CURSO
Desenho como experimentação
Exploração das diferentes possibilidades do desenho por meio de exercícios criativos sobre o papel.
• As aulas de DESENHO tem a duração de uma hora e meia por seção – uma vez por semana;
• O conteúdo das aulas é adaptado às necessidades de cada aluno;
• As aulas são ministradas pela professora Elisa M. B. Carvalho por grupos de até três alunos;
• O aluno não paga nada pelos materiais utilizados nas aulas (lápis, papel...);
• As aulas são ministradas na sala 815 do Edifício Chapadão na Rua Major Eustáquio – Uberaba - MG
• O valor de cada aula é de R$ 20,00 – vinte reais.
• Agendar previamente sua AULA pelo telefone (34) 9996-6434
Blog da professora Elisa sobre arte, artesanato, ensino de arte,comentarios sobre exposições e amigos.
1 de junho de 2012
TÉCNICAS E TEMAS EM ARTES PLÁSTICAS PARA EDUCADORES
CURSO PRESENCIAL EM UBERABA
TÉCNICAS E TEMAS EM ARTES PLÁSTICAS PARA EDUCADORES
- Aulas de técnicas de expressão plástica para que educadores possam aplicar na sala de aula ou em espaços educativos.
• As aulas tem a duração de uma hora e meia por seção – uma vez por semana;
• O conteúdo das aulas é definido de acordo com as necessidades da faixa etária que o educador atua;
• As aulas são ministradas pela professora Elisa M. B. Carvalho por grupos de até três alunos;
• O aluno trás o material que será utilizado em sala de aula;
• As aulas são ministradas na sala 815 do Edifício Chapadão na Rua Major Eustáquio – Uberaba – MG
• O valor de cada aula é de R$ 20,00 – vinte reais.
TÉCNICAS E TEMAS EM ARTES PLÁSTICAS PARA EDUCADORES
- Aulas de técnicas de expressão plástica para que educadores possam aplicar na sala de aula ou em espaços educativos.
• As aulas tem a duração de uma hora e meia por seção – uma vez por semana;
• O conteúdo das aulas é definido de acordo com as necessidades da faixa etária que o educador atua;
• As aulas são ministradas pela professora Elisa M. B. Carvalho por grupos de até três alunos;
• O aluno trás o material que será utilizado em sala de aula;
• As aulas são ministradas na sala 815 do Edifício Chapadão na Rua Major Eustáquio – Uberaba – MG
• O valor de cada aula é de R$ 20,00 – vinte reais.
30 de maio de 2012
ESTUDAR SOBRE DANÇA
O curso virtual DANÇA NA ESCOLA esta organizado em quatro tópicos:
- O que é DANÇA NA ESCOLA
- Leis sobre o ensino de DANÇA NA ESCOLA
- Conteúdos do ensino de DANÇA NA ESCOLA
- Metodologias do Ensino de DANÇA NA ESCOLA
Tem a tutoria da professora Luciana de Lima Costa que é formada na UNICAMP.
As inscrições para a segunda turma estão abertas.
Envie um e-mail para carvalhoelisa@hotmail.com solicitando a ficha para inscrição!
- O que é DANÇA NA ESCOLA
- Leis sobre o ensino de DANÇA NA ESCOLA
- Conteúdos do ensino de DANÇA NA ESCOLA
- Metodologias do Ensino de DANÇA NA ESCOLA
Tem a tutoria da professora Luciana de Lima Costa que é formada na UNICAMP.
As inscrições para a segunda turma estão abertas.
Envie um e-mail para carvalhoelisa@hotmail.com solicitando a ficha para inscrição!
29 de maio de 2012
10 de maio de 2012
ARTE para nossa alegria
Video feito com os alunos do 7 ano da Escola Santa Maria:
http://www.youtube.com/watch?v=BldoHJCirxk&list=UUHz_4-YpnWdM86UcdEBGSWQ&feature=plcp
http://www.youtube.com/watch?v=BldoHJCirxk&list=UUHz_4-YpnWdM86UcdEBGSWQ&feature=plcp
3 de maio de 2012
Artes da minha amiga Cátia
Hoje estou colocando as fotos das "artes" de minha amiga Cátia. Ela sabe trabalhar com E.V.A. como ninguém!
Sabe o que ela fez pra mim? Uma marmita artística - nela carrego giz de cera, tesoura, lápis... e muitas coisas que alimentam nossa ALMA!
Veja:
Este foi o kit para o dia da Pascoa que ela confeccionou e eu levei para as crianças da arteterapia.
Agora olha só a mesa que ela enfeitou para o aniversário do Toninho, do Alex e dela :
Sabe o que ela fez pra mim? Uma marmita artística - nela carrego giz de cera, tesoura, lápis... e muitas coisas que alimentam nossa ALMA!
Veja:
Este foi o kit para o dia da Pascoa que ela confeccionou e eu levei para as crianças da arteterapia.
Agora olha só a mesa que ela enfeitou para o aniversário do Toninho, do Alex e dela :
Marcadores:
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amigos e saudade,
aniversário,
artesanato,
catia,
confraternização
Dois cursos virtuais
Já estão abertas as matrículas para os cursos virtuais
DANÇA NA ESCOLA
ARTE AMBIENTAL E O MEIO AMBIENTE
O curso DANÇA NA ESCOLA tem a carga horária de 20 horas e o investimento é de R$ 24,00 - vinte e quatro reais.
O curso ARTE AMBIENTAL E O MEIO AMBIENTE tem a carga horária de 30 horas e tem o investimento de R$ 28,00 - vinte e oito reais.
Interessado em cursar?
Escreva-nos para obter mais informações.
Os dois cursos estão hospedados na pagina
www.elisacarvalho.com.br e utilizam a plataforma moodle.
Os cursos virtuais são bastante interativos.
Preencha as fichas e nos envie - carvalhoelisa@hotmail.com ou luciana_costa13@yahoo.com.br
DANÇA NA ESCOLA
ARTE AMBIENTAL E O MEIO AMBIENTE
O curso DANÇA NA ESCOLA tem a carga horária de 20 horas e o investimento é de R$ 24,00 - vinte e quatro reais.
O curso ARTE AMBIENTAL E O MEIO AMBIENTE tem a carga horária de 30 horas e tem o investimento de R$ 28,00 - vinte e oito reais.
Interessado em cursar?
Escreva-nos para obter mais informações.
Os dois cursos estão hospedados na pagina
www.elisacarvalho.com.br e utilizam a plataforma moodle.
Os cursos virtuais são bastante interativos.
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criatividade,
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curso de arte
29 de abril de 2012
Encontros sobre ARTE & EDUCAÇÃO
Neste dia 28 de abril nos encontramos para mais um ENCONTRO SOBRE ARTE & EDUCAÇÃO.
A presença de Daniela Viana foi ótima. Ouvi-la falar sobre arte e Itália foi melhor ainda.
O próximo encontro ficou para o dia 26 de maio.
A presença de Daniela Viana foi ótima. Ouvi-la falar sobre arte e Itália foi melhor ainda.
O próximo encontro ficou para o dia 26 de maio.
Educação à Distancia - CURSO DANÇA NA ESCOLA
NOVAS TURMAS - inicio dia 11 de junho!
Faça sua inscrição já enviando a ficha de inscrição para nosso e-mail:
8 de abril de 2012
Cursos livres - AUTORIZAÇÃO
É bom saber...
ENSINO LIVRE – AUTORIZAÇÃO E VALIDADE DE CURSOS
Conforme a lei nº. 9394/96, o Decreto nº. 5.154/04 e a Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97) citam que os cursos chamados `livres` não necessitam de prévia autorização para funcionamento nem de posterior reconhecimento do Conselho de Educação competente. A jurisprudência do Conselho Nacional de Educação tem sido no sentido de declarar-lhes a equivalência, de acordo com regras amplas e flexíveis.
Os Cursos livres à distâncianão dependem de registro ou autorização do MEC ou do CEE e são para fins culturais, conhecimentos e curriculares. São à distância, onde o aluno acessa o material e interage com os tutores através da plataforma MOODLE. Estuda, aprende, tira as dúvidas com um tutor por e-mail ou chat e ao final recebe o certificado.
O Art 42 da Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e Lei nº 11.741/08 trataram da Educação Profissional, como Educação Profissional de Nível Básico. É uma modalidade de educação não-formal de duração variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam profissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho. Não há exigência de escolaridade anterior. Tendo referência no Decreto Federal nº 2.494/98 e Decreto nº 2.208/97. Independem de autorização dos órgãos de educação para serem oferecidos.
A Constituição Federal em seu artigo 205, “caput”, prevê que a educação é direito de todos e será incentivada pela sociedade. Tal prática é defendida também pelo artigo 206/CF que prevê que o ensino será ministrado com base em alguns princípios e em seu inciso II: “a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar pensamentos, a arte e o saber”.
ENSINO LIVRE – AUTORIZAÇÃO E VALIDADE DE CURSOS
Conforme a lei nº. 9394/96, o Decreto nº. 5.154/04 e a Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97) citam que os cursos chamados `livres` não necessitam de prévia autorização para funcionamento nem de posterior reconhecimento do Conselho de Educação competente. A jurisprudência do Conselho Nacional de Educação tem sido no sentido de declarar-lhes a equivalência, de acordo com regras amplas e flexíveis.
Os Cursos livres à distâncianão dependem de registro ou autorização do MEC ou do CEE e são para fins culturais, conhecimentos e curriculares. São à distância, onde o aluno acessa o material e interage com os tutores através da plataforma MOODLE. Estuda, aprende, tira as dúvidas com um tutor por e-mail ou chat e ao final recebe o certificado.
O Art 42 da Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e Lei nº 11.741/08 trataram da Educação Profissional, como Educação Profissional de Nível Básico. É uma modalidade de educação não-formal de duração variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam profissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho. Não há exigência de escolaridade anterior. Tendo referência no Decreto Federal nº 2.494/98 e Decreto nº 2.208/97. Independem de autorização dos órgãos de educação para serem oferecidos.
A Constituição Federal em seu artigo 205, “caput”, prevê que a educação é direito de todos e será incentivada pela sociedade. Tal prática é defendida também pelo artigo 206/CF que prevê que o ensino será ministrado com base em alguns princípios e em seu inciso II: “a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar pensamentos, a arte e o saber”.
7 de abril de 2012
CURSO VIRTUAL DANÇA NA ESCOLA
CURSO VIRTUAL: DANÇA NA ESCOLA
www.elisacarvalho.com.br
Inscrições:
carvalhoelisa@hotmail.com
luciana_costa13@yahoo.com.br
OBJETIVOS:
- Reconhecer as contribuições da Dança para a educação de alunos de todas as idades.
- Saber quais são as Leis que regulamentam sua introdução no ensino fundamental
- Conhecer os conteúdos e metodologias do ensino de dança
- Trocar de experiências sobre o ensino de DANÇA NA ESCOLA
PROGRAMAÇÃO:
1. O que é DANÇA NA ESCOLA
2. Leis do Ensino da DANÇA NA ESCOLA
3. Conteúdo de DANÇA NA ESCOLA
4. Metodologias do ensino de DANÇA NA ESCOLA
METODOLOGIA:
- Estudo semanal apoiado em EAD interativo (moodle) - estudo de textos, sites, vídeos e participação em fórum;
- A avaliação será feita pela participação no fórum e postagem de tarefas;
- Um encontro virtual com tutora através de CHAT
PROFESSORA TUTORA DESTE CURSO:
Luciana de Lima Costa - Formada em dança pela UNICAMP, especialista em Educação Inclusiva (UCB). Cursa especialização em Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância (UFF). Trabalha com dança, teatro e música (tanto no ensino formal como no informal). Professora da oficina Dança-Poema no Ponto de Cultura "Livro em Cena" na cidade de Uberaba - MG.
CARGA HORÁRIA:
A carga horária do curso é de 20 horas, com a duração de dois meses.
Sugere-se que o aluno organize um horário semanal de duas horas para estudos.
www.elisacarvalho.com.br
Inscrições:
carvalhoelisa@hotmail.com
luciana_costa13@yahoo.com.br
OBJETIVOS:
- Reconhecer as contribuições da Dança para a educação de alunos de todas as idades.
- Saber quais são as Leis que regulamentam sua introdução no ensino fundamental
- Conhecer os conteúdos e metodologias do ensino de dança
- Trocar de experiências sobre o ensino de DANÇA NA ESCOLA
PROGRAMAÇÃO:
1. O que é DANÇA NA ESCOLA
2. Leis do Ensino da DANÇA NA ESCOLA
3. Conteúdo de DANÇA NA ESCOLA
4. Metodologias do ensino de DANÇA NA ESCOLA
METODOLOGIA:
- Estudo semanal apoiado em EAD interativo (moodle) - estudo de textos, sites, vídeos e participação em fórum;
- A avaliação será feita pela participação no fórum e postagem de tarefas;
- Um encontro virtual com tutora através de CHAT
PROFESSORA TUTORA DESTE CURSO:
Luciana de Lima Costa - Formada em dança pela UNICAMP, especialista em Educação Inclusiva (UCB). Cursa especialização em Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância (UFF). Trabalha com dança, teatro e música (tanto no ensino formal como no informal). Professora da oficina Dança-Poema no Ponto de Cultura "Livro em Cena" na cidade de Uberaba - MG.
CARGA HORÁRIA:
A carga horária do curso é de 20 horas, com a duração de dois meses.
Sugere-se que o aluno organize um horário semanal de duas horas para estudos.
1 de abril de 2012
História da Arte - Pre história e Grafite
Na aula de História da Arte fiz um paralelo entre a Pré História e a Arte do Grafite.
Estudamos a arte no Paleolítico e no Neolítico. Depois voamos para o nosso tempo e estudamos os artistas Basquiat, Os Gêmeos e Banksy.



Depois disso propus aos alunos a escolha de palavras chave de nosso paralelo e com elas pensar em símbolos para uma produção plástica.
A produção foi muito boa. Os alunos se envolveram bastante com a criação e os materiais artísticos. Fazer arte na Faculdade é muito importante! Vale até pintar os pés!



Produzindo arte:



Estudamos a arte no Paleolítico e no Neolítico. Depois voamos para o nosso tempo e estudamos os artistas Basquiat, Os Gêmeos e Banksy.



Depois disso propus aos alunos a escolha de palavras chave de nosso paralelo e com elas pensar em símbolos para uma produção plástica.
A produção foi muito boa. Os alunos se envolveram bastante com a criação e os materiais artísticos. Fazer arte na Faculdade é muito importante! Vale até pintar os pés!
Produzindo arte:


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25 de março de 2012
Eros e Psique e os sentimentos
Nesta semana contei aos alunos a história de Eros e Psique. Eles ficaram vidrados na história da mitologia. Depois disso cada um escolheu um sentimento que aparece na história para escrever ou desenhar.
Veja a historia e algumas das produções dos alunos da Escola Municipal Santa Maria.
Veja a historia e algumas das produções dos alunos da Escola Municipal Santa Maria.
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23 de março de 2012
Eros e Psique
Eros e Psiquê

Num belo dia de outono na Grécia, as pessoas deixaram de prestar culto regular a deusa da divina beleza Afrodite. Abandonaram seu santuário para admirar a extraordinária formosura de uma simples mortal: Psiquê (alma).
Menosprezada pelos homens, que preferiam homenagear uma beldade humana, Afrodite teve um acesso de raiva.

E para vingar-se, pede a seu filho Eros (amor) que use suas flechas encantadas e faça Psiquê apaixonar-se pela criatura mais desprezível do mundo.Eros parte para cumprir sua missão. Mas a beleza de Psiquê era tão grande, que ao vê-la, Eros distrai-se e fere-se com uma de suas próprias flechas. Vítima do encantamento em que enredava deuses e mortais, o deus feriu-se de amor.
Apaixonado, nada disse à sua mãe; apenas limita-se a convencê-la de que finalmente estava livre da rival.

Ao mesmo tempo que oculta seu sentimento, torna Psiquê inatingível aos mortais terrenos. Embora todos os homens a admirem, nenhum por ela se apaixona, e apesar de infinitamente menos belas, suas irmãs logo se casam com reis. Psiquê, amada por Eros sem que o saiba, a ninguém ama. E porque é uma beleza humana cobiçada por um deus, permanece só. A solidão de Psiquê preocupou tanto seus pais, que foram então consultar o oráculo de Apolo, afim de buscar auxílio.

Entretanto Eros já havia tornado Apolo seu aliado em sua conquista amorosa. Assim para ajudar Eros, Apolo ordenou aos pais da princesa que a vestisse em trajes nupciais, que do alto de determinada colina uma serpente alada e medonha, mais forte que os próprios deuses, iria torná-la mulher.

Embora a revelação do oráculo fosse terrível, o rei e a rainha nada mais poderiam fazer senão cumprir o que fora determinado. Deixaram-na sozinha na colina, aguardando corajosamente seu triste destino. Mas a espera é tão longa que Psiquê logo adormece. E até ela chega a suave brisa de Zéfiro, que a transporta para uma planície coberta de flores. Perto correm as águas claras de um regato e mais adiante ergue-se um magnífico castelo. Ao despertar, Psiquê ouve uma voz que a convida a entrar no castelo, banhar-se e depois jantar. No interior do castelo, não encontra ninguém, mas sente-se como se estivesse sendo observada. E no jantar doce música a envolve, mas continua só. No íntimo, porém, pressente que, à noite, chegará o esposo que lhe fora prometido, a terrível serpente alada.

Realmente, ao anoitecer, chega até ela Eros, protegido pela escuridão. Psiquê não pode ver-lhe o rosto; mas não sente medo, porque seu temor é banido pelas palavras apaixonadas e pelas ardentes carícias do deus. Durante algum tempo Psiquê entregou-se ao amante velado e mesmo sem ver sua face, dedicava-lhe intenso amor. Numa de sua visitas noturnas, Eros lhe faz uma advertência: que se precavesse contra uma desgraça que lhe poderia advir por intermédio das irmãs, que pranteavam-na onde fora deixada e do mesmo modo acrescentou, para evitar a desgraça, não deveria ela jamais tentar ver o rosto do amado.

A princesa embora prometesse ambas as coisas, deixou-se arrastar pela tristeza e pela saudade. E tanto chorou e pediu, que Eros consentiu na visita das jovens. Todavia, esclareceu: reaproximando-se delas, Psiquê estava reatando laços terrenos e constituindo seu próprio sofrimento.

Depois, mais uma vez, fê-la prometer o que era de tudo o mais importante: jamais tentaria ver-lhe o rosto. No dia seguinte, Zéfiro levou as irmãs de Psiquê ao palácio. De início foram só as alegrias do reencontro. Às perguntas das jovens sobre o marido, porém, a princesa respondeu com evasivas. Aos poucos, o sentimento das irmãs em relação a Psiquê foi mudando. Antes choravam supondo-a infeliz; depois, partiram invejosas de sua felicidade. E resolveram vingar-se. Retornando ao castelo por permissão de Eros, dessa vez movidas pela inveja, elas ardilosamente fizeram com que a desconfiança surgisse no coração de Psiquê.

Percebendo por suas contradições que ela não sabia realmente quem era seu marido, como então poderia estar segura de que não era o monstro descrito pelo oráculo de Apolo? E, se era realmente belo o jovem, por que se ocultava nas sombras da noite?

Invadida pela dúvida e temor, Psiquê acabou aceitando o conselho maldosamente planejado pelas irmãs: deveria preparar uma lâmpada e uma faca afiada: com a primeira, explicaram as moças, poderia ver o rosto do esposo; com a segunda, matá-lo se fosse o monstro. À noite, retorna Eros, ardente e apaixonado como sempre. Enquanto se entrega ao amor, Psiquê esquece o próprio medo e a dúvida, mas depois, quando Eros adormece, a incerteza volta a invadir-lhe o coração. Silenciosa, apanha a lâmpada e ilumina o rosto do esposo. E detém-se deslumbrada: não é um monstro, pelo contrário, é o mais belo ser que jamais poderia ter existido. Arrependida e em êxtase, derruba sem querer uma gota do óleo quente da lâmpada no ombro do amado. Ele desperta, sobressaltado, e percebe o acontecido. Com profunda tristeza, Eros vai embora. E tentando alcançá-lo Psiquê apenas ouve-lhe ao longe na escuridão: "O amor não pode viver com desconfiança."

Eros volta para junto da mãe, pedindo-lhe que cure seu ferimento no ombro. Mas ao contar o que ocorreu, Afrodite percebe que foi enganada e passa a alimentar apenas um pensamento: encontrar a rival e vingar-se.

Abandonada e em desespero, Psiquê põe-se a percorrer o mundo em busca do amor perdido e de templo em templo pede ajuda dos deuses. Sem conseguir auxílio, Psiquê vai à presença da própria Afrodite, na esperança de encontrar com ela seu amado Eros. Mas junto à deusa, encontrou apenas zombaria, e a imposição de uma série de provas humilhantes. A primeira tarefa consistia em separar, até a noite, imensa quantidade de grãos miúdos de diversas espécies. Parecia ser impossível cumpri-la no prazo estabelecido. Mas tão grande era o sofrimento de Psiquê, e tão angustiado seu pranto, que despertou a compaixão de formigas que passavam no local. Elas rapidamente separaram os grãos por espécies, juntando-os em vários montículos. A primeira tarefa estava cumprida, o que deixou Afrodite ainda mais irritada. Ordenou-lhe que dormisse doravante no chão, alimentando-se apenas de alguns pães secos. Esperava assim acabar com a beleza que lhe arruinara os cultos.

A segunda tarefa veio no dia seguinte: deveria ir a um vale cortado por um regato e lá tosquiar os terríveis carneiros do sol que pastavam. A lã desses carneiros era de ouro, e um pouco dela a caprichosa Afrodite desejava para si. Quando já estava exausta de tanto andar e a ponto de suicidar-se, nesse instante de hesitação entre a procura e a morte, Psiquê ouviu uma voz vinda dos caniços à beira do regato: "Não era necessário enfrentar os terríveis carneiros para tentar tosquiá-los, disse a voz; bastava esperar que eles saíssem das touceiras de arbustos espinhosos, quando fosse beber água: nos espinhos ficariam presos alguns fios de lã que poderiam ser facilmente apanhados.
Não satisfeita por mais uma tarefa cumprida, Afrodite incumbiu-a de uma terceira tarefa e ainda mais complicada: teria de subir a cascata que provinha da nascente do rio Estige e trazer à deusa um frasco contendo um pouco daquela água escura. As pedras que davam acesso cascata eram íngremes e escorregadias, e a queda da água era extremamente violenta. Impossível satisfazer a exigência de Afrodite. Só se pudesse voar Psiquê realizaria a tarefa. Estava já disposta a desistir, quando surgiu uma águia, que lhe tirou o frasco da mão, voou até a fonte e apanhou uma porção do líquido negro.

A água do Estige, porém, não saciou em Afrodite a sede de vingança. Psiquê deveria ainda executar uma Quarta e difícil tarefa: ir ao Hades, persuadir Perséfone a colocar numa caixa um pouco de sua beleza. Como pretexto, diria à rainha dos Infernos que Afrodite precisava dessa beleza para recuperar-se das longas vigílias à cabeceira do filho doente. Psiquê partiu, procurando o caminho dos Infernos.

Já havia andado muito e sentia-se perdida, quando uma torre , apiedada de sua aflição, ofereceu-se para ajudá-la. Minuciosamente descreveu-lhe todo o itinerário que levava ao reino de Perséfone, mas lhe fez um alerta: você encontrará pessoas patéticas que lhe pedirão ajuda, e por três vezes terá que escurecer seu coração à compaixão, ignorar seus apelos e continuar.

Se não o fizer, permanecerá para sempre no mundo das trevas. Psiquê fez tudo o que lhe indicou a torre, e assim conseguiu chegar à presença de Perséfone. Solícita, a rainha dos mortos atendeu ao pedido da jovem e entregou-lhe a caixa solicitada por Afrodite. Sendo instruída quanto ao caminho de volta, o retorno ficara mais fácil para Psiquê, mas estava longe ainda a hora de recuperar o amor.

A próxima prova por que passaria Psiquê não lhe foi imposta pelo ciúme de Afrodite, mas por sua própria vaidade. Temendo que tantas atribulações a tivessem tornado feia, não queria perder o amor de Eros. A tentação foi grande. Psiquê não resistiu: no meio do caminho, abriu a caixa. Para sua surpresa nada encontrou. Mas tamanho sono a tomou, que ali mesmo caiu, adormecida, como se estivesse banhada pela beleza da morte.

Enquanto dormia, Eros, curado de sua ferida, abandonava a mansão materna em busca da amada. Vagou por toda a parte, até que finalmente a encontrou deitada ao relento. Aprisionou o sono que pesadamente lhe cerrava os olhos e recolocou-o na caixa. Em seguida despertou-a docilmente com a ponta de uma de suas flechas. Com grande meiguice chamou sua atenção pela curiosidade que a fizera abrir a caixa. Depois mandou-a entregar a encomenda a Afrodite, como se nada tivesse acontecido.

Terminadas as provações de Psiquê, que recuperara o amor. Para que nada mais acontecesse à amada, Eros dirigiu-se ao Olimpo para pedir a Zeus que o unisse em casamento à bela jovem. Mas para atendê-lo era necessário que a princesa recebesse o dom da imortalidade. Hermes foi buscar Psiquê e levou-a à presença dos deuses. O próprio Zeus deu-lhe de beber a ambrosia, que lhe conferiu a imortalidade.

Depois declarou-a oficialmente esposa de Eros. Impotente tornara-se o ciúme de Afrodite. Psiquê agora era imortal e estava unida para sempre a Eros. Nada mais podia separá-los. Dessa união nasceu Volúpia.

Num belo dia de outono na Grécia, as pessoas deixaram de prestar culto regular a deusa da divina beleza Afrodite. Abandonaram seu santuário para admirar a extraordinária formosura de uma simples mortal: Psiquê (alma).
Menosprezada pelos homens, que preferiam homenagear uma beldade humana, Afrodite teve um acesso de raiva.

E para vingar-se, pede a seu filho Eros (amor) que use suas flechas encantadas e faça Psiquê apaixonar-se pela criatura mais desprezível do mundo.Eros parte para cumprir sua missão. Mas a beleza de Psiquê era tão grande, que ao vê-la, Eros distrai-se e fere-se com uma de suas próprias flechas. Vítima do encantamento em que enredava deuses e mortais, o deus feriu-se de amor.
Apaixonado, nada disse à sua mãe; apenas limita-se a convencê-la de que finalmente estava livre da rival.

Ao mesmo tempo que oculta seu sentimento, torna Psiquê inatingível aos mortais terrenos. Embora todos os homens a admirem, nenhum por ela se apaixona, e apesar de infinitamente menos belas, suas irmãs logo se casam com reis. Psiquê, amada por Eros sem que o saiba, a ninguém ama. E porque é uma beleza humana cobiçada por um deus, permanece só. A solidão de Psiquê preocupou tanto seus pais, que foram então consultar o oráculo de Apolo, afim de buscar auxílio.

Entretanto Eros já havia tornado Apolo seu aliado em sua conquista amorosa. Assim para ajudar Eros, Apolo ordenou aos pais da princesa que a vestisse em trajes nupciais, que do alto de determinada colina uma serpente alada e medonha, mais forte que os próprios deuses, iria torná-la mulher.

Embora a revelação do oráculo fosse terrível, o rei e a rainha nada mais poderiam fazer senão cumprir o que fora determinado. Deixaram-na sozinha na colina, aguardando corajosamente seu triste destino. Mas a espera é tão longa que Psiquê logo adormece. E até ela chega a suave brisa de Zéfiro, que a transporta para uma planície coberta de flores. Perto correm as águas claras de um regato e mais adiante ergue-se um magnífico castelo. Ao despertar, Psiquê ouve uma voz que a convida a entrar no castelo, banhar-se e depois jantar. No interior do castelo, não encontra ninguém, mas sente-se como se estivesse sendo observada. E no jantar doce música a envolve, mas continua só. No íntimo, porém, pressente que, à noite, chegará o esposo que lhe fora prometido, a terrível serpente alada.

Realmente, ao anoitecer, chega até ela Eros, protegido pela escuridão. Psiquê não pode ver-lhe o rosto; mas não sente medo, porque seu temor é banido pelas palavras apaixonadas e pelas ardentes carícias do deus. Durante algum tempo Psiquê entregou-se ao amante velado e mesmo sem ver sua face, dedicava-lhe intenso amor. Numa de sua visitas noturnas, Eros lhe faz uma advertência: que se precavesse contra uma desgraça que lhe poderia advir por intermédio das irmãs, que pranteavam-na onde fora deixada e do mesmo modo acrescentou, para evitar a desgraça, não deveria ela jamais tentar ver o rosto do amado.

A princesa embora prometesse ambas as coisas, deixou-se arrastar pela tristeza e pela saudade. E tanto chorou e pediu, que Eros consentiu na visita das jovens. Todavia, esclareceu: reaproximando-se delas, Psiquê estava reatando laços terrenos e constituindo seu próprio sofrimento.

Depois, mais uma vez, fê-la prometer o que era de tudo o mais importante: jamais tentaria ver-lhe o rosto. No dia seguinte, Zéfiro levou as irmãs de Psiquê ao palácio. De início foram só as alegrias do reencontro. Às perguntas das jovens sobre o marido, porém, a princesa respondeu com evasivas. Aos poucos, o sentimento das irmãs em relação a Psiquê foi mudando. Antes choravam supondo-a infeliz; depois, partiram invejosas de sua felicidade. E resolveram vingar-se. Retornando ao castelo por permissão de Eros, dessa vez movidas pela inveja, elas ardilosamente fizeram com que a desconfiança surgisse no coração de Psiquê.

Percebendo por suas contradições que ela não sabia realmente quem era seu marido, como então poderia estar segura de que não era o monstro descrito pelo oráculo de Apolo? E, se era realmente belo o jovem, por que se ocultava nas sombras da noite?

Invadida pela dúvida e temor, Psiquê acabou aceitando o conselho maldosamente planejado pelas irmãs: deveria preparar uma lâmpada e uma faca afiada: com a primeira, explicaram as moças, poderia ver o rosto do esposo; com a segunda, matá-lo se fosse o monstro. À noite, retorna Eros, ardente e apaixonado como sempre. Enquanto se entrega ao amor, Psiquê esquece o próprio medo e a dúvida, mas depois, quando Eros adormece, a incerteza volta a invadir-lhe o coração. Silenciosa, apanha a lâmpada e ilumina o rosto do esposo. E detém-se deslumbrada: não é um monstro, pelo contrário, é o mais belo ser que jamais poderia ter existido. Arrependida e em êxtase, derruba sem querer uma gota do óleo quente da lâmpada no ombro do amado. Ele desperta, sobressaltado, e percebe o acontecido. Com profunda tristeza, Eros vai embora. E tentando alcançá-lo Psiquê apenas ouve-lhe ao longe na escuridão: "O amor não pode viver com desconfiança."

Eros volta para junto da mãe, pedindo-lhe que cure seu ferimento no ombro. Mas ao contar o que ocorreu, Afrodite percebe que foi enganada e passa a alimentar apenas um pensamento: encontrar a rival e vingar-se.

Abandonada e em desespero, Psiquê põe-se a percorrer o mundo em busca do amor perdido e de templo em templo pede ajuda dos deuses. Sem conseguir auxílio, Psiquê vai à presença da própria Afrodite, na esperança de encontrar com ela seu amado Eros. Mas junto à deusa, encontrou apenas zombaria, e a imposição de uma série de provas humilhantes. A primeira tarefa consistia em separar, até a noite, imensa quantidade de grãos miúdos de diversas espécies. Parecia ser impossível cumpri-la no prazo estabelecido. Mas tão grande era o sofrimento de Psiquê, e tão angustiado seu pranto, que despertou a compaixão de formigas que passavam no local. Elas rapidamente separaram os grãos por espécies, juntando-os em vários montículos. A primeira tarefa estava cumprida, o que deixou Afrodite ainda mais irritada. Ordenou-lhe que dormisse doravante no chão, alimentando-se apenas de alguns pães secos. Esperava assim acabar com a beleza que lhe arruinara os cultos.

A segunda tarefa veio no dia seguinte: deveria ir a um vale cortado por um regato e lá tosquiar os terríveis carneiros do sol que pastavam. A lã desses carneiros era de ouro, e um pouco dela a caprichosa Afrodite desejava para si. Quando já estava exausta de tanto andar e a ponto de suicidar-se, nesse instante de hesitação entre a procura e a morte, Psiquê ouviu uma voz vinda dos caniços à beira do regato: "Não era necessário enfrentar os terríveis carneiros para tentar tosquiá-los, disse a voz; bastava esperar que eles saíssem das touceiras de arbustos espinhosos, quando fosse beber água: nos espinhos ficariam presos alguns fios de lã que poderiam ser facilmente apanhados.
Não satisfeita por mais uma tarefa cumprida, Afrodite incumbiu-a de uma terceira tarefa e ainda mais complicada: teria de subir a cascata que provinha da nascente do rio Estige e trazer à deusa um frasco contendo um pouco daquela água escura. As pedras que davam acesso cascata eram íngremes e escorregadias, e a queda da água era extremamente violenta. Impossível satisfazer a exigência de Afrodite. Só se pudesse voar Psiquê realizaria a tarefa. Estava já disposta a desistir, quando surgiu uma águia, que lhe tirou o frasco da mão, voou até a fonte e apanhou uma porção do líquido negro.

A água do Estige, porém, não saciou em Afrodite a sede de vingança. Psiquê deveria ainda executar uma Quarta e difícil tarefa: ir ao Hades, persuadir Perséfone a colocar numa caixa um pouco de sua beleza. Como pretexto, diria à rainha dos Infernos que Afrodite precisava dessa beleza para recuperar-se das longas vigílias à cabeceira do filho doente. Psiquê partiu, procurando o caminho dos Infernos.

Já havia andado muito e sentia-se perdida, quando uma torre , apiedada de sua aflição, ofereceu-se para ajudá-la. Minuciosamente descreveu-lhe todo o itinerário que levava ao reino de Perséfone, mas lhe fez um alerta: você encontrará pessoas patéticas que lhe pedirão ajuda, e por três vezes terá que escurecer seu coração à compaixão, ignorar seus apelos e continuar.

Se não o fizer, permanecerá para sempre no mundo das trevas. Psiquê fez tudo o que lhe indicou a torre, e assim conseguiu chegar à presença de Perséfone. Solícita, a rainha dos mortos atendeu ao pedido da jovem e entregou-lhe a caixa solicitada por Afrodite. Sendo instruída quanto ao caminho de volta, o retorno ficara mais fácil para Psiquê, mas estava longe ainda a hora de recuperar o amor.

A próxima prova por que passaria Psiquê não lhe foi imposta pelo ciúme de Afrodite, mas por sua própria vaidade. Temendo que tantas atribulações a tivessem tornado feia, não queria perder o amor de Eros. A tentação foi grande. Psiquê não resistiu: no meio do caminho, abriu a caixa. Para sua surpresa nada encontrou. Mas tamanho sono a tomou, que ali mesmo caiu, adormecida, como se estivesse banhada pela beleza da morte.

Enquanto dormia, Eros, curado de sua ferida, abandonava a mansão materna em busca da amada. Vagou por toda a parte, até que finalmente a encontrou deitada ao relento. Aprisionou o sono que pesadamente lhe cerrava os olhos e recolocou-o na caixa. Em seguida despertou-a docilmente com a ponta de uma de suas flechas. Com grande meiguice chamou sua atenção pela curiosidade que a fizera abrir a caixa. Depois mandou-a entregar a encomenda a Afrodite, como se nada tivesse acontecido.

Terminadas as provações de Psiquê, que recuperara o amor. Para que nada mais acontecesse à amada, Eros dirigiu-se ao Olimpo para pedir a Zeus que o unisse em casamento à bela jovem. Mas para atendê-lo era necessário que a princesa recebesse o dom da imortalidade. Hermes foi buscar Psiquê e levou-a à presença dos deuses. O próprio Zeus deu-lhe de beber a ambrosia, que lhe conferiu a imortalidade.

Depois declarou-a oficialmente esposa de Eros. Impotente tornara-se o ciúme de Afrodite. Psiquê agora era imortal e estava unida para sempre a Eros. Nada mais podia separá-los. Dessa união nasceu Volúpia.
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18 de março de 2012
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