1 de junho de 2012

Desenho como experimentação

CURSO

Desenho como experimentação

Exploração das diferentes possibilidades do desenho por meio de exercícios criativos sobre o papel.


• As aulas de DESENHO tem a duração de uma hora e meia por seção – uma vez por semana;
• O conteúdo das aulas é adaptado às necessidades de cada aluno;
• As aulas são ministradas pela professora Elisa M. B. Carvalho por grupos de até três alunos;
• O aluno não paga nada pelos materiais utilizados nas aulas (lápis, papel...);
• As aulas são ministradas na sala 815 do Edifício Chapadão na Rua Major Eustáquio – Uberaba - MG
• O valor de cada aula é de R$ 20,00 – vinte reais.
• Agendar previamente sua AULA pelo telefone (34) 9996-6434

TÉCNICAS E TEMAS EM ARTES PLÁSTICAS PARA EDUCADORES

CURSO PRESENCIAL EM UBERABA
TÉCNICAS E TEMAS EM ARTES PLÁSTICAS PARA EDUCADORES

- Aulas de técnicas de expressão plástica para que educadores possam aplicar na sala de aula ou em espaços educativos.

• As aulas tem a duração de uma hora e meia por seção – uma vez por semana;
• O conteúdo das aulas é definido de acordo com as necessidades da faixa etária que o educador atua;
• As aulas são ministradas pela professora Elisa M. B. Carvalho por grupos de até três alunos;
• O aluno trás o material que será utilizado em sala de aula;
• As aulas são ministradas na sala 815 do Edifício Chapadão na Rua Major Eustáquio – Uberaba – MG
• O valor de cada aula é de R$ 20,00 – vinte reais.

30 de maio de 2012

ESTUDAR SOBRE DANÇA

O curso virtual DANÇA NA ESCOLA esta organizado em quatro tópicos:
- O que é DANÇA NA ESCOLA
- Leis sobre o ensino de DANÇA NA ESCOLA
- Conteúdos do ensino de DANÇA NA ESCOLA
- Metodologias do Ensino de DANÇA NA ESCOLA

Tem a tutoria da professora Luciana de Lima Costa que é formada na UNICAMP.
As inscrições para a segunda turma estão abertas.
Envie um e-mail para carvalhoelisa@hotmail.com solicitando a ficha para inscrição!


29 de maio de 2012

LUZ


Olha só que legal!
Construção de luminárias!
Atividade do curso de ARTETERAPIA!

10 de maio de 2012

ARTE para nossa alegria

Video feito com os alunos do 7 ano da Escola Santa Maria:


http://www.youtube.com/watch?v=BldoHJCirxk&list=UUHz_4-YpnWdM86UcdEBGSWQ&feature=plcp


3 de maio de 2012

Artes da minha amiga Cátia

Hoje estou colocando as fotos das "artes" de minha amiga Cátia. Ela sabe trabalhar com E.V.A. como ninguém!
Sabe o que ela fez pra mim? Uma marmita artística - nela carrego giz de cera, tesoura, lápis... e muitas coisas que alimentam nossa ALMA!

Veja:

Este foi o kit para o dia da Pascoa que ela confeccionou e eu levei para as crianças da arteterapia.


Agora olha só a mesa que ela enfeitou para o aniversário do Toninho, do Alex e dela :



Dois cursos virtuais

Já estão abertas as matrículas para os cursos virtuais

DANÇA NA ESCOLA

ARTE AMBIENTAL E O MEIO AMBIENTE

O curso DANÇA NA ESCOLA tem a carga horária de 20 horas e o investimento é de R$ 24,00 - vinte e quatro reais.
O curso ARTE AMBIENTAL E O MEIO AMBIENTE tem a carga horária de 30 horas e tem o investimento de R$ 28,00 - vinte e oito reais.

Interessado em cursar?
Escreva-nos para obter mais informações.

Os dois cursos estão hospedados na pagina
www.elisacarvalho.com.br e utilizam a plataforma moodle.
Os cursos virtuais são bastante interativos.



Preencha as fichas e nos envie - carvalhoelisa@hotmail.com ou luciana_costa13@yahoo.com.br





29 de abril de 2012

Encontros sobre ARTE & EDUCAÇÃO

Neste dia 28 de abril nos encontramos para mais um ENCONTRO SOBRE ARTE & EDUCAÇÃO.
A presença de Daniela Viana foi ótima. Ouvi-la falar sobre arte e Itália foi melhor ainda.

O próximo encontro ficou para o dia 26 de maio.



Educação à Distancia - CURSO DANÇA NA ESCOLA


NOVAS TURMAS - inicio dia 11 de junho!
Faça sua inscrição já enviando a ficha de inscrição para nosso e-mail:


8 de abril de 2012

Cursos livres - AUTORIZAÇÃO

É bom saber...

ENSINO LIVRE – AUTORIZAÇÃO E VALIDADE DE CURSOS

Conforme a lei nº. 9394/96, o Decreto nº. 5.154/04 e a Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97) citam que os cursos chamados `livres` não necessitam de prévia autorização para funcionamento nem de posterior reconhecimento do Conselho de Educação competente. A jurisprudência do Conselho Nacional de Educação tem sido no sentido de declarar-lhes a equivalência, de acordo com regras amplas e flexíveis.

Os Cursos livres à distâncianão dependem de registro ou autorização do MEC ou do CEE e são para fins culturais, conhecimentos e curriculares. São à distância, onde o aluno acessa o material e interage com os tutores através da plataforma MOODLE. Estuda, aprende, tira as dúvidas com um tutor por e-mail ou chat e ao final recebe o certificado.



O Art 42 da Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e Lei nº 11.741/08 trataram da Educação Profissional, como Educação Profissional de Nível Básico. É uma modalidade de educação não-formal de duração variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam profissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho. Não há exigência de escolaridade anterior. Tendo referência no Decreto Federal nº 2.494/98 e Decreto nº 2.208/97. Independem de autorização dos órgãos de educação para serem oferecidos.

A Constituição Federal em seu artigo 205, “caput”, prevê que a educação é direito de todos e será incentivada pela sociedade. Tal prática é defendida também pelo artigo 206/CF que prevê que o ensino será ministrado com base em alguns princípios e em seu inciso II: “a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar pensamentos, a arte e o saber”.

7 de abril de 2012

CURSO VIRTUAL DANÇA NA ESCOLA

CURSO VIRTUAL: DANÇA NA ESCOLA
www.elisacarvalho.com.br

Inscrições:
carvalhoelisa@hotmail.com
luciana_costa13@yahoo.com.br



OBJETIVOS:

- Reconhecer as contribuições da Dança para a educação de alunos de todas as idades.
- Saber quais são as Leis que regulamentam sua introdução no ensino fundamental
- Conhecer os conteúdos e metodologias do ensino de dança
- Trocar de experiências sobre o ensino de DANÇA NA ESCOLA



PROGRAMAÇÃO:

1. O que é DANÇA NA ESCOLA
2. Leis do Ensino da DANÇA NA ESCOLA
3. Conteúdo de DANÇA NA ESCOLA
4. Metodologias do ensino de DANÇA NA ESCOLA



METODOLOGIA:

- Estudo semanal apoiado em EAD interativo (moodle) - estudo de textos, sites, vídeos e participação em fórum;
- A avaliação será feita pela participação no fórum e postagem de tarefas;
- Um encontro virtual com tutora através de CHAT

PROFESSORA TUTORA DESTE CURSO:
Luciana de Lima Costa - Formada em dança pela UNICAMP, especialista em Educação Inclusiva (UCB). Cursa especialização em Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância (UFF). Trabalha com dança, teatro e música (tanto no ensino formal como no informal). Professora da oficina Dança-Poema no Ponto de Cultura "Livro em Cena" na cidade de Uberaba - MG.

CARGA HORÁRIA:

A carga horária do curso é de 20 horas, com a duração de dois meses.
Sugere-se que o aluno organize um horário semanal de duas horas para estudos.

1 de abril de 2012

História da Arte - Pre história e Grafite

Na aula de História da Arte fiz um paralelo entre a Pré História e a Arte do Grafite.
Estudamos a arte no Paleolítico e no Neolítico. Depois voamos para o nosso tempo e estudamos os artistas Basquiat, Os Gêmeos e Banksy.





Depois disso propus aos alunos a escolha de palavras chave de nosso paralelo e com elas pensar em símbolos para uma produção plástica.
A produção foi muito boa. Os alunos se envolveram bastante com a criação e os materiais artísticos. Fazer arte na Faculdade é muito importante! Vale até pintar os pés!




Produzindo arte:




25 de março de 2012

Eros e Psique e os sentimentos

Nesta semana contei aos alunos a história de Eros e Psique. Eles ficaram vidrados na história da mitologia. Depois disso cada um escolheu um sentimento que aparece na história para escrever ou desenhar.
Veja a historia e algumas das produções dos alunos da Escola Municipal Santa Maria.

23 de março de 2012

Eros e Psique

Eros e Psiquê



Num belo dia de outono na Grécia, as pessoas deixaram de prestar culto regular a deusa da divina beleza Afrodite. Abandonaram seu santuário para admirar a extraordinária formosura de uma simples mortal: Psiquê (alma).

Menosprezada pelos homens, que preferiam homenagear uma beldade humana, Afrodite teve um acesso de raiva.



E para vingar-se, pede a seu filho Eros (amor) que use suas flechas encantadas e faça Psiquê apaixonar-se pela criatura mais desprezível do mundo.Eros parte para cumprir sua missão. Mas a beleza de Psiquê era tão grande, que ao vê-la, Eros distrai-se e fere-se com uma de suas próprias flechas. Vítima do encantamento em que enredava deuses e mortais, o deus feriu-se de amor.

Apaixonado, nada disse à sua mãe; apenas limita-se a convencê-la de que finalmente estava livre da rival.



Ao mesmo tempo que oculta seu sentimento, torna Psiquê inatingível aos mortais terrenos. Embora todos os homens a admirem, nenhum por ela se apaixona, e apesar de infinitamente menos belas, suas irmãs logo se casam com reis. Psiquê, amada por Eros sem que o saiba, a ninguém ama. E porque é uma beleza humana cobiçada por um deus, permanece só. A solidão de Psiquê preocupou tanto seus pais, que foram então consultar o oráculo de Apolo, afim de buscar auxílio.



Entretanto Eros já havia tornado Apolo seu aliado em sua conquista amorosa. Assim para ajudar Eros, Apolo ordenou aos pais da princesa que a vestisse em trajes nupciais, que do alto de determinada colina uma serpente alada e medonha, mais forte que os próprios deuses, iria torná-la mulher.



Embora a revelação do oráculo fosse terrível, o rei e a rainha nada mais poderiam fazer senão cumprir o que fora determinado. Deixaram-na sozinha na colina, aguardando corajosamente seu triste destino. Mas a espera é tão longa que Psiquê logo adormece. E até ela chega a suave brisa de Zéfiro, que a transporta para uma planície coberta de flores. Perto correm as águas claras de um regato e mais adiante ergue-se um magnífico castelo. Ao despertar, Psiquê ouve uma voz que a convida a entrar no castelo, banhar-se e depois jantar. No interior do castelo, não encontra ninguém, mas sente-se como se estivesse sendo observada. E no jantar doce música a envolve, mas continua só. No íntimo, porém, pressente que, à noite, chegará o esposo que lhe fora prometido, a terrível serpente alada.



Realmente, ao anoitecer, chega até ela Eros, protegido pela escuridão. Psiquê não pode ver-lhe o rosto; mas não sente medo, porque seu temor é banido pelas palavras apaixonadas e pelas ardentes carícias do deus. Durante algum tempo Psiquê entregou-se ao amante velado e mesmo sem ver sua face, dedicava-lhe intenso amor. Numa de sua visitas noturnas, Eros lhe faz uma advertência: que se precavesse contra uma desgraça que lhe poderia advir por intermédio das irmãs, que pranteavam-na onde fora deixada e do mesmo modo acrescentou, para evitar a desgraça, não deveria ela jamais tentar ver o rosto do amado.



A princesa embora prometesse ambas as coisas, deixou-se arrastar pela tristeza e pela saudade. E tanto chorou e pediu, que Eros consentiu na visita das jovens. Todavia, esclareceu: reaproximando-se delas, Psiquê estava reatando laços terrenos e constituindo seu próprio sofrimento.



Depois, mais uma vez, fê-la prometer o que era de tudo o mais importante: jamais tentaria ver-lhe o rosto. No dia seguinte, Zéfiro levou as irmãs de Psiquê ao palácio. De início foram só as alegrias do reencontro. Às perguntas das jovens sobre o marido, porém, a princesa respondeu com evasivas. Aos poucos, o sentimento das irmãs em relação a Psiquê foi mudando. Antes choravam supondo-a infeliz; depois, partiram invejosas de sua felicidade. E resolveram vingar-se. Retornando ao castelo por permissão de Eros, dessa vez movidas pela inveja, elas ardilosamente fizeram com que a desconfiança surgisse no coração de Psiquê.



Percebendo por suas contradições que ela não sabia realmente quem era seu marido, como então poderia estar segura de que não era o monstro descrito pelo oráculo de Apolo? E, se era realmente belo o jovem, por que se ocultava nas sombras da noite?



Invadida pela dúvida e temor, Psiquê acabou aceitando o conselho maldosamente planejado pelas irmãs: deveria preparar uma lâmpada e uma faca afiada: com a primeira, explicaram as moças, poderia ver o rosto do esposo; com a segunda, matá-lo se fosse o monstro. À noite, retorna Eros, ardente e apaixonado como sempre. Enquanto se entrega ao amor, Psiquê esquece o próprio medo e a dúvida, mas depois, quando Eros adormece, a incerteza volta a invadir-lhe o coração. Silenciosa, apanha a lâmpada e ilumina o rosto do esposo. E detém-se deslumbrada: não é um monstro, pelo contrário, é o mais belo ser que jamais poderia ter existido. Arrependida e em êxtase, derruba sem querer uma gota do óleo quente da lâmpada no ombro do amado. Ele desperta, sobressaltado, e percebe o acontecido. Com profunda tristeza, Eros vai embora. E tentando alcançá-lo Psiquê apenas ouve-lhe ao longe na escuridão: "O amor não pode viver com desconfiança."



Eros volta para junto da mãe, pedindo-lhe que cure seu ferimento no ombro. Mas ao contar o que ocorreu, Afrodite percebe que foi enganada e passa a alimentar apenas um pensamento: encontrar a rival e vingar-se.




Abandonada e em desespero, Psiquê põe-se a percorrer o mundo em busca do amor perdido e de templo em templo pede ajuda dos deuses. Sem conseguir auxílio, Psiquê vai à presença da própria Afrodite, na esperança de encontrar com ela seu amado Eros. Mas junto à deusa, encontrou apenas zombaria, e a imposição de uma série de provas humilhantes. A primeira tarefa consistia em separar, até a noite, imensa quantidade de grãos miúdos de diversas espécies. Parecia ser impossível cumpri-la no prazo estabelecido. Mas tão grande era o sofrimento de Psiquê, e tão angustiado seu pranto, que despertou a compaixão de formigas que passavam no local. Elas rapidamente separaram os grãos por espécies, juntando-os em vários montículos. A primeira tarefa estava cumprida, o que deixou Afrodite ainda mais irritada. Ordenou-lhe que dormisse doravante no chão, alimentando-se apenas de alguns pães secos. Esperava assim acabar com a beleza que lhe arruinara os cultos.




A segunda tarefa veio no dia seguinte: deveria ir a um vale cortado por um regato e lá tosquiar os terríveis carneiros do sol que pastavam. A lã desses carneiros era de ouro, e um pouco dela a caprichosa Afrodite desejava para si. Quando já estava exausta de tanto andar e a ponto de suicidar-se, nesse instante de hesitação entre a procura e a morte, Psiquê ouviu uma voz vinda dos caniços à beira do regato: "Não era necessário enfrentar os terríveis carneiros para tentar tosquiá-los, disse a voz; bastava esperar que eles saíssem das touceiras de arbustos espinhosos, quando fosse beber água: nos espinhos ficariam presos alguns fios de lã que poderiam ser facilmente apanhados.


Não satisfeita por mais uma tarefa cumprida, Afrodite incumbiu-a de uma terceira tarefa e ainda mais complicada: teria de subir a cascata que provinha da nascente do rio Estige e trazer à deusa um frasco contendo um pouco daquela água escura. As pedras que davam acesso cascata eram íngremes e escorregadias, e a queda da água era extremamente violenta. Impossível satisfazer a exigência de Afrodite. Só se pudesse voar Psiquê realizaria a tarefa. Estava já disposta a desistir, quando surgiu uma águia, que lhe tirou o frasco da mão, voou até a fonte e apanhou uma porção do líquido negro.




A água do Estige, porém, não saciou em Afrodite a sede de vingança. Psiquê deveria ainda executar uma Quarta e difícil tarefa: ir ao Hades, persuadir Perséfone a colocar numa caixa um pouco de sua beleza. Como pretexto, diria à rainha dos Infernos que Afrodite precisava dessa beleza para recuperar-se das longas vigílias à cabeceira do filho doente. Psiquê partiu, procurando o caminho dos Infernos.



Já havia andado muito e sentia-se perdida, quando uma torre , apiedada de sua aflição, ofereceu-se para ajudá-la. Minuciosamente descreveu-lhe todo o itinerário que levava ao reino de Perséfone, mas lhe fez um alerta: você encontrará pessoas patéticas que lhe pedirão ajuda, e por três vezes terá que escurecer seu coração à compaixão, ignorar seus apelos e continuar.



Se não o fizer, permanecerá para sempre no mundo das trevas. Psiquê fez tudo o que lhe indicou a torre, e assim conseguiu chegar à presença de Perséfone. Solícita, a rainha dos mortos atendeu ao pedido da jovem e entregou-lhe a caixa solicitada por Afrodite. Sendo instruída quanto ao caminho de volta, o retorno ficara mais fácil para Psiquê, mas estava longe ainda a hora de recuperar o amor.



A próxima prova por que passaria Psiquê não lhe foi imposta pelo ciúme de Afrodite, mas por sua própria vaidade. Temendo que tantas atribulações a tivessem tornado feia, não queria perder o amor de Eros. A tentação foi grande. Psiquê não resistiu: no meio do caminho, abriu a caixa. Para sua surpresa nada encontrou. Mas tamanho sono a tomou, que ali mesmo caiu, adormecida, como se estivesse banhada pela beleza da morte.



Enquanto dormia, Eros, curado de sua ferida, abandonava a mansão materna em busca da amada. Vagou por toda a parte, até que finalmente a encontrou deitada ao relento. Aprisionou o sono que pesadamente lhe cerrava os olhos e recolocou-o na caixa. Em seguida despertou-a docilmente com a ponta de uma de suas flechas. Com grande meiguice chamou sua atenção pela curiosidade que a fizera abrir a caixa. Depois mandou-a entregar a encomenda a Afrodite, como se nada tivesse acontecido.



Terminadas as provações de Psiquê, que recuperara o amor. Para que nada mais acontecesse à amada, Eros dirigiu-se ao Olimpo para pedir a Zeus que o unisse em casamento à bela jovem. Mas para atendê-lo era necessário que a princesa recebesse o dom da imortalidade. Hermes foi buscar Psiquê e levou-a à presença dos deuses. O próprio Zeus deu-lhe de beber a ambrosia, que lhe conferiu a imortalidade.



Depois declarou-a oficialmente esposa de Eros. Impotente tornara-se o ciúme de Afrodite. Psiquê agora era imortal e estava unida para sempre a Eros. Nada mais podia separá-los. Dessa união nasceu Volúpia.

18 de março de 2012

Irmãos



Neste final de semana estivemos juntos.