida pela
professora Lúcia Pimentel aos professores da Rede Municipal de Educação, em
Belo Horizonte, neste ano de 2007.
Desde o
início da história da humanidade, a arte tem se mostrado como uma práxis
presente em todas as manifestações culturais. O homem que desenhou um bisão em
uma caverna pré-histórica teve de aprender e construir conhecimentos para
difundir essa prática.
No século
XX, a área de Arte no Brasil acompanha e se fundamenta nas transformações
educacionais, artísticas, estéticas e culturais. As pesquisas desenvolvidas a
partir do início do século em vários campos das ciências humanas trouxeram
dados importantes sobre o desenvolvimento da criança e do adolescente, sobre o
processo criador e sobre a arte de outras culturas.
Ao ser
introduzido na educação escolar brasileira, o ensino de Arte incorpora-se aos
processos pedagógicos e de política educacional que vão caracterizar e
delimitar sua participação na estrutura curricular. Nas primeiras décadas do
século XX, o ensino de Arte é identificado pela visão humanista e cientificista
que demarcou as tendências pedagógicas da escola tradicional e nova. Embora
ambas se contraponham em proposições, métodos e entendimento dos papéis do
professor e do aluno, as influências que exerceram nas ações escolares de Arte
foram tão marcantes que ainda hoje permanecem mescladas na prática de
professores de Arte.
A Arte na
Escola Tradicional
Na primeira
metade do século XX, as disciplinas Desenho, Trabalhos Manuais, Música e Canto
Orfeônico faziam parte dos programas das escolas primárias e secundárias,
concentrando o conhecimento na transmissão de padrões e modelos das classes
sociais dominantes.
Na escola
tradicional, valorizavam-se principalmente as habilidades manuais, os “dons
artísticos”, os hábitos de organização e precisão, mostrando ao mesmo tempo uma
visão utilitarista e imediatista da arte. Os professores trabalhavam com
exercícios e modelos convencionais selecionados por eles em manuais e livros
didáticos. O ensino de Arte era voltado essencialmente para o domínio
técnico, mais centrado na figura do professor.
Competia a
ele “transmitir” aos alunos os códigos, conceitos e categorias, ligados a
padrões estéticos de ordem imitativa, que variavam de linguagem para linguagem,
mas que tinham em comum, sempre, a reprodução de modelos.
Considerações
sobre o ensino da Arte na Escola Nova
Entre os
anos 20 e 70, muitas escolas brasileiras viveram também outras experiências no
âmbito do ensino e aprendizagem de Arte, fortemente sustentadas pela estética
modernista e com base nas tendências pedagógicas e psicológicas que marcaram o
período. Contribuíram para essas influências os estudos de psicologia
cognitiva, psicanálise, gestalt, bem como os movimentos filosóficos que
embasaram os princípios da Escola Nova.
Os
princípios que norteavam a escola-nova reconheciam a arte da criança como
manifestação espontânea e auto expressiva: valorizavam a livre expressão e a
sensibilização para a experimentação artística como orientações que visavam
ao desenvolvimento do potencial criador, ou seja, eram propostas centradas na
questão do desenvolvimento do aluno.
Esses
princípios influenciaram o que se chamou “Movimento da Educação por meio da
Arte”. Fundamentado principalmente nas idéias do filósofo inglês Herbert
Read. Esse movimento teve como manifestação mais conhecida a tendência da
livre expressão que, ao mesmo tempo, foi largamente influenciada pelo trabalho
inovador de Viktor Lowenfeld, divulgado no final da década de 40.
V. Lowenfeld, entre outros, acreditava que a potencialidade criadora se
desenvolveria naturalmente em estágios sucessivos desde que se oferecessem
condições adequadas para que a criança pudesse expressar-se livremente.
O ensino de
arte volta-se para o desenvolvimento natural do aluno, centrado no respeito às
suas necessidades e aspirações, valorizando suas formas de expressão e de
compreensão do mundo. As
práticas pedagógicas, diretivas, com ênfase na repetição de modelos e no
professor, são revistas, deslocando-se a ênfase para os processos de
desenvolvimento do aluno e sua criação.
Para Duarte, Jr, recorrendo a Herbert Read,
Educar com Arte:
“(…) uma
educação diferente, que partisse da expressão de sentimentos e emoções. E que
ambos – razão e emoção – se complementem mutuamente, dialeticamente. Uma
educação através da arte.
Educação através da arte – expressão criada por Herbert
Read em 1943, se popularizou e chegou até nós. Posteriormente foi abreviada
para arte-educação, mas seu espírito original ainda continua vivo:
Arte-educação não significa o treino para alguém se tornar um artista, num dado
ramo das artes. Antes, quer significar uma educação que tenha a arte como uma
das suas principais aliadas. Que permita uma maior sensibilidade para com o
mundo em volta de cada um de nós.”
De acordo com Ana Mae;
É
importante salientar que tais orientações trouxeram uma contribuição inegável
para a valorização da produção criadora da criança e do jovem, o que não
ocorria na escola tradicional. Mas o princípio revolucionário que advogava a
todos, independentemente de talentos especiais, a necessidade e a capacidade da
expressão artística, foi aos poucos sendo enquadrado em palavras de ordem, como
“o que importa é o processo criador da criança e não o produto que realiza”
e “aprender a fazer, fazendo”.
Esses e
muitos outros lemas foram aplicados mecanicamente nas escolas, gerando
deformações e simplificações na idéia original, o que redundou na
banalização do “deixar fazer” — ou seja, deixar o aluno fazer arte, sem nenhum
tipo de intervenção.
Ao
professor, destinava-se um papel cada vez mais irrelevante e passivo. A ele não
cabia ensinar nada e a arte adulta deveria ser mantida fora dos muros da
escola, pelo perigo da influência que poderia macular a “genuína e espontânea
expressão infantil”.
O princípio
da livre expressão enraizou-se e espalhou-se pelas escolas. O conceito de criatividade
tornou-se presença obrigatória nos planejamentos de Teatro, Artes Plásticas e
Educação Musical. O objetivo fundamental era facilitar o desenvolvimento
criador.
Embora
ambas Escola Tradicional e Nova se contraponham em proposições, métodos e
entendimento dos papéis do professor e do aluno, as influências que exerceram
nas ações escolares de Arte foram tão marcantes que ainda hoje permanecem
mescladas na prática de professores de Arte.
Década de
60
Na entrada
da década de 60, houve uma reorientação de pensamento sobre o ensino das artes
em centros norte-americanos e europeus, questionando basicamente a idéia do
desenvolvimento espontâneo na expressão artística, procurando definir a
contribuição específica da arte para a educação do ser humano. A reflexão que
inaugurou uma nova tendência, cujo objetivo era precisar o fenômeno
artístico como conteúdo curricular, articulou-se em um duplo movimento: por
um lado, a reorientação da livre expressão; por outro, a investigação da natureza
da arte como forma de conhecimento.
Como em
todos os momentos históricos, os anos 60 trouxeram práticas em educação,
psicologia e arte estreitamente vinculadas às tendências do pensamento da
época, que progressivamente contribuíram para uma transformação das práticas
educativas de arte no mundo, questionando a aprendizagem artística como
conseqüência natural apenas do processo de desenvolvimento do aluno.
“Mas o
lugar da arte na hierarquia das disciplinas escolares corresponde a um
desconhecimento do poder da imagem, do som, do movimento e da percepção
estética como fontes de conhecimento.”
Até os anos
60, existiam pouquíssimos cursos de formação de professores nesse campo,
e professores de quaisquer matérias ou pessoas com alguma habilidade na área
(artistas e estudiosos de cursos de belas-artes, de conservatórios, etc.)
poderiam assumir as disciplinas de Desenho, Desenho Geométrico, Artes Plásticas
e Música.”
Década de
70
No início
da década de 70, autores responsáveis pela mudança de rumo do ensino de arte
nos Estados Unidos afirmavam que o desenvolvimento artístico é resultado de
formas complexas de aprendizagem e que, portanto, não ocorre automaticamente à
medida que a criança cresce; é tarefa do professor propiciar essa aprendizagem
por meio da instrução.
Segundo
esses autores, as habilidades artísticas se desenvolvem pelas questões que
se apresentam ao aluno no decorrer de suas experiências de buscar meios para
transformar idéias, sentimentos e imagens em um objeto material. Tal
experiência pode ser orientada pelo professor e nisso consiste sua contribuição
para a educação no campo da arte.
Porém, muitas perguntas
continuaram surgindo, a partir da própria trajetória do ensino de arte no país;
especialmente vindos por parte dos professores e com as questões veio também a
necessidade de respostas (ver Ana Mae Barbosa, 1996):
- Que tipo
de conhecimento caracteriza a arte?
- Qual a
função da arte na sociedade?
- Qual a
contribuição específica que a arte traz para a educação do ser humano?
- Como as
contribuições da arte podem ser significativas e vivas dentro da escola?
- Como se
aprende a criar, experimentar e entender a arte e qual a função do
professor nesse processo?
As
tendências que se manifestaram no ensino de arte a partir das perguntas feitas
pelos professores geraram a necessidade de estabelecimento de um quadro de referências
conceituais solidamente fundamentado dentro do currículo escolar, focalizando a
especificidade da área e definindo seus contornos com base nas características
inerentes ao fenômeno artístico. E. B. Feldman, Thomas Munro e Elliot Eisner,
ancorados em John Dewey, trataram das mudanças conceituais desse período.
No período
que vai dos anos 20 aos dias de hoje — faixa de tempo concomitante àquela em
que se assistiu a várias tentativas de trabalhar a arte fora das escolas, tais
como os Conservatórios Musicais e Dramáticos, as Escolas de Música, as
Escolinhas de Arte, vive-se o crescimento de movimentos culturais, anunciando
a modernidade e vanguardas.
Foi
marcante para a caracterização de um pensamento modernista a “Semana de Arte
Moderna de São Paulo”, em 1922, na qual estiveram envolvidos artistas de
várias modalidades: artes plásticas, música, poesia, dança etc.
O termo Arte-Educação serviu para identificar uma posição
de vanguarda contra o oficialismo da educação artística nos anos 70 e 80.
Em 1971,
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a arte é incluída no
currículo escolar com o título de Educação Artística, mas é considerada
“atividade educativa” e não disciplina.
A
introdução da Educação Artística no currículo escolar foi um avanço,
principalmente se se considerar que houve um entendimento em relação à arte na
formação dos indivíduos, seguindo os ditames de um pensamento renovador.
No entanto,
o resultado dessa proposição foi contraditório e paradoxal. Muitos professores
não estavam habilitados e, menos ainda, preparados para o domínio de várias
linguagens, que deveriam ser incluídas no conjunto das atividades artísticas
(Artes Plásticas, Educação Musical, Artes Cênicas).
Anos 70-80
Para
agravar a situação, durante os anos 70-80, tratou-se dessa formação de maneira
indefinida: “... não é uma matéria, mas uma área bastante generosa e sem
contornos fixos, flutuando ao sabor das tendências e dos interesses”. A
Educação Artística demonstrava, em sua concepção e desenrolar, que o sistema
educacional vigente estava enfrentando dificuldades de base na relação entre
teoria e prática.
Os professores
de Educação Artística, capacitados inicialmente em cursos de curta duração,
tinham como única alternativa seguir documentos oficiais (guias curriculares) e
livros didáticos em geral, que não explicitavam fundamentos, orientações
teórico-metodológicas ou mesmo bibliografias específicas.
As próprias
faculdades de Educação Artística, criadas especialmente para cobrir o mercado
aberto pela lei, não estavam instrumentadas para a formação mais sólida do
professor, oferecendo cursos eminentemente técnicos, sem bases conceituais.
Desprestigiados, isolados e inseguros, os professores tentavam equacionar um
elenco de objetivos inatingíveis, com atividades múltiplas, envolvendo
exercícios musicais, plásticos, corporais, sem conhecê-los bem, que eram
justificados e divididos apenas pelas faixas etárias.
De maneira
geral, entre os anos 70 e 80, os antigos professores de Artes Plásticas,
Desenho, Música, Artes Industriais, Artes Cênicas e os recém-formados em
Educação Artística viram-se responsabilizados por educar os alunos (em
escolas de ensino médio) em todas as linguagens artísticas, configurando-se
a formação do professor polivalente em Arte. Com isso, inúmeros professores
deixaram as suas áreas específicas de formação e estudos, tentando assimilar
superficialmente as demais, na ilusão de que as dominariam em seu conjunto.
No entanto,
o que se desencadeou como resultado da aplicação indiscriminada de idéias vagas
e imprecisas sobre a função da educação artística foi uma
descaracterização progressiva da área.
A Educação Artística é desenvolvida como atividade e
não disciplina, de acordo com a lei 5692/71, não exige notas em arte. A Apreciação artística e a História da Arte não
têm lugar nas escolas. As imagens são de livros didáticos, folhas para colorir
e a produção das crianças. As visitas às exposições são raras. Fonte mais
freqüente de imagem é a televisão. Artes visuais, portanto é confundida com
laissez-faire. Temas banais, folhas para colorir, variação de técnicas e
desenho de observação.
Anos 80 – 90
A partir
dos anos 80 constitui-se o movimento Arte-Educação, inicialmente com a
finalidade de conscientizar e organizar os profissionais, resultando na
mobilização de grupos de professores de arte, tanto da educação formal como da
informal. O movimento Arte-Educação permitiu que se ampliassem as discussões
sobre a valorização e o aprimoramento do professor, que reconhecia o seu isolamento
dentro da escola e a insuficiência de conhecimentos e competência na área. As
idéias e princípios que fundamentam a Arte-Educação multiplicam-se no País por
meio de encontros e eventos promovidos por universidades, associações de
arte-educadores, entidades públicas e particulares, com o intuito de rever e
propor novos andamentos à ação educativa em Arte.
Em 1988,
com a promulgação da Constituição, iniciam-se as discussões sobre a nova Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que seria sancionada apenas em 20 de
dezembro de 1996.
Convictos da importância de acesso escolar dos alunos de ensino
básico também à área de Arte, houve manifestações e protestos de inúmeros
educadores contrários a uma das versões da referida lei, que retirava a
obrigatoriedade da área. Com a Lei n. 9.394/96, revogam-se as
disposições anteriores e Arte é considerada obrigatória na educação básica:
“O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos
níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos
alunos” (art. 26, § 2o). Vê-se que da conscientização profissional que
predominou no início do movimento Arte-Educação evoluiu-se para discussões que
geraram concepções e novas metodologias para o ensino e a aprendizagem de arte
nas escolas.
É com este
cenário que se chegou ao final da década de 90, mobilizando novas
tendências curriculares em Arte, pensando no terceiro milênio. São
características desse novo marco curricular as reivindicações de identificar a
área por Arte (e não mais por Educação Artística) e de incluí-la na estrutura
curricular como área, com conteúdos próprios ligados à cultura artística e não
apenas como atividade.
Dentre as
várias propostas que foram sendo difundidas no Brasil na transição para o
século XXI, destacam-se aquelas que têm se afirmado pela abrangência e por
envolver ações que, sem dúvida, estão interferindo na melhoria do ensino e da
aprendizagem de arte. Trata-se de estudos sobre a educação estética, a estética
do cotidiano, complementando a formação artística dos alunos.
Ressalta-se
ainda o encaminhamento pedagógico-artístico que tem por premissa básica a
integração do fazer artístico, a apreciação da obra de arte e sua
contextualização histórica.
Mas, “
Que tipo de conhecimento caracteriza a arte?”
Para
Ana Mae
Arte não é básico, é
fundamental. Arte não é enfeite, é cognição, é profissão, forma diferente de
interpretar o mundo, a realidade, o imaginário, e é conteúdo.
Arte-Educação, no entanto, é
epistemologia da Arte e, portanto, é a investigação dos modos como se aprende
arte na escola de 1º grau, 2º grau, na Universidade e na intimidade dos
Ateliers.
A práxis da arte-educação
deve ser consistente e não deixar margens de dúvidas quanto ao seu papel na
construção do conhecimento. Ana Mae (1996)
Para a Professora Pimentel, Lúcia
(CBC-Minas)
“Arte é a oportunidade de uma pessoa explorar, construir e aumentar
seu conhecimento, desenvolver suas habilidades, articular e realizar trabalhos
estéticos e explorar seus sentimentos.
Proporciona meios de conhecer, apresentar, interpretar, simbolizar
e metaforizar em um contexto de apreciação e valorização.
O ensino
de Arte deve possibilitar a tod@s @s alun@s a construção de conhecimentos que
interajam com sua emoção, através do pensar, do apreciar e do fazer arte.
Na expectativa de desencadear as
reflexões acerca da nossa práxis, enquanto professores de arte, ou afins, é
preciso ressaltar ainda outros aspectos: o papel de todos os envolvidos nas
escolas ou fora delas no processo ensino-aprendizagem, a importância dos
movimentos de Arte-educação e; advindos deste o papel ou a postura política
do professor de arte ou arte-educador.
Às
vezes, temos a impressão de que tudo continua na mesma: a falta de tempos e
espaços adequados para o Ensino da Arte; do conhecimento, do respeito e da
valorização da área por parte de nossos colegas, coordenadores e equipe de
direção; de materiais e infra-estrutura adequada.
E
é com um certo grau de esperança (lembrando Paulo Freire), que temos diante de
nós, depois de anos de luta política, um CBC - Currículo Básico Comum, em que
todas estas questões são contempladas.
Para
cada uma das áreas artísticas, é necessário um professor especialista e
condições mínimas de infra-estrutura para que seu ensino seja significativo.
Fica claro que é extremamente desejável que sejam feitos projetos conjuntos
integrados, desde que o conhecimento específico de cada área de expressão seja
construído.
É fator importante equipar a escola com sala ambiente para
desenvolver as aulas de arte, bem como criar espaço físico para a realização
de projetos. Há também a necessidade de realizar visitas a museus,
galerias, ateliês, ensaios de grupos de dança, peças teatrais, concertos e
bandas musicais, apresentação de corais, espetáculos e outros, no intuito
de proporcionar vivências significativas no ensino de Arte.
O ensino de arte no ensino médio deve contribuir para
o fortalecimento da experiência sensível e inventiva dos estudantes, e para o
exercício da cidadania e da ética construtora de identidades artísticas.
Ressalte-se a necessidade do aluno compreender e
contextualizar a arte como criação e manifestação sociocultural e histórica,
utilizada por diferentes grupos sociais e étnicos, interagente com o patrimônio
nacional e internacional.
O ensino de Arte deve possibilitar a todos os alunos a construção
de conhecimentos que interajam com sua emoção, através do pensar, do
apreciar e do fazer arte.
É
preciso ressaltar ainda, que no Brasil, na década de 70, vivíamos uma ditadura
militar. Isto foi decisivo na formação das pessoas, que somos nós, a geração
acima de 40 anos de idade. Geração esta, que se viu lesada, desprovida de
lideranças e que perdeu a crença na importância do coletivo.
Então,
o que dizer da postura do professor de arte, ou do arte-educador? Como temos
assumido e compreendido nosso papel nesse lugar, que é o de Educar com Arte?
Resgatar
esse sentimento de crença e esperança, conscientes de que o fazer está em
nossas mãos e que somos capazes de modificar o que está aí e não vai bem.
Fazendo frutificar em nós ações coletivas, através das Associações, de maneira
que um profissional apóie o outro e juntos busquemos os novos tempos, em que os
ideais, a sensibilidade, a ética, a estética e até mesmo as utopias possam ser
manifestadas e almejadas. Numa valoração da pessoa humana, em suas formas de
expressão, no exercício da solidariedade; e na criação de novos ou antigos
espaços de convivialidade.
É
preciso, e é possível resgatar o valor da família e do afeto. A esperança por
um mundo melhor, mais humano e mais justo. E nada mais oportuno enquanto
caminho, a educação através da arte!
Bibliografia
BARBOSA, Ana Mae – A imagem no Ensino da
Arte: Editora Perspectiva S.A.– São
Paulo -1996
CBC - Conteúdo Básico Comum – Arte
– Proposta Curricular: Secretaria do Estado de Educação de Minas Gerais - 2005
DUARTE JÚNIOR, João-Francisco – Por que
Arte-Educação?: Papirus Editora – Campinas – SP -1991
PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais:arte
– Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.
PIMENTEL, Lúcia Gouvêa – Palestra proferida aos
professores da Rede Municipal de Educação – agosto/2007 – Belo Horizonte-MG.
COMUNICAÇÕES E
RELATOS DE EXPERIÊNCIA
Jammal
Tapeçaria
do Nicolas II
Óleo
sobre tela 90X90
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
RESTAURAÇÃO E EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA CÂMARA MUNICIPAL
DE UBERABA
Arte e Projetos Sociais
André Luis de Andrade[5]
Elisa Muniz Barretto de Carvalho[6]
Yarnel de
Oliveira Campos[7]
Palavras-chave: Restauro.
Câmara Municipal. Educação Patrimonial.
RESUMO
Esta comunicação refere-se ao
trabalho de conclusão de curso do curso de Educação Artística Artes Visuais do
Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE, que versa sobre o restauro na
Câmara Municipal de Uberaba, local onde exerço a função de estagiário em
restauração. Nesta monografia, falo sobre as diretrizes da restauração, isto é
a Carta de Veneza e a Carta de Restauração, documentos universais que norteiam
o trabalho de restauração em patrimônios históricos. Também relato a
experiência do cotidiano no trabalho realizado nas salas da antiga presidência
e no salão nobre desta casa. Identificando a necessidade de divulgação sobre o
processo de restauração para o público em geral, proponho um projeto de
educação patrimonial que promove a exposição didática sobre o processo de
restauro.
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
A ARTE E SUA LIGAÇÃO COM O AMBIENTE NUMA PERSPECTIVA
DE EDUCAÇÃO LÚDICA
Arte e Interdisciplinaridade
André Luís Fortes[8]
Elisa Muniz Barretto de Carvalho[9]
Yarnel de
Oliveira Campos[10]
Palavras-chave:
Arte. Ambiente. Educação Lúdica.
RESUMO
No presente trabalho, desenvolvemos
uma pesquisa bibliográfica sobre a arte e sua ligação com o meio ambiente numa
perspectiva de educação lúdica. Pretendemos contribuir para que o professor
perceba a sua função social como articulador de uma proposta de educação
ambiental lúdica, que provoque em seus alunos mudanças de hábitos e atitudes em
relação ao ambiente. Portanto, a proposta é carregar de significados (prazer,
alegria, responsabilidade, criatividade) tudo que realizarmos em sala de aula,
pois a Arte estabelece uma atmosfera de produção, tornando-se um valioso
caminho a ser percorrido com amor. Sendo assim, faz-se necessário que a escola,
bem como toda sociedade, desperte para a importância da coleta seletiva e de seus
benefícios. A Arte de construir com sucata é um elo de interação e prazer com o
ato de educar para vida, que é, acima de tudo movimentar o desejo de aprender
com prazer.
COMUNICAÇÃO
CIENTÍFICA
A ARTE E AS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS: BUSCAS
E POSSIBILIDADES
Arte no Ensino Fundamental e Médio
Carlos Felipe Peres Vilas Bôas[11]
Yarnel de
Oliveira Campos[12]
Palavras
chave:
Arte. Professor. Deficiência física.
RESUMO
Este artigo refere-se à monografia
desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba, no curso de Educação
Artística e Artes Visuais. O presente trabalho tem como objetivo mostrar a
importância da arte no cotidiano de pessoas portadoras de necessidades
especiais, como mecanismo facilitador de melhor interação social. O primeiro
capítulo tem como tema a deficiência física, onde se apresentam as definições
de causas, características. No capítulo seguinte é abordada a temática da
melhor interação social da pessoa portadora de necessidades especiais, a
diversidade do processo de integração e os conceitos de inclusão. No segundo
capítulo, são apresentadas algumas considerações sobre a inclusão nas artes, na
cultura e na religião. O terceiro capítulo tem como temática a importância da
atuação do professor de Educação Artística e as possibilidades de integração
das pessoas com necessidades especiais nas artes. Discute a questão da inclusão
do portador das necessidades especiais na escola, os desafios da educação e a
importância do professor nas atividades artísticas para o portador de
necessidades especiais. Conclui-se que a arte é um mecanismo eficiente como
auxílio na integração total da pessoa portadora de deficiência física na
sociedade. Deslumbra a externidade e proporciona a saída de seu mundo íntimo e que
se torne uma pessoa participativa na sociedade.
COMUNICAÇÃO
CIENTÍFICA
PABLO PICASSO E A DENÚNCIA SOCIAL
História da Arte
Célia Gomes
Cardoso[13]
Mônica Prata
Fernandes[14]
Yarnel de
Oliveira Campos[15]
Palavras
chave: Picasso. Guernica. Violência. Denuncia
RESUMO:
Este artigo refere-se à monografia
desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba no curso de Educação
Artística e Artes Visuais. Tem como
objetivo analisar a vida e a obra de Pablo Picasso, um dos maiores pintores do
século XX, valorizando a expressão artística, provocando o poder de criação,
observação, imaginação e compreensão da arte. Picasso passou por diversas
fases, sendo a mais importante delas o cubismo que valorizava as formas
geométricas e retratava os objetos como se eles estivessem fragmentados.
Independentemente das fases por que passou Picasso, sempre utilizou de sua
capacidade pictórica como instrumento de denuncia social, como se pode
observar, por exemplo, na obra Guernica
que retrata o bombardeio aéreo da cidade basca homônima e que matou homens,
mulheres e crianças inocentes. Picasso mostrou o horror da guerra através do exagero e de formas distorcidas.
RELATO
A arte do teatro de bonecos
de manipulação
Do Bunraku no Japão ao
Giramundo no Brasil
Ensino de Arte na Educação Não-formal
Cristina Barbosa Morel[16]
Wanice Facure[17]
Yarnel de Oliveira Campos[18]
Palavras
chave: Teatro. Manipulação. Bonecos.
RESUMO
O trabalho de pesquisa sobre o teatro
de manipulação de bonecos, que se inicia no Japão através de Bunraku (teatro de
manipulação de bonecos) e vai até alguns grupos no Brasil, com ênfase na Cia.
Giramundo, tem como objetivo a divulgação da arte de trabalhar com os bonecos
de uma forma lúdica e prazerosa. O teatro de bonecos no Japão é uma arte muito
antiga, na qual se divulga através das peças teatrais, histórias do império,
tragédias, aventuras de grandes guerreiros, entre outros. Os bonecos do teatro
de Bunraku são manipulados por três pessoas que comandam partes do corpo do
personagem. Nas peças, o narrador é quem faz a voz de todos os personagens,
acompanhado por um tocador de shamisen, instrumento tipicamente tradicional no
teatro Bunraku. Os grupos de teatro de Bunraku influenciaram muitos países
culturalmente e o Brasil foi um deles. Vários grupos de manipulação de bonecos
surgiram nas últimas décadas do século XX. Álvaro Apocalypse foi um dos
fundadores da Cia. Giramundo, grupo mineiro que possui sua sede em Belo
Horizonte, mantém o Museu dos Bonecos de Manipulação e ministra cursos
profissionalizantes para jovens interessados na arte teatral dos bonecos. A
Cia. Giramundo tem a preocupação em realizar as peças teatrais para todas as
idades, baseadas em contos, no folclore e em histórias do próprio país. Trabalhar
nessa pesquisa foi um aprendizado muito importante que me levou a conhecer um
pouco da cultura japonesa e da cultura brasileira através do teatro de
manipulação de bonecos.
COMUNICAÇÃO
CIENTÍFICA
ARTE NA EDUCAÇÃO ESPÍRITA: O CONHECIMENTO ALÉM DO ENSINO FORMAL
Ensino de Arte na Educação Não-formal
Daniel Gonçalves Moreira[19]
Yarnel de Oliveira Campos[20]
Palavras
chave: Arte.
Conhecimento. Educação Espírita.
RESUMO
Esta comunicação científica refere-se
à monografia desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba no curso de
Educação Artística e Artes Visuais. Enfoca o conhecimento como relação que se
estabelece entre a consciência que conhece e o objeto a ser conhecido, e a arte
com livre trânsito entre o conhecimento intuitivo e o discursivo. Nesse sentido,
a arte correlaciona-se com a educação espírita. Esse tema tem como objetivo
discutir o ensino da arte como forma intuitiva e discursiva de conhecer o mundo
na perspectiva da doutrina espírita. A
arte é conhecida por suas várias percepções sensíveis, ora como meio de
expressar uma narrativa, outra por lembrar um fato importante, ou ainda por
despertar um sentimento religioso. Além de ser parte integrante e inseparável
da expressividade humana, prova uma experiência emancipadora a quem vivencia.
RELATO
DANÇA, UMA
EXPERIÊNCIA NA ESCOLA
Formação de professores de Arte
Daniela
Reis[21]
Palavras Chaves: Dança. Escola. Arte.
RESUMO
O presente texto tem por objetivo discutir sobre a
dança na educação e suas possibilidades de atuação no conteúdo escolar. Para
tanto, partimos do princípio que esta linguagem artística pode desempenhar
papel importante na educação dos corpos no processo criativo e interpretativo
do aluno, pois dará a ele subsídios para melhor compreender, descontrair,
experimentar e refletir sobre as relações que se estabelecem entre corpo e
sociedade. A dança, inserida no currículo escolar, dependendo da maneira como
for dirigida, propiciará ao aluno oportunidades para conhecer seu próprio corpo
por meio de pesquisa criativa de movimentação e, por outro lado, possibilitará
o desenvolvimento de uma aprendizagem integral. Assim, a questão central não é
somente a dança como conteúdo escolar, mas, fundamentalmente, a maneira como
esta será aplicada. Tomamos por referência nossa experiência particular
desenvolvida na rede municipal de ensino na escola CAIC – Guarani da cidade de
Uberlândia-MG.
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
A ARTE PREPARANDO O CIDADÃO COM NECESSIDADES ESPECIAIS
Arte e Inclusão
Edna Lucia Francisco da Silva[22]
Elisa Muniz Barretto de Carvalho[23]
Yarnel de Oliveira Campos[24]
Palavras-chave: Arte.
Inclusão. Formação Profissional.
RESUMO
A arte preparando o cidadão com
necessidades especiais para o mundo é a minha monografia para a conclusão do
curso de Educação Artística/Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de
Uberaba - CESUBE. Neste trabalho, pretendo mostrar que o cidadão com
necessidades especiais, realizando e criando trabalhos artísticos, é capaz de
sentir-se valorizado e respeitado na sociedade, podendo assim abrir caminhos
para a sua profissionalização e sobrevivência independente. No primeiro
capítulo desse trabalho, contextualizo a arte na educação. No segundo capítulo,
relato o trabalho com as artes nas APAES e, finalmente, no terceiro capítulo,
faço a relação entre arte, trabalho e cultura. O homem surge na história como
um ser cultural e, graças à cultura e a arte, supera suas limitações orgânicas.
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
EDUCAÇÃO PARA A
VISUALIDADE: A “IMAGINAÇÃO” ATRAVÉS DA NARRATIVA LITERÁRIA
Arte e
interdisciplinaridade
Fabíola Alessandra Rodrigues[25]
Palavras-chaves: Artes Visuais. Imagem. Visualidade.
RESUMO:
A pesquisa realizada teve
como objetivo identificar o processo de compreensão das dimensões
didático-pedagógicas no ensino de artes visuais a partir da análise das imagens
que emergem da narrativa literária. Este estudo baseou-se em uma das categorias
presentes na conferência/ensaio de Ítalo Calvino, em Seis propostas para o próximo milênio, intitulada Visibilidade. Esta categoria foi considerada pelo autor como valor
literário, que deve ser preservado na contemporaneidade. A importância de se
construir uma metodologia para o ensino das artes visuais, amparada pela
literatura é de se educar visualmente, devido à constatação de uma aculturação
e “anestesia” visual presenciada na atualidade. Através de práticas educativas,
como projeto de aplicação da pesquisa, a proposta foi a criação de uma
“biblioteca de imagens”, articulada com a sugestão de Ítalo Calvino de construir
uma “pedagogia da imaginação”, que se configurou como processo prático, em recorrer
à imaginação e à memória para absorção e recepção das imagens, valorizando o
processo imaginativo presente na literatura, e reformulando o pensamento visual
com a leitura de contos.
COMUNICAÇÃO
CIENTÍFICA
DESENVOLVIMENTO DO DESENHO INFANTIL NA EDUCAÇÃO
Arte no Ensino Fundamental
Graziele Souza [26]
Elaine Corsi [27]
Yarnel de Oliveira Campos[28]
Palavras
chave: Garatujas.
Desenho. Arte.
RESUMO
Este artigo refere-se à monografia
desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba, no curso de Educação
Artística e Artes Visuais, e tem como objetivo demonstrar que a importância das
garatujas não reside na beleza estética, mas na descoberta de possibilidades de
representações simbólicas. A arte é
essencial na vida de uma criança, ela começa a desenhar a partir de uma
brincadeira que se inicia quando adquire a capacidade de segurar o lápis.
Existem várias fases no desenvolvimento do desenho da criança. Uma delas
aparece por volta dos dezoito meses de idade: a garatuja. Quando acontecem seus
primeiros rabiscos, representa o início de sua expressão com os traços, e se
estende até por volta dos sete anos que é a fase esquemática. O desenho para a criança é um estado de prazer, expressão onde
ela se identifica e compreende seus pensamentos.
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
MÚSICA NA EDUCAÇÃO FORMAL: POSSIBILIDADES E BUSCAS
Arte no Ensino Fundamental e Médio
Joheber Antônio Silva[29]
Yarnel de Oliveira Campos[30]
Palavras
chave:
Arte. Música. Ensino formal.
RESUMO
Este artigo refere-se à monografia
desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba no curso de Educação
Artística e Artes Visuais. Trata-se das múltiplas possibilidades que o ensino
da música proporciona na busca do conhecimento e a sua contribuição para o
desenvolvimento do conhecimento cognitivo em ambiente harmonioso e
prazeroso. O artigo tem como objetivo
destacar a importância da música no contexto escolar e sugerir a sua
estruturação como disciplina regular. Discute a problemática da socialização
dos alunos, ensinando-os, na prática, a vivenciarem novas experiências, como o
respeito mútuo, a construção em grupo e a percepção sonora. O procedimento
metodológico busca as abordagens: bibliográfica e a pesquisa de campo.
Procurou-se especialistas e professores na área de música do Colégio Cenecista
Dr. José Ferreira que contribuíram para elucidar alguns procedimentos quase
inexistentes no ensino público. A pesquisa bibliográfica denunciou uma
desarticulação entre a teoria e a prática, principalmente no ensino público. A música pertence ao cotidiano das pessoas; quando se
caminha, tem-se um ritmo, o próprio “tic tac” do relógio indica uma pulsação, o
rádio ligado, a televisão, o assobiar e o batucar na mesa, até sem perceber.
Vive-se e respira-se música todos os dias, por isso a sua importância no ensino
formal.
COMUNICAÇÃO
UM ESTUDO SOBRE O DESENVOLVIMENTO HUMANO
A PARTIR DE ANÁLISES SOBRE O DESENHO INFANTIL
Ensino de Arte no Ensino Infantil
Esp. Kátia da Silva Cunha[31]
Ms. Maria Socorro Ramos Militão[32]
Natália Aparecida Pimenta[33]
Palavras chave: Desenho infantil. Filosofia da linguagem. Educação.
RESUMO
Pretendemos neste estudo analisar os
desenhos infantis e suas elaborações para entender como as crianças solucionam
e desenvolvem suas composições, nosso interesse é uma educação que abarque as
capacidades expressivas, cognitivas e intelectuais em desenvolvimento. Os
desenhos são elaborações abstratas e expressivas, portanto, servem como via de
relacionamento entre as crianças e o mundo. Assim, não consideramos padrões
artísticos ou psicologias sobre os desenhos, mas buscamos sustentação na
filosofia, entendendo que a capacidade de elaboração e assimilação são questões
filosóficas determinantes no desenvolvimento expressivo e nas relações sociais.
Elegemos o existencialismo de Sartre (1905-1980) pela análise que ele faz da
construção subjetiva da consciência a partir da referência do outro; e os
estudos fenomenológicos de Merleau-Ponty (1908-1961), por serem os desenhos uma
forma lúdica da criança ser no mundo, expressando-se em uma totalidade. Por
fim, buscamos as referências analíticas de Rudolf Arnheim (1904-1997) sobre os
estágios de desenvolvimento infantil, através dos desenhos, vinculados às
análises de Duarte Junior (1953-) sobre pedagogia aplicada a estas elaborações.
Considerando que cada criança tem seu ritmo de aprendizagem, buscamos fortalecer
a criatividade e autonomia no uso das soluções encontradas nos desenhos para outras áreas de
conhecimento, respeitando a individualidade expressiva em formação.
COMUNICAÇÃO
Interatividade: participação
ativa do adolescente com materiais artísticos
Ensino de Arte no Ensino Fundamental e Médio
Esp. Lucia Maria Pena Ribeiro dos Santos[34]
Wanice Facure[35]
Yarnel de Oliveira Campos[36]
Palavras-chave:
Arteterapia. Interatividade. Adolescentes.
RESUMO
O objetivo desta monografia é o exame
das artes realizado em relação à Arteterapia e a criatividade artística que se
realiza a partir da interatividade do indivíduo com os materiais de arte. A
Arte desempenha um papel potencialmente vital no desenvolvimento humano. O trabalho expõe uma
investigação do desenvolvimento artístico/educacional, baseada no estudo das
teorias que discorrem sobre o tema; na observação qualitativa de adolescentes
pré-vestibulandos e na prática da Arteterapia. Baseia-se
na artista Lygia Clark e em suas obras interativas, seu contexto
histórico que colocava em foco as vanguardas e a censura dos anos 60 e 70 em
que a artista viveu. Abrange também o conhecimento da arte, dos materiais e das
técnicas usadas em um setting
terapêutico (oficina terapêutica), além da interação ativa dos adolescentes com
estes materiais e com estas técnicas, em um período em que eles vivenciam
muitos desafios. Entende que a arte, como
forma de comunicação sensorial, não só despertará sensações adormecidas, mas também
procurará reativar as percepções do mundo e para o mundo, promovendo o encontro
do adolescente com a sua realidade. A discussão do desenvolvimento artístico
geral é concluída com uma descrição das
contribuições da Arteterapia.
RELATO
PROJETO JOVEM MÚSICO
Arte e Projetos Sociais
Maria Lúcia Campos de Sousa[37]
Cristina Arruda[38]
Mário Jaime Costa Andrade (Majaca)[39]
Edna Mara Pantaleão Marques[40]
Palavras-chave: Música.
Educação. Cidadania.
RESUMO:
O Projeto Jovem Músico, gestado na
Prefeitura Municipal de Uberaba pela Secretaria Municipal de Educação e
Cultura, SEPPAI, em parceria com o CENEG, vem com a idéia básica de colocar as
práticas musicais ao alcance dos alunos da rede Municipal de Uberaba, integrar
a música às atividades educacionais e incorporar efetivamente a música com
experiência educacional que permita aos indivíduos se relacionarem com esta
forma de expressão humana, transformando-a num elo de organização e
socialização. O Projeto iniciou-se em 18/09/06, com a participação de 170
alunos de 06(seis) escolas municipais. O referido projeto propõe a iniciação
musical instrumental, oferecendo aos alunos aulas teóricas como suporte para as
aulas práticas, com o intuito de formar
uma Banda de Música Municipal. Em 2007,
este projeto foi ampliado, beneficiando mais seis escolas municipais,
totalizando hoje 318 alunos atendidos, com funcionamento de segunda a
sexta-feira. Além da formação da Banda Municipal, o projeto oferece também a
formação musical em teclado, violão, bateria e flauta. Com pouco mais de 10
meses, nota-se o grande avanço dos alunos no desenvolvimento da sensibilidade e
do prazer musical, o que lhes permite o relacionamento interpessoal de forma
organizada, integrando a música às atividades educacionais.
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
REVISTA DIGITAL ART&: CRIAÇÃO, INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM
COLABORATIVA
Arte e interdisciplinaridade
Martha M. Prata-Linhares[41]
Jurema Luzia de Freitas Sampaio-Ralha[42]
Gisele Torres Martini[43]
Anna Rita Ferreira de Araújo[44]
Palavras-chave:
Arte. Revista digital. Educação a distância.
RESUMO:
Este trabalho pretende apresentar os caminhos, desde a
criação, o desenvolvimento e manutenção de um projeto administrado pela Internet.
A Revista Digital Art& surgiu de um debate numa lista de discussão e é
mantida, voluntariamente e via internet, por um grupo de profissionais
comprometidos com a causa do Ensino de Arte. É a primeira publicação indexada
digital sobre ensino de arte em língua portuguesa, a única da área no Brasil.
Tem o propósito de divulgar pesquisas científicas e projetos em Arte nas suas
mais variadas formas. O trabalho relata,
de forma sintética, o processo da criação da revista, passando pelos problemas
enfrentados, as soluções encontradas e, por fim, os planos para os próximos
anos. A criação e o desenvolvimento da Revista Digital Art& tornou- se
um projeto possível, graças às possibilidades de comunicação e interação
proporcionadas pela Internet.
COMUNICAÇÃO
CIENTÍFICA
ASPECTOS DA RELIGIÃO GAULESA VISTOS ATRAVÉS DE ASTERIX
Arte e interdisciplinaridade
Mônica
Prata Fernandes[45]
Palavras
chave: Arte seqüencial. Religião.
História.
RESUMO:
Esta
comunicação refere- se a um artigo científico realizado no curso de
pós-graduação em Cinema e Literatura em Sala de Aula (UNITRI - Uberlândia) e
que tem como objeto a série francesa Asterix. Esse trabalho é baseado em
pesquisas bibliográficas, em especial sobre celtas (gauleses) e romanos, além
de filmes e histórias em quadrinho. A pesquisa tem como objetivo traçar um
paralelo entre a história em quadrinho, os filmes e a realidade vivida por
estes povos da Antigüidade, enfocando, principalmente, a religião. Estudando
este material, vemos que é possível destacar, além dos aspectos religiosos,
aspectos históricos, culturais e artísticos destes povos. A partir do
pressuposto que é imprescindível o conhecimento do contexto histórico no estudo
da História da Arte, ressalto também a importância do lado lúdico e artístico
dos quadrinhos no ensino de arte.
COMUNICAÇÃO
CIENTÍFICA
A IMPORTÂNCIA DO DESENHO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Arte no Ensino Fundamental
Myrian Silva Oliveira[46]
Elaine Corsi[47]
Yarnel de Oliveira Campos[48]
Palavras
chave: Arte. Criança. Desenho.
Ensino infantil.
RESUMO
Este trabalho tem o objetivo de fazer
com que o professor de arte na Educação
Infantil procure incentivar o desenvolvimento dos
desenhos das crianças e respeitar o desenvolvimento de cada uma ao realizar
suas produções. E, para isto, é necessário que o professor utilize métodos de
ensino diferenciados, ou seja, que motive a criança a produzir seus desenhos
com propostas que fazem parte do seu cotidiano e a oriente a lembrar-se dos detalhes e das formas de qualquer objeto. Na tentativa de colaborar,
foi desenvolvido um trabalho com crianças da Educação Infantil, entre
cinco e seis anos, com propostas de trabalhos que façam com que elas sintam prazer e consigam evoluir seus desenhos, passando assim
de uma etapa para outra. Para isso, é necessário um longo período de tempo para
obter os resultados esperados. Reconhecemos que é
preciso mudar a forma de trabalhar com os alunos, como, por exemplo, propor temas livres e folhas mimeografadas que
deixam as crianças perdidas ou que só trabalhem a sua coordenação motora. Agindo desta forma, sabemos que as crianças não conseguirão
se desenvolver de maneira espontânea e criativa em suas fases de formação. O
objetivo deste trabalho é destacar a importância do ensino de arte para a
criança e sua importância na Educação Infantil.
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
A ARTE DE CARAVAGGIO
História da Arte
Roberta Borges Canelhas[49]
Mônica Prata
Fernandes[50]
Yarnel de
Oliveira Campos[51]
Palavras
chave: Caravaggio. Barroco. Pintura.
RESUMO:
Este artigo refere-se à monografia
desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba no curso de Educação
Artística e Artes Visuais e tem como objetivo estudar e conhecer a vida e a
obra de um dos maiores gênios da pintura barroca — Michelangelo Merisi,
conhecido popularmente pelo celebre apelido de “Caravaggio”, assim como sua
importância para o contexto histórico de sua época e sua influência nos dias
atuais. O estudo das obras e da vida curta e atribulada de Caravaggio se deve,
principalmente, por sua genialidade em pintar os mártires sacros com uma
extrema realidade profana, em trabalhar a realidade como ele a via, e,
sobretudo por ser o ápice de um
movimento artístico – o Barroco –
que tinha como alvo propagar a glória e o poder da igreja católica. E é exatamente esse
movimento que o levou a ter em sua vida
dois extremos, glória e frustração. Concluo este trabalho destacando sua obra
tão influente e, ao mesmo tempo, incompreendida que vem despertando paixão e
admiração ao longo dos séculos, e, principalmente, nos dias atuais,
evidenciando o talento do gênio que não teve discípulos e sim seguidores.
COMUNICAÇÃO
CIENTÍFICA
PREMISSAS DA
COLAGEM
Ensino
de Arte na Educação Não-formal
Rosalina Aparecida de Morais
Cardoso[52]
Mônica Prata Fernandes[53]
Yarnel de
Oliveira Campos[54]
Palavra chave: Colagem. Técnica.
Experiência.
RESUMO
Este
trabalho tem como objetivo mostrar o valor e o registro da colagem ao longo da
história da arte, suas técnicas e seus procedimentos, contribuindo e
interagindo no ensino formal e informal, destacando sua importância na formação
dos alunos. Tem como base trabalhos realizados por grandes artistas, tais como
Pablo Picasso, George Braque, Henri Matisse, que se utilizaram dessa técnica na
composição de suas obras. Concluo este trabalho relatando minhas experiências
com as técnicas de colagem em minhas produções artísticas e pedagógicas, que me
proporcionaram um enriquecimento profissional e pessoal através de pesquisas,
experiências e dedicação. A técnica da colagem torna-se cada vez mais
imprescindível, independentemente de talentos especiais, e tem causado grande
influência na arte, tornando-se respeitada, assim como as demais formas
artísticas.
RELATO
REPRESENTAÇÃO
DAS SIMBOLOGIAS DA MORTE EM ALGUMAS OBRAS DE MESTRE ATAÍDE
Ensino de História da Arte
Esp.
Sandra Beatriz Duarte de Freitas[55]
Palavras-chaves: Mestre Ataíde. Morte. Simbologias
RESUMO:
Após leitura,
observação e análise de algumas obras de Mestre Ataíde, o tema da morte foi
estudado pelas seguintes perspectivas: a morte e o erotismo, as simbologias
cristãs da morte e, também, a condição ocidental da morte. Foi levado em
consideração o contexto histórico, a estética barroca e também alguns aspectos
referentes à vida “familiar” do artista. O cenário artístico colonial captou tais influências e as
refletiu em suas pinturas, nas imagens que recorrem ao tema da morte. Foi
percebido que parte do acervo imagético de Manoel da Costa Ataíde é destinado à
morte, à transitoriedade da vida, à salvação, enfim, às simbologias da morte.
Quais os motivos de a morte ser tão representada por Mestre Ataíde? Por que ele
recorre continuamente a esta simbologia? Ao final da investigação feita,
conseguimos alcançar o objetivo primeiro que foi verificar a recorrência das
simbologias da morte em algumas de suas obras. Houve realmente influência das
simbologias da morte européia (por meios de missais ou gravuras), colonial (de
acordo com suas vivências e o meio social) e erótica (dado a uma vida onde a
afetividade e o sexo precisavam ser mascarados) em algumas de suas obras.
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA ÀREA DA SÁUDE
Arte e Educação Inclusiva
Sandra Maria Paulino[56]
Wanice Facure[57]
Yarnel de Oliveira Campos[58]
Darcy Bosco[59]
Palavras-chave: Arte.
Sentimentos. Humanização.
RESUMO
Este artigo refere-se à monografia
desenvolvida no Centro de Ensino Superior de Uberaba, CESUBE, no Curso de Artes
Visuais. Tem como objetivo mostrar como a arte de contar histórias dentro da
área da saúde colabora com o equilíbrio humano para o enfrentamento de
situações difíceis. O ERA UMA VEZ... faz parte da vida humana desde o tempos
das cavernas, ajudando na construção de nossa história. Com arte, magia e
criatividade conseguimos atingir os mais profundos dos sentimentos, a
esperança, a auto-estima e a coragem. Com este trabalho, conseguirei, com a
magia da arte, levar a humanização para dentro dos hospitais, dos corações dos
enfermos, como também dos médicos, enfermeiros e funcionários.
RELATO
FORMAÇÃO
DE GRUPO DE ESTUDOS EM ARTE
Ensino de arte no Ensino Fundamental
Sérgio Souza[60]
Palavras-chave:
Estética; Arte-Educação; Estudo de vida e obra de artista
RESUMO:
A E. M. Milton Campos possui um
painel do artista Chanina Luwisz Szejnbejn, aluno do pintor Alberto da Veiga
Guignard. Em 1976, a escola foi inaugurada e recebeu um painel pintado por
Chanina que ficou exposto no auditório da escola. Com o passar dos anos e com as
transformações no prédio escolar, o painel circulou por outros espaços.
Atualmente, o painel encontra-se danificado e em péssimas condições de
instalação. A partir de 2006, um projeto de estudo e reconhecimento dessa obra
e da vida do pintor Chanina foi desenvolvido por uma professora com duas turmas
de 2º Ciclo. Em 2007, o Projeto Chanina foi discutido nos turnos da
escola e algumas ações foram implementadas por professores isoladamente e em
grupos. Como professor de Arte no 2º Ciclo, iniciei um trabalho com as turmas
em que leciono. Formei um grupo com 15 alunos que realizará estudos sobre a
vida e obra de Chanina, além de pensar, discutir e implementar atividades para
o restante dos alunos. Esse grupo tem se reunido uma vez por semana e realizado
pesquisas, leituras de textos, análises de obras e, o mais importante, reflexões
sobre a arte, a produção artística e a fruição estética.
COMUNICAÇÃO
CIENTÍFICA
Desenho e
papel expressando a sensibilidade no ensino fundamental
Ensino
de Arte no Ensino Fundamental
Soraya
Celestino[61]
Gilberto
Aparecido Damiano[62]
Daniela S. Durante[63]
Américo
Galvão Neto[64]
Palavras-chaves: Desenho. Papel. Sensibilidade
Resumo
Esta comunicação expõe a práxis de
professores que atuam na disciplina de Artes, 5a a 8a
séries do Ensino Fundamental, da Rede Municipal de Juiz de Fora. Tem como foco
os suportes usados na expressão da Sensibilidade (ou Racionalidade Estética)
que vieram à tona através da pergunta: Como você percebe a Sensibilidade nas
suas aulas? Escolhidos os critérios (por amostragem intencional) e
a metodologia (de orientação fenomenológica, que privilegia temas oriundos –
através da redução – da própria linguagem dos depoentes), fizemos a escuta de
13 pessoas (3 do sexo masculino), buscando mostrar as relações entre
Sensibilidade e Educação. Relações que abarcam o racional-conceitual, a emoção,
o sensorial, o corpo – na perspectiva de uma formação estética. No entanto, o
que mais se desvendou foi a dificuldade de vivenciarem a Sensibilidade (como
abertura para variadas experiências ou como um aspecto mais emocional e pessoal
– este último é bem demarcado) e a predominância do desenho e do papel como
suportes para expressão da mesma. Detectou-se, ainda, que a maioria tem
formação específica em variadas Artes, porém uma ausência de referenciais
teórico-metodológicos, seja no campo mais específico da
graduação/especialização artística seja no aspecto didático-pedagógico.
Espera-se, porém, melhor compreensão da experiência estético-educacional dos
educadores.
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
CONSTITUIÇÃO DE
SABERES E PRÁTICAS DOCENTES EM E SOBRE UM GRUPO DE PROFESSORES DE ARTE
Formação de professores de Arte
Teresa Cristina Melo da Silveira[65]
Myrtes Dias da Cunha[66]
Palavras-chave:
Saberes e práticas docentes. Grupos. Ensino de Arte.
RESUMO
Os saberes e as práticas docentes
possuem diversas origens, como, por exemplo, em grupo de estudos. Os objetivos
da nossa pesquisa foram os de conhecer as características, as funções e os modos
de funcionamento (individuais e coletivos) presentes no grupo de professores de
Arte da Rede Municipal de Uberlândia; os saberes do grupo acerca de si mesmo;
como o grupo pensa, fala, sente e age em relação a si próprio e aos seus
integrantes; os significados e sentidos que esses professores produzem em
relação à sua participação no grupo. Para tanto, realizamos durante dois anos
uma observação participante no referido grupo, associada à construção de notas
de campo, gravações das reuniões, análise documental e entrevista coletiva.
Essas estratégias foram fundamentadas e analisadas sob referencial teórico de
diferentes autores, discutindo a formação do professor e seus saberes
específicos, a importância e a caracterização de grupos sociais, desenvolvendo
uma pesquisa com Abordagem Qualitativa. Produzimos alguns indicadores que
caracterizam o grupo investigado e apresentamos as análises das suas diferentes
configurações e dinâmicas, bem como da freqüência e da participação de seus
integrantes. Destacamos, ainda, a (re)elaboração e (re)significação das idéias,
experiências e saberes dos professores de Arte no seu trabalho, inclusive nas
visualidades das produções
plástico-visuais produzidas.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
O PERCURSO DO ENCONTRO DE ARTE EDUCAÇÃO EM UBERABA
Arte e Projetos Sociais
Terezilda Barreira Portilho[67]
Elisa Muniz Barretto de Carvalho[68]
Palavras-chave: Formação
social. Encontro de Arte Educação.
RESUMO
A presente comunicação objetiva
relatar sobre o percurso do Encontro de Arte Educação de Uberaba, que hoje se
intitula CONAPAR. Durante cinco anos, este encontro, concebido como uma
atividade acadêmica do curso de Educação Artística/Artes Visuais do CESUBE,
contribuiu para a formação social de estudantes e professores de Arte que
estiveram tanto envolvidos na sua organização, como na efetiva participação da
programação. Participar nas decisões desde horário, tema, local e envolver-se
na divulgação e realização do encontro, possibilitou aos participantes das
equipes organizadoras uma visão de organização e de trabalho coletivo.
Participar como congressista possibilitou reflexões e troca de experiências
entre profissionais do ensino de Arte e conseqüente fortalecimento da luta
pelas reivindicações da qualificação profissional no ensino de Arte de Uberaba
e região. Os encontros tiveram um número médio de 180 pessoas e a equipe
organizadora envolvida em torno de 12 pessoas, estudantes e professores de Arte.
Os encontros tiveram, em média, a duração de três dias e sempre com a presença
de um profissional da Arte, para palestra ou mesa de debates, vindo de fora de
Uberaba. Com o registro da Associação dos Professores de Arte de Uberaba e
Microrregião – APAR o encontro passou também a contar com a presença de
ex-alunos e professores da comunidade.
RELATO
ARTES E PROCESSOS CRIATIVOS: A
SENSIBILIZAÇÃO DO OLHAR HUMANISTA NA SAÚDE
Ensino de Arte no Ensino Superior
Wanice Alves Facure Locci[69]
Palavras-chave: Arteterapia;
Saúde; Humanização.
RESUMO:
Com o objetivo de desenvolver a
observação, a recepção e a apreensão do olhar, através da análise das diversas
dimensões da Arte e de estimular o potencial artístico através da experiência
do fazer artístico, sensibilizando e proporcionando um olhar humanista, a
disciplina Artes e Processos Criativos, faz parte da grade curricular do curso
de Enfermagem, da FACTHUS. Ao trabalhar nove técnicas distintas: desenho,
pintura, modelagem, colagem, fantoche, tapeçaria, origami, teatro e contação de
histórias, perceberam que as atividades artísticas funcionavam como um canal de
auto-expressão e criatividade, dando suporte aos futuros enfermeiros de
perceberem e transformarem o ambiente de trabalho, de maneira mais humana, pois
qualquer pessoa que fique exposta a um ambiente de inatividade acaba
tornando-se reflexo do próprio ambiente e agravando a enfermidades e
deficiências já existentes. Não há a pretensão da cura da doença, mas a Arte
pode ajudar o paciente que se encontra em uma situação delicada a expressar
seus sentimentos, lidando com seus medos e com suas dores, tornando o ambiente
hospitalar mais acolhedor e menos assustador.
RELATO DE EXPERIENCIA
ACOLHIDA
MARISTA
Arte e Projetos Sociais
Ana Aparecida Boaventura Carneiro[70]
Palavras-chave:
ONG. Educação. Arte.
RESUMO
A
casa da acolhida Marista de Uberaba desenvolve, desde 2002, um projeto de
assistência, educação e promoção social com crianças e adolescentes, com idade
entre 7 a 16 anos. Trata-se de uma ONG mantida pelos Irmãos Maristas, que
promove ações sócio-educativas, como apoio pedagógico, oficinas de artesanato,
informática, desenho, inglês e atividades esportivas. Desenvolvemos com os
educandos e suas mães, atividades artísticas manuais, fazendo uso de papel
reciclado utilizado como matéria-prima, confeccionando diversos objetos
utilitários e de uso decorativo. Atualmente 42 educandos estão integrados nas
atividades. A partir do estímulo ao desenvolvimento da criatividade,
incentivamos a produção de objetos com bom acabamento, de modo que possam ser
mais bem valorizados pelo mercado. Desta forma, além da promoção da auto-estima
e da inclusão social, objetivamos também, com as mães, oferecer oportunidade de
qualificação profissional em trabalhos artesanais. Os resultados verificados
durante os cinco anos de trabalho atestam a melhoria da auto-estima, bom nível
de aprendizagem e grande motivação por parte dos participantes no desempenho
das atividades propostas. Apesar dos bons resultados atingidos, procuramos
atualmente aumentar a participação das mães dos educandos no projeto, de vez
que ela é ainda pequena.
SEQÜÊNCIA DAS APRESENTAÇÕES
SALA 1
Coordenadores de apresentações: Prof.a
Elaine e Prof. Yarnel
Recursos: Data
show e retroprojetor
|
14 h |
A IMPORTÂNCIA DO DESENHO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Myrian Silva Oliveira – Ms. Elaine Corsi |
|
14 h25 |
DESENVOLVIMENTO DO DESENHO
INFANTIL NA EDUCAÇÃO - Graziele Souza – Ms. Elaine
Corsi |
|
14h50 |
MÚSICA NA EDUCAÇÃO FORMAL: POSSIBILIDADES E
BUSCAS - Joheber Antônio Silva – Ms. Yarnel de
Oliveira Campos |
|
15h15 |
PROJETO JOVEM MÚSICO - Maria Lucia Campos de Sousa – Esp. Cristina Arruda
– Esp. Mário Jaime Costa Andrade – Esp.
Edna Mara Paantaleo Marques
|
|
15h40 |
UM ESTUDO SOBRE O DESENVOLVIMENTO HUMANO A PARTIR DE
ANÁLISES SOBRE O DESENHO INFANTIL Esp. Kátia da Silva Cunha – Ms. Maria do Socorro
Militão – Natália Aparecida Pimenta
|
|
16h05 |
ARTE NA EDUCAÇÃO ESPÍRITA: O CONHECIMENTO ALÉM DO ENSINO
FORMAL - Daniel Gonçalves Moreira – Ms. Yarnel de Oliveira Campos |
|
16h30 |
ARTE E PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS: BUSCAS E
DESCOBERTAS - Carlos Felipe Peres Vilas Boas – Ms. Yarnel de Oliveira
Campos |
SALA2
Coordenadores de apresentações: Prof.a
Elisa e Prof.a Terezilda
Recursos: Data
show
|
14 h |
O PERCURSO DO ENCONTRO DE ARTE EDUCAÇÃO EM UBERABA - Terezilda Barreira Portilho – Ms. Elisa Muniz Barretto
de Carvalho |
|
14 h25 |
REVISTA DIGITAL ART&: CRIAÇÃO, INTERAÇÃO E
APRENDIZAGEM COLABORATIVA - Ms. Martha M. Prata-Linhares – Ms. Jurema Luzia de
Freitas Sampaio-Ralha – Esp. Gisele Torres Martini – Ms. Anna Rita Ferreira
de Araújo |
|
14h50 |
FORMAÇÃO DE GRUPOS DE ESTUDOS EM ARTE - Sérgio Souza |
|
15h15 |
A ARTE E SUA LIGAÇÃO COM O AMBIENTE NUMA PERSPECTIVA DE
EDUCAÇÃO LÚDICA - André Luis Fortes - Ms. Elisa Muniz Barretto de
Carvalho
|
|
15h40 |
ARTE: PREPARANDO O CIDADÃO COM NECESSIDADES ESPECIAIS - Edna Lucia Francisco da Silva
– Ms. Elisa Muniz Barretto de Carvalho
|
|
16h05 |
RESTAURAÇÃO E EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA CÂMARA MUNICIPAL DE
UBERABA - André Luis de Andrade – Ms. Elisa Muniz Barretto de
Carvalho |
|
16h30 |
CONSTITUIÇÃO DE SABERES E PRÁTICAS DOCENTES EM E SOBRE UM
GRUPO DE PROFESSORES DE ARTE - Ms. Teresa Cristina Melo da Silveira – Dra Myrtes Dias
da Cunha |
SALA 3
Coordenadores de apresentações: Prof.a
Mônica e Prof. Osvaldo
Recursos: Data
show, TV e Vídeo
|
14 h |
ASPECTOS DA RELIGIÃO GAULESA VISTOS ATRAVÉS DE ASTERIX - Esp. Mônica Prata Fernandes |
|
14 h25 |
PREMISSAS DA COLAGEM - Rosalina Aparecida de Morais Cardoso – Esp. Mônica Prata
Fernandes |
|
14h50 |
A ARTE DE CARAVAGGIO - Roberta Borges Canelhas –
Esp. Mônica Prata Fernandes |
|
15h15 |
REPRESENTAÇÃO DAS SIMBOLOGIAS DA MORTE EM ALGUMAS OBRAS DE
MESTRE ATAÍDE - Esp. Sandra Beatriz Duarte de Freitas
|
|
15h40 |
EDUCAÇÃO PARA A VISUALIDADE: A “IMAGINAÇÃO” ATRAVÉS DA
NARRATIVA LITERÁRIA - Fabíola Alessandra Rodrigues
|
|
16h05 |
PABLO PICASSO E A DENÚNCIA SOCIAL - Célia Gomes Cardoso – Esp. Mônica Prata Fernandes |
|
16h30 |
|
SALA 4
Coordenadores de apresentações: Prof.a
Wanice e Cátia
Recursos: Data
show
|
14 h |
DESENHO E PAPEL EXPRESSANDO A SENSIBILIDADE NO ENSINO
FUNDAMENTAL - Ms. Soraya Celestino – Dr. Gilberto Aparecido Damiano –
Esp. Daniela S. Durante – Esp. Américo Galvão Neto |
|
14 h25 |
A ARTE DO TEATRO DE BONECOS DE MANIPULAÇÃO DO BUNRAKU NO
JAPÃO AO GIRAMUNDO NO BRASIL - Cristina Barbosa Morel – Esp. Wanice A. Facure Locci |
|
14h50 |
ARTES E PROCESSOS CRIATIVOS: A
SENSIBILIZAÇÃO DO OLHAR HUMANISTA NA SAÚDE - Esp. Wanice Facure Locci |
|
15h15 |
DANÇA, UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA - Ms. Daniela Reis
|
|
15h40 |
ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA ÀREA DA SÁUDE - Sandra Maria Paulino – Esp. Wanice Facure Locci –
Esp. Darci Bosco |
|
16h05 |
IMAGINASONS E REPRESENTASONS EM UM COTIDIANO EDUCACIONAL
PERIFÉRICO - Gustavo Coelho |
|
16h30 |
Interatividade: participação ativa do adolescente com materiais
artísticos - Esp. Lucia Maria Pena Ribeiro dos Santos – Esp.
Wanice Facure Locci
|
OFICINAS
Jammal
Tapeçaria
do Nicolas
óleo
sobre tela 90X90
1. Oficina de Teatro
Luis Pablo Trentin
Mack
Objetivo:
2. Oficina: Construindo mandalas com os quatro elementos
(arteterapia)
Raquel Cardozo Paiva
Objetivo: através do ato de fazer mandalas, estimular a mente e
equilibrar as emoções, proporcionando atitudes que geram integração e
autoconhecimento.
3. Oficina de Oxidação em Tela
Hercules Locci
Objetivo: explorar materiais alternativos, como limalha de
ferro, corantes e grafite sobre tela.
4. Oficina 2 em
1 : Movimento e Dança e Iniciação ao Clown
Valéria Silva Monteiro e Márcio Leandro Gomes
Objetivos: "A arte de se expressar com naturalidade, prazer e
fantasia." e "Se sentir livre para sorrir, criar e
encantar..."
5. Oficina de Contação de História com dobraduras
Daniel Gonçalves Moreira
Objetivos: Realizar dobraduras a partir de histórias contadas.
LISTA
DE MATERIAL PARA AS OFICINAS
ATENÇÃO,
CONGRESSISTAS:
- Cada participante deverá levar seu
material para a realização das oficinas!
- As oficinas acontecem na sexta-feira
às 19 horas e 30 min.
1. Oficina de Teatro
·
Não
há lista de material.
2.
Oficina: Construindo
mandalas com os quatro elementos – Arteterapia
·
Material necessário por
pessoa:
•
papel para dobradura (qualquer)
•
tesoura
•
caixa de giz de cera
•
uma vela
•
uma caixa de fósforo
•
papel duro (tipo pratinho pequeno de festa, de papelão)
•
tinta guache (pelo menos três cores: azul, vermelho e amarelo)
•
pincel
•
toalha
•
pote
•
sementes (feijão, milho, arroz, grãos em geral)
•
cola cascorez azul
•
papel tipo cartolina ou canson
3.
Oficina: Oxidação em Tela
·
Material
necessário por pessoa:
- bombril
- uma tela ou mais - mínimo 40x30 máximo 40 x
60
- cola branca PVA (Cascorez rótulo azul)
- um rolo de fita crepe
- duas trinchas ¾ ou maior
- um lápis
- uma régua 30 cm
- avental
- Luva
- três recipientes para mistura – tipo PET (3
por pessoa)
- corantes líquidos (azul, vermelho, amarelo,
verde, marrom, preto, magenta) (duas bisnagas de cada cor. (Este vocês podem
combinar de dividir com os colegas).
4.
Oficina 2 em 1 : Movimento e dança e Iniciação ao Clown
·
Não
há lista de material.
5.
Oficina: Oficina de
Contação de História com dobraduras
·
Material
necessário por pessoa:
-
15 pedaços de papel superlustroso cortados no tamanho de 15 cm por 15 cm
APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS
Jammal
Nero
Óleo
sobre tela 80X80
APRESENTAÇÃO MUSICAL
– Banda Municipal de Uberaba –
Projeto Jovem Músico
PROJETO JOVEM MÚSICO
O
Projeto Jovem Músico, criado na gestão atual, é coordenado pela Secretaria
Municipal de Educação e Cultura, por meio do Departamento de Ensino e Apoio
Pedagógico. Atende 318 alunos, de 9 a 14 anos, que estudam nas escolas
municipais de Uberaba.
O
referido projeto desenvolve atividades voltadas para a iniciação musical
instrumental em teclado, violão, flauta, bateria, além das aulas teóricas, como
suporte às aulas práticas.
Desses
318 alunos, aproximadamente 60 são integrantes da Banda de Música Municipal de
Uberaba, com instrumentos de sopro e percussão, sob a regência do Maestro
Orialdo Benedito da Silva.
Este
projeto permite aos alunos se relacionarem de forma organizada, prazerosa,
integrando a música às atividades educacionais.
– Coral do Colégio Cenesista
Dr. José Ferreira
EXPOSIÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS
JAMMAL
(Marcos
Cezar Jammal)
Belo Horizonte
24/05/1949.
Professor, pintor, desenhista, ceramista e
escultor.
Assina -
Jammal –
Recebe Título de Imortal e Comendador pela
Ordem do Mérito das Belas Artes do Rio de Janeiro em 1998.
Catalogado na Publicação ARTES PLÁSTICAS BRASIL
de Maria Alice e Júlio Louzada, volume XII (12BRC/209(2000)); Publicação ARTE
& ARTÍSTAS – Maimeri – volume I pág. 88 – Itália (2000).
Freqüentou as Escolas Guignard/BH/MG, Nacional
de Belas Artes/RJ, École D´Art de Montmartre e Centro D´Art Contemporâneas
Georges Pompidou, as duas últimas em Paris/França.
INDIVIDUAIS: Em 1986, Querência, Espaço
Cultural Casa de Campo – Uberaba/MG; em 1990, 1995 e 1997 a 2005 Galeria
Projeto Arte – Uberaba/MG; em 1993 Arte Vida e Alegria no Espaço Cultural Banco
do Brasil – Brasília/DF; em 1994 Espaço de Artes Jardim Tropical – Brasília/DF;
de 1994 a 1996 Espaço Cultural Caixa Econômica Federal – Sacramento/MG e Brasília/DF.; em 1995 Espaço Cultural Centro Clinico Sul –
Brasília/DF; em 1997, Evento Comemorativo XXVI aniversário do Hospital das
Forças Armadas – Brasília/DF; em 1999 Espaço Cultural Pub Méd. – Uberaba/MG.
COLETIVAS: 1991 – Casa da Cultura – Uberaba/MG;
Espaço Cultural Shopping Urbano Salomão – Uberaba/MG; 1993 – Talentos
Uberabenses – Uberaba/MG; Galeria Anexo I do Senado Federal – Brasília/DF ; -
1993, 1997, 1998, 1999 – Uberaba de Portas Abertas, Arte Plural, Recriando o
Natal e Um Olhar sobre a Cidade – Fundação Cultural – Uberaba/MG; 1994 – VII
Salão Brasileiro de Arte na Fundação Mokiti Okada – São Paulo/SP; 1995 –
Artistas Mineiros no Espaço Cultural Administração Regional – Guará/DF, Espaço
Cultural Santos Dumont, VII, IX, XI, e XII Mostra na Art Décor e Galeria de
Arte Vincent Van Gogh – Sobradinho/DF.; 1996 – Espaço Cultural Caixa Econômica
Federal – Brasília/DF, Galeria de Ares Brasilar – Uberaba/MG, Uberaba Mostra
seus Artistas no Clube Uirapuru – Uberaba/MG; 1998 – Convite ‘a Arte na Praça
Interna da Câmara Municipal de Uberlândia – Uberlândia/MG; 1999 - O Significado
do Número Sete no Centro Cultural Cecília Palmério da Universidade de Uberaba –
Uberaba/MG; O Significado do Número Sete
na Praça de Eventos do Shopping – Uberaba/MG; 2000 – XXIV Salão de Artes
Plásticas Contemporâneo da Pinacoteca Municipal Miguel Ângelo Pucci –
Franca/SP, Espaço Cultural da Assembléia Legislativa de Minas Gerais – Belo
Horizonte/MG; 2001 - Jubileu de Ouro da Universidade de Uberaba na Biblioteca
Central e Centro Cultural Cecília Palmério – Uberaba/MG; 2002 – III Salão de
Arte Contemporânea (Premio Aquisição Prefeitura de Uberaba – Uberaba/MG; 2003 –
IX Mostra de Arte da Justiça Federal na Subseção de Uberaba – Uberaba/MG; 2003
– IV Salão de Arte Contemporânea de Uberaba (Premio de Aquisição Fosfértil) –
Uberaba/MG; 2004 – V Salão de Arte
Contemporânea de Uberaba – Uberaba/MG;
2004 – Galeria de Arte da Revista de Pintura Domani – São Paulo/SP; 2004
– Espaço Cultural da Revista Domani – São Paulo/SP; 2005 – Coletiva de Artes e
Artistas Shooping Uberaba – Uberaba/MG
INTERNACIONAL: 2001 – Grande Salão
Luso-Brasileiro, Sala Marques – Lisboa/Portugal (Menção Honrosa), Gran Salón
Real de Madri – Madri/Espanha (Medalha de Prata).; 2002 – Canadá Art Show –
Toronto/Canadá (Máster Bronze Medal)
Marcos Cezar Jammal
Rua Maximiano José de Moura, 223
39055-430 – Uberaba – Minas Gerais
034-33137741 / 33328898 / 91440589
Jammal
Vila
Óleo
sobre tela 80X120
APRESENTAÇÃO TEATRAL
- Grupo Pose – “Um
mundo sem adultos”
- Grupo Teatral do Colégio Apoio – “Anjos Partidos”
- Cia Hebeas Corpus – “A caixa dos
sonhos”
ASSOCIAÇÃO
DOS PROFESSORES DE ARTE DE UBERABA
E
MICRO REGIÃO – BREVE HISTÓRICO
A Associação de Professores de Arte de Uberaba e Microrregião –
APAR nasceu de uma assembléia no 2o ENARTE – Encontro de Arte
Educação em Uberaba, no mês de junho de 2004. Nesta assembléia, com a
participação de estudantes e educadores (cerca de 150 pessoas), foi constatada
a necessidade de uma entidade que defendesse
os direitos dos arte educadores e promovesse uma efetiva valorização do Ensino
de Arte em Uberaba e microrregião.
Anterior a este encontro, já se reuniam estudantes e professores de Arte para
discutir sobre as condições de ensino e sobre os problemas com currículo e a organização
escolar. Era o grupo “Chá com Arte”. O grupo realizava suas reuniões
mensalmente, desde setembro de 2003, e havia constatado a necessidade de
organizar uma associação que unisse os arte educadores de Uberaba. Mas foi no 2o
ENARTE, com a presença da diretora da FAEB – Federação dos Arte Educadores do
Brasil, Itamar Alves Leal, que foram tomadas as iniciativas para a formação da Associação
e diretoria provisória.
O grupo da “diretoria provisória” eleita no domingo, dia 27 de
junho de 2004 (por assembléia), começou a se reunir para encaminhar as
reivindicações dos professores e alunos presentes ali naquele encontro.
Formou-se uma comunidade virtual para debates sobre a Arte nas
suas diversas linguagens, bem como a situação do seu ensino em Uberaba e
região. O site da comunidade virtual
está em funcionamento desde agosto de 2004 com o endereço: http://br.groups.yahoo.com/group/enarte
Em 2006, fizemos o registro em cartório da Associação e realizamos
o 1o Congresso, o CONAPAR, com a presença de Ana Mae Barbosa.
AGRADECEMOS A TODOS QUE, DE ALGUMA FORMA,
CONTRIBUIRAM PARA A REALIZAÇÃO DESTE EVENTO,
EM ESPECIAL:
APOIO
E PATROCINADORES
ESCOLA
CRIATIVA DE UBERABA
DGV
CORRETORA DE SEGUROS
PAPELARIA
D’SANTOS
FUNDAÇAO
MUNICIPAL DE ENSINO SUPERIOR - FUMESU
CENTRO
DE ENSINO SUPERIOR DE UBERABA - CESUBE
COLÉGIO
NOSSA SENHORA DAS DORES
TAMAREIRAS
PARK HOTAL
ARROZ
CASA GRANDE
RESTAURANTE
COZINHA D’OURO
ATELIER
BALAIO DE ARTE
GANGHARA
ARTE DECORATIVA
CAFÉ
DO PRODUTOR
FLORICULTURA
INHAÇA
CENTRO
EDUCACIONAL CAMINHANDO PARA O FUTURO
* Professora substituta do Departamento de Artes Visuais da FAFCS/UFU e
professora efetiva no Ensino de Arte da Rede Municipal de Uberlândia – Ensino
Fundamental.
[1] Para um cargo de 24 horas/aula semanais o professor deve cumprir na
escola 20 horas/aula: sendo 18 horas/aula com os alunos dentro da sala
(ministrando sua disciplina) e 2 horas/aula (também denominadas como módulos)
fora da sala de aula, dedicadas à leitura, ao planejamento, às reuniões, à orientação
pedagógica, à organização de material e a outras atividades pertinentes às suas
funções. As outras 4 horas/aula (ou 4 módulos) o professor deve cumprir em casa
ou onde melhor lhe convier, mas ficando à disposição da escola, caso sua
presença seja solicitada. Os professores que se reúnem no CEMEPE usam apenas um
dos dois módulos semanais que devem cumprir na escola, sendo que o outro módulo
fica acumulado em 4 horas/aula durante o mês. Esta é a carga horária destinada
mensalmente às reuniões de área no CEMEPE, visando, principalmente, à formação
continuada dos educadores.
[2] Cf. TINOCO, 2003.
[3] Cf. SOUSA, 2006.
[4] Cf. Barbosa (1991).
[5] André Luis de Andrade é graduando do curso de Educação Artística/Artes
Visuais do CESUBE, artista plástico e estagiário do A3 Artes Aplicadas de
Uberaba.
[6] Professora e coordenadora do curso de Artes Visuais do Centro de
Ensino Superior de Uberaba – CESUBE.
[7] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais
do Centro de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de
Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br
[8] Graduando do curso de Artes Visuais do CESUBE, músico e professor de
Arte no Ensino Ffundamental e Médio. É artesão de materiais recicláveis.
[9]
Professora e coordenadora do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino
Superior de Uberaba – CESUBE.
[10]
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro
de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de
Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br
[11] Graduando no curso de Educação Artística e Artes Visuais pelo Centro
de Ensino Superior de Uberaba. carlosfischer2@yahoo.com.br
[12]
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro
de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de
Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br
[13] Graduanda no curso de Educação Artística e
Artes Visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba. celiagomes22@hotmail.com
[14] Professora de História da Arte e Cinema no
curso de Educação Artística/Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de
Uberaba, especialista em Patrimônio e Gestão Cultural e Cinema e Literatura em sala de aula . molusco3@terra.com.br
[15] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do
curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de
Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia.
yarnel_campos@yahoo.com.br
[16] Formada em História, graduanda em Artes
Visuais e professora de Artes no Ensino Médio, Fundamental e na Educação
Infantil, trabalhando atualmente na Escola Pequeno Estudante em Uberaba.
[17] Graduada em Letras, pela UNIUBE -
Universidade de Uberaba; Especialista em Educação Artística, pela FIJ –
Faculdades Integradas de Jacarepaguá; Especialista em Administração de Saúde
Pública, pela UNAERP, Universidade de Ribeirão Preto. Professora na Faculdade
de Talentos Humanos – FACTHUS, no Centro de Ensino Superior de Uberaba –
CESUBE, no Colégio APOIO, no Colégio Opção e sócia do Ateliê Balaio de Arte.
[18]
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro
de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de
Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br
[19] Graduando no curso de Educação Artística e
Artes visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba. É professor na rede
pública de ensino e participa de ações comunitárias espíritas em Uberaba.
[20]
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro
de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de
Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br
[21]
Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Uberlândia, mestre em
História Social da Cultura pela mesma instituição, professora do curso de
Teatro da Federal de Uberlândia, bailarina pesquisadora-intérprete e educadora
de dança no projeto Dança na Escola, na rede municipal de ensino.
[22] Edna
é graduanda do curso de Educação Artística/Artes Visuais do CESUBE e professora
da APAE de Conceição das Alagoas.
[23]
Professora e coordenadora do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino
Superior de Uberaba – CESUBE.
[24]
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro
de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de
Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br
[25]
Graduada no curso de Licenciatura em Desenho e
Plástica – UEMG/Escola de Design – BH/MG. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa
Design e Cultura – UEMG/Escola de Design – BH/MG. Docente da rede municipal e
estadual de Ribeirão da Neves/MG. Belo Horizonte – MG.
[26]
Graduanda no curso de Educação
Artística e Artes Visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba. graziele__@hotmail.com
[27] Professora do Centro de Ensino Superior de Uberaba, Mestre pela Universidade Federal
de Uberlândia. elacorsi@yahoo.com.br
[28]
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro
de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de
Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br
[29] Graduando no curso de Educação Artística e Artes Visuais pelo Centro
de Ensino Superior de Uberaba.
[30]
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro
de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de
Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br
[31] Graduada e Licenciada em Filosofia (UFU-MG).
Especialista em Filosofia Clínica pelo Instituto Packter-Rg e Graduanda em
Artes Visuais (UFU-MG). Professora de filosofia e artes da Cooperativa
Educacional de Uberlândia (Colégio Ápice).
[32] Graduada, Licenciada em Filosofia.
Especialista em Ética e Filosofia Política (UFU-MG). Mestre em Filosofia
Política (UFG-GO). Doutoranda em Sociologia (UNESP-Araraquara-Sp). Bolsista
CAPES.
[33] Graduanda em Psicologia (UFU-MG).
[34] Graduanda do curso de Artes Visuais do CESUBE, licenciada em História.
Professora de Arte no Ensino Médio.
[35] Graduada em Letras, pela UNIUBE -
Universidade de Uberaba; Especialista em Educação Artística, pela FIJ –
Faculdades Integradas de Jacarepaguá; Especialista em Administração de Saúde
Pública, pela UNAERP, Universidade de Ribeirão Preto. Professora na Faculdade
de Talentos Humanos – FACTHUS, no Centro de Ensino Superior de Uberaba –
CESUBE, no Colégio APOIO, no Colégio Opção e sócia do Ateliê Balaio de Arte.
[36]
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro
de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de
Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br
[37] Pedagoga, habilitada em Música (Piano e
Teclado) e Educação Artística, curso de Extensão de Literatura Infanto-Juvenil.
Trabalha na Secretaria Municipal de Educação e Cultura, no Departamento de
Ensino e Apoio Pedagógico, Coordena os Projetos Canto Coral, Jovem Músico (
CENEG) e Fanfarra. Natural de Uberaba.
[38] Graduada em Piano, Educação Artística. Pós-graduada
em Artes. Trabalha na Escola Municipal Reis Júnior (Projeto Canto Coral), no
CENEG (Projeto Jovem Músico), vinculado à Prefeitura Municipal de Uberaba, e no
Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi. Natural do Rio de Janeiro.
[39] Pedagogo, Músico, Agente Cultural, é
Coordenador e Professor do Grupo de Percussão Axé-Uai, Professor de Bateria no
Projeto Jovem Músico e Professor Universitário na UNIPAC e CESUBE. Natural de
Uberaba, MG.
[40] Graduada em Piano e Educação Artística, Pós-graduada
em Técnica em Expressão, Graduada em Letras (Português – Inglês). Trabalha na
Escola Municipal Celina Soares de Paiva, E.M. Maria Lourencina Palmério e Catru
(Projeto Canto Coral), Professora de Percepção no Projeto Jovem Músico. Natural
de Uberaba.
[41] Doutoranda
e Mestre em Educação pela PUC-SP, Licenciada em Educação Artística pela UnB,
professora na Universidade de Uberaba no Instituto de Formação de Educadores.
Nascida em Uberaba.
[42] Mestre em Artes pelo IA-UNESP, Especialista
em Arte: Ensino e Produção e Licenciada em Artes Plásticas e Educação
Artística, todos pela PUC Campinas. Professora na Faculdade Comunitária de
Campinas, no Curso de Pedagogia. Empresária e consultora. Nascida no Rio de
Janeiro.
[43] Graduação em Artes Cênicas pela Faculdade de
Artes Dulcina de Moraes, Especialização em Arte Educação e Tecnologias Contemporâneas pela
Universidade de Brasília.
[44] Mestre em Artes pela USP, Especialista em Artes Visuais e
Licenciada em Educação Artística pela UFG, professora da Faculdade de Educação
da Universidade Federal de Goiás, natural de Goiânia.
[45]
Graduada em História com pós-graduação em
Patrimônio e Gestão Cultural e Cinema e Literatura em sala de aula. Professora
de História da Arte e Cinema no curso de Educação Artística/Artes Visuais do
CESUBE.
[46]
Graduanda do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba –
CESUBE.
[47]
Professora do Centro de Ensino Superior de Uberaba, mestre pela Universidade
Federal de Uberlândia. elacorsi@yahoo.com.br
[48] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do
curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de
Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia.
yarnel_campos@yahoo.com.br
[49] Graduanda
no curso de Educação Artística e Artes Visuais pelo Centro de Ensino Superior
de Uberaba.
[50] Professora de História da Arte e Cinema no
curso de Educação Artística/Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de
Uberaba, especialista em Patrimônio e Gestão Cultural e Cinema e Literatura em
sala de aula . molusco3@terra.com.br
[51] Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do
curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de
Uberaba, doutorando na Universidade Federal de Uberlândia.
yarnel_campos@yahoo.com.br
[52] Graduanda
do curso de Artes Visuais do Centro de Ensino Superior de Uberaba – CESUBE e
artista plástica.
[53] Professora
de História da Arte e Cinema no curso de Educação Artística/Artes Visuais do
Centro de Ensino Superior de Uberaba, especialista em Patrimônio e Gestão
Cultural e Cinema e Literatura em sala de aula . molusco3@terra.com.br
[54]
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro
de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de
Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br
[56] Graduanda no Curso de Educação Artística e
Artes Visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba. smsunega@yahoo.com.br.
[57] Graduada em Letras, pela UNIUBE -
Universidade de Uberaba; Especialista em Educação Artística pela FIJ –
Faculdades Integradas de Jacarepaguá; Especialista em Administração de Saúde
Pública, pela UNAERP, Universidade de Ribeirão Preto. Professora na Faculdade
de Talentos Humanos – FACTHUS, no Centro de Ensino Superior de Uberaba –
CESUBE, no Colégio APOIO, no Colégio Opção e sócia do Ateliê Balaio de Arte.
[58]
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Artes Visuais do Centro
de Ensino Superior de Uberaba, doutorando na Universidade Federal de
Uberlândia. yarnel_campos@yahoo.com.br
[59] Professora Escola Apoio e Funcionária do
Departamento de Projetos Especiais na Secretaria de Educação de Uberaba,
Pós-graduada em Lingüística Aplicada
pela UNIUBE. darci.bosco@uberaba.mg.gov.br
[60] Licenciado em Artes Visuais (Escola de Design
/ UEMG). Professor da Escola Municipal Milton Campos. Coordenador do Projeto de
Musicalização da EM Milton Campos (violão, flauta doce e percussão).
Idealizador do Projeto Latema (Lata-Poema) com a escritora Jussara Santos.
Ilustrador e artista plástico. Participante do Núcleo de Design e Cultura da
Escola de Design/UEMG
[61] Mestre em Educação pelo Centro de Ensino
Superior de Juiz de Fora (2004), professora da Escola Municipal de Santa
Cecília e tem experiência na área de Letras.
[62] Doutor em Educação; professor nos cursos de
especialização “Arte Educação Infantil” e “Educação Ambiental” na Faculdade de
Educação/UFJF e pesquisador associado ao Núcleo de Educação em Ciência,
Matemática e Tecnologia/UFJF (Educação Ambiental). É técnico-administrativo em
educação, atuando no Instituto de Artes e Design/UFJF e um dos líderes do grupo
de pesquisa ARGO: Arte, Mídia e Formação Estética (ARGO-IAD/UFJF).
[63] Graduação na Faculdade de Odontologia pela
Universidade Federal de Juiz de Fora (2001) e especialização em Arte-Educação
Infantil/UFJF (2006); tem experiência na área de educação, com ênfase em
ensino-aprendizagem; é atriz.
[64] Graduado em Psicologia, Mestre em Educação
pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (2005); especialista em Gestão
Ambiental pela UFJF; é consultor de organização do Instituto Doctum de Educação
e Tecnologia Ltda; tem experiência na área de educação e o tema: cinema e
educação.
[65] Professora de Arte da Rede Municipal de
Ensino de Uberlândia-MG e professora de Prática de Ensino do Departamento
de Artes Plásticas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Graduada em Educação Artística com
habilitação em Artes Plásticas (UFU); Especialista em Educação (UNICLAR);
Especialista em Ciências da Religião (UFU); Especialista em Psicanálise e
Educação (FASSEM); Mestre em Educação (UFU). Membro do Núcleo de Pesquisa no
Ensino de Arte (NUPEA) da UFU e do grupo de estudos dos professores de Artes
Visuais do CEMEPE. Criadora do Projeto Oficinas de Criatividade que proporciona
auxílio para o exercício docente nas suas diversas expressões.
[66] Orientadora
[67]
Terezilda Barreira Portilho é professora e associada da APAR, membro da equipe
organizadora do congresso, desde o primeiro encontro.
[68]
Elisa Muniz Barretto de Carvalho é professora e coordenadora do curso de Artes
Visuais do CESUBE e Diretora Presidente da APAR.
[69] Graduada em Letras, pela UNIUBE -
Universidade de Uberaba; Especialista em Educação Artística, pela FIJ –
Faculdades Integradas de Jacarepaguá; Especialista em Administração de Saúde
Pública, pela UNAERP, Universidade de Ribeirão Preto. Professora na Faculdade
de Talentos Humanos – FACTHUS, no Centro de Ensino Superior de Uberaba –
CESUBE, no Colégio APOIO, no Colégio Opção e sócia do Ateliê Balaio de Arte.
[70] É aluna do curso de Artes Visuais no Centro de Ensino Superior de
Uberaba e professora no Projeto Acolhida Marista.
